Olha, e não é que veio tudo dar ao dinheiro

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Há já algum tempo escrevi um post sobre dinheiro. Ou melhor, sobre a forma como o dinheiro mexe com as pessoas, como move todo um mundo, como torna as pessoas mesquinhas, como mostra o pior de cada um. Podem ler aqui.

Não podia deixar de voltar a falar disto a propósito do post que escrevi sobre o meu projecto para o novo livro.

Uma vez mais, os mesmos desocupados de sempre revoltaram-se contra o facto de eu poder ganhar dinheiro com uma ideia minha. Não querem saber se dá muito ou pouco trabalho, se pode ajudar alguém, se pode ser útil para muita gente, o que lhes interessa, claro, é que eu posso vir a ter algum proveito com isso.

Vamos então dividir a coisa por partes. Começando pela parte dos direitos de autor de quem escreve livros.

Seguramente que as pessoas que se indignaram não fazem ideia de quanto ganha um autor. Mas eu ajudo. Ganha entre 8 a 10 por cento do preço do preço de capa da obra. Ou seja, e partindo do princípio que o livro custará à volta de 12/13 euros, o mais provável é que eu fique com 1€ por cada livro que vendo. Uma fortuna, portanto.

Vamos agora fazer um exercício de previsão/especulação matemático, pode ser?

Então cá vai. Vamos imaginar que o livro terá 50 histórias de pessoas que as quiseram partilhar. E que eu vou dividir a minha parte do lucro por essas pessoas. Ou melhor, vou dividir parte do meu lucro, já que todos os textos terão um outro agregado escrito por mim. Ou seja, imaginemos que o livro tem 100 textos, 50 meus, 50 dos leitores. Claro que os textos que me serão enviados não vão ser publicados como me chegam às mãos. Serão todos reescritos por mim, por forma a dar ao livro uma identidade e uniformidade. Sou também eu que irei fazer a selecção de cada texto, o que implica ler muitos mais do que os seleccionados. E esse trabalho, de edição e selecção, merece ser pago, claro, já que é trabalho (e mantendo a coerência, quem acha que eu devo pagar aos leitores porque eles estão a ter trabalho, então, eu também terei de ser pago pelo meu trabalho de edição).

Vamos então às contas.

Teremos de dividir o meu 1€ de lucro pelos autores. Eu escrevi metade dos textos, logo, fico com 50 cêntimos. Dos outros 50 cêntimos, fico com 25 pelo meu trabalho de selecção, edição, reescrita, etc.. Sobram outros 25 cêntimos, que poderei distribuir pelos outros 50 autores de textos. É isso, certo? Então, pronto, isto dá 0,5 cêntimos para cada pessoa que me enviar um texto. Estão a seguir-me?

Agora vamos imaginar que o livro esgota uma edição completa, de 3 mil exemplares (o que é muito raro em Portugal – 90 por cento das obras publicadas não vende mais de 1000 exemplares, disse-me um amigo meu editor de livros, e eu acredito). Multiplicando os 3 mil exemplares pelos 0,5 cêntimos dará qualquer coisa como 15 euros para cada pessoa. É isto, não é?

Muito bem. Então, fica já aqui acordado, que eu pago os 15€ a quem me enviar histórias e me exigir o dinheiro. É um compromisso público. É apenas preciso que se esgote uma edição completa – o que só se sabe ao fim de um ano. Sim, um ano. É o tempo normal para os autores receberem das editoras.

A mesquinhez das pessoas é algo que já me preocupou mais. Uma das coisas que o blogue me ensinou foi a viver com isso, com os que não têm, não conseguem ter, não têm iniciativa ou criatividade para fazer qualquer coisa da vida, e vivem amargurados maldizendo os outros, os que arriscam, fazem, constroem, e não ficam apenas no sofá a ver o mundo passar.

Aos que aqui disseram nos comentários coisas como “assim também eu escrevia livros” deixo o desafio: então escrevam. Força. Tirem o rabo do sofá e façam o que dizem ser assim tão fácil. Estarei cá para vos ver.

Uma última nota. Sou jornalista profissional há 15 anos (tenho carteira profissional desde o dia 5 de Janeiro de 1998), apesar de ter começado como estagiário numa rádio local, em 1995. Se contar com esse período posso dizer que sou jornalista há 17 anos. Já trabalhei em rádio, jornais diários, revistas semanais, jornais online, jornais desportivos, já fiz programas de televisão e escrevi argumentos de séries de televisão. Em todos estes meios contei histórias. Histórias de pessoas. Abordei-as, elas contaram-me histórias. E eu escrevi-as. Elas saíram em revistas, jornais, televisões, na rádio. Nunca, nem por uma vez, paguei 1 cêntimo a quem me quis contar a história. Nem por uma única vez a pessoa que a partilhou comigo pensou em vir exigir parte do lucro do meio de comunicação social apenas porque me contou uma história.

Este livro é apenas isso, uma colecção de histórias reais, humanas, vividas por pessoas que existem. São dramas iguais aos nossos, vividos por outros, que acham que é importante partilhá-los, porque, dessa partilha, nasce identidade, e da identidade, conforto. Já recebi dezenas de mails com histórias de leitores. Nenhum – repito, nenhum – falava de dinheiro. Nenhum me exigia dinheiro ou achava, sequer, legítimo pedir dinheiro. Partilharam a história porque quiseram, ninguém as forçou a isso. E eu agradeço essa iniciativa. E valorizo-a.

Os que levantaram os problemas dos direitos de autor são os tais mesquinhos que nada têm a ver com a história. Os verdadeiros interessados e que até poderiam ter legitimidade para exigir direitos, esses, não o fizeram. E não o fizeram por uma razão: porque entendem o alcance do livro. E o alcance do livro vai muito, muito além do 1€ que poderei ganhar por exemplar vendido.

1 Comentário

  1. há pessoas que n olham aos meios para atingir os fins mas dps no final ainda se sentem como se fossem os melhores e criticam os outros é pena n olharem para o que andaram a fazer, mas no final há uma força maior que os trai e os traz á realidade………….

  2. Gostei do artigo

    Por vezes as pessoas pensam que os autores ganham uma fortuna com a publicação de um livro.

    Criticar é fácil, fazer é que mais difícil

    Votos de sucesso

  3. Por acaso na altura vi os comentários e fiquei chocada! Mas, na verdade, não sei porquê. Estas coisas deviam chocar-me cada vez menos, de tão normais se estarem a tornar. Não ligues. Ignora. Quem quer participar, participa, quem não quer, ninguém o abriga! Simple as that!

  4. Concordo. Já aqui tinha deixado comentários semelhantes. Acho um erro misturar dois registos tão distintos. Leva-me a não querer comprar nem um nem outro. Mas boa sorte na mesma.

  5. Mas quem seguiu as contas que ele fez desde o início perdeu-se no caminho foi?! É que se começou por dizer que ia dividir 1€ por 2, e depois esses 50 cêntimos novamente por 2 etc, fica bastante claro que as contass estão certas. duh!

  6. Meus Deus, a burrice não tem limites! 0,5 cêntimos não é o mesmo que 0,5 € e o dobro de 0,5 cêntimos, minha cara Marta, é 1 cêntimo, que vezes 1500 dá 15€!

  7. Portugueses mesquinhos, sempre a contar com o dinheiro dos outros. Arrumadinho, nunca compraria o teu livro (o blog basta-me). Mas agora com esta polémica desejo-te rios de dinheiro.

  8. Arrumadinho,'arrumaste' com os teus críticos,boa! Os portugueses são fantásticos a criticar o outro ao invés e olharem para eles próprios. 'Argh' gente pequenina!

  9. Mas que animação que é este blog! Até aparecem pessoas que percebem de matemática e não sabem que meio cêntimo (0,5 cêntimos) = 0,005€
    Hilariante!

  10. Fui ler melhor o texto e realmente falas em 0,5 cêntimos ou seja meio cêntimo. Acho que não há maneira de escrever isto…será 0,005€?????? pois não sei. Quanto ao facto de ires ganhar dinheiro ou não, por acaso não me interessa nada, só comentei mesmo porque gosto destas discussões sobre números eheheeh há cada maluco. Bjs. Maria_S

  11. Por acaso acho que estás a fazer mal as contas (não é que me interesse, mas gosto de matemática). 0,50 são 0,50€ (50 cêntimos) porque não existe 0,50 cêntimos. Se querias dizer 5 cêntimos devias ter escrito 0,05€, por isso 3000*0,50€ são 1500€ :). Bjs. Maria_S

  12. Ó Contador de Cenas, acertou em tudo ao lado. Eu até disse que o Arrumadinho é empreendedor, realmente, e que ideias não lhe faltam.
    Também disse que não quero escrever um livro. Mas obrigada pelo incentivo. Realmente hoje em dia qualquer um pode escrever um, mesmo que seja sobre cocó. Sou livre de ler ou não ler, tal como sou livre de achar uma porcaria ou não. Ou tenho de fazer vénia antecipadamente porque é do Arrumadinho? Não me parece. A qualidade de um produto vai ser sempre analisada pelo consumidor, e este livro (produto) parece-me desde a sua génese mau.

    Só posso pronunciar-me se for para dizer bem, é? Cada vez mais acho isso, nestes blogs todos.

    Cumprimentos também para si.

    VN

  13. Deixa-te lá de trocos e escreve mas é livros!

    Não sei porque é que perdes tempo a contar moedas…ainda se fossem notas…das grandes….

  14. Não costumo ser gaja para alimentar este tipo de polémicas mas neste caso, e porque estamos a falar de algo que eu dou muito valor (a escrita), tenho que dizer a única coisa que me parece importante: Parabéns pela excelente iniciativa, pela originalidade e tenho a certeza que vai ser um livro giríssimo ainda mais por ser baseado em histórias verídicas.

    Continua…e que tenhas muitas ideias semelhantes xD

    (ocadernodeardnas.blogspot.pt)

  15. olá, sou o anónimo das 14.40.
    só uma pergunta, que já ando há uns tempos para fazer: como faço para adquirir o teu primeiro livro?
    obrigado.

  16. arrumadinho mas quando escreve 0.5 centimos todos nos lemos como 50centimos..porque o simbolo da moeda nacional é o €..logo não há simbolo para o cêntimo
    logo qualquer parcela de euro terá de ser bem escrita..
    se queria dizer meio centimo deveria ter escrito 0.005€ .. assim como 1 centimo são 0.01€ certo?

    ou agora é tudo maluco aqui quer ver??

  17. Querido Arrumadínho pelas contas são 150€ a cada pessoa nao 15€ mas nao se esqueça q prometeu pagar se vender as 3000 edições!!!!!! Ai ai mas se fosse 150€ perdia o dramatizamos da coisa né????15€ ninguém liga!!! Lolol

  18. Porra mas há algum mal em tu ganhares dinheiro com algo teu?
    Ai as histórias são de outros…e então? Não disseste para q querias as histórias?'

    É pá…não te rales com essas merdinhas. A sério.

  19. E quem já enviou uma história antes desse post, pode ser contactado a participar ou está excluído?

    Penso que será mais um livro a dar um contributo importante ao esclarecimento de um tema (sempre) complexo.

  20. Cara Sofia. Está a misturar duas coisas. Uma é eu escrever o livro para me encher de dinheiro, como foi aqui sugerido, e como eu demonstrei no post que não irá acontecer; outra é não ter qualquer objectivo comercial. Se procurar, não vai encontrar nenhuma frase minha em que digo que não quero ganhar dinheiro com o livro. Escrever é a minha profissão. É com o dinheiro que ganho a escrever que pago as minhas contas. E, como qualquer pessoa, preciso de ganhar dinheiro para viver fazendo o que sei fazer, que é escrever. Agora, pode ter a certeza que não vou enriquecer com este livro. Se der muito dinheiro, óptimo para mim. Se não der, quem perdeu o seu tempo para ganhar quase nada fui eu.

  21. A questão pertinente é: então se o teu objectivo não é o negócio (portanto o €) e se apenas queres partilhar histórias a fim de ajudar outras pessoas eu pergunto:

    PORQUE RAZÃO ENTÃO NÃO REVERTES OS LUCROS DO LIVRO PARA ALGUMA INSTITUIÇÃO? Como estamos hoje em dia e como o teu objectivo não é o dinheiro parece-me pertinente juntares a ajuda aos leitores com a ajuda a quem precisa verdadeiramente.

    Sofia

  22. Após ler o "convite" de ontem entrei em reflexão quanto a uma eventual participação da "minha história pessoal"´. Após ler o post de hoje, não tenho mais duvidas e, se assim o permitir, gostaria de contribuir para "o seu enriquecimento particular com as histórias dos outros"! Desculpe o tom sarcástico mas realmente essas pessoas "interessadas nos direitos de autor desde que seja lucrativo" não fazem mesmo a minima ideia do trabalho, dedicação e tempo gasto numa produção de um livro. A sua "explicação para burros", isto é, bem detalhada,exemplificada e clara, está fantástica! parabéns pela iniciativa do livro e escolha do tema!

  23. WTF! A discussão já ficou esteril. Gosto da ideia do livro! Não gosto fo facto de haver gente desocupada o suficiente para ocupar o tempo de ocio a mandar os outros abaixo. Escreva o livro faixavor que já fiquei em pulgas…
    Mas o que mais adorei foi a discussão dos centimos, edificante!

  24. Já que isto é um espaço de discussão, o que muitos não percebem, vou dar também a minha opnião (se ninguem me apredejar depois claro).
    Pessoas, primeiro, não fiquem super ofendidas com o resto dos leitores deste blog que não acham a ideia brilhante. Isto, como referi anteriormente, é um espaço de discussão. Se o autor do blog não quer ver este tipo de comentarios tem facil remédio: fecha a caixa a comentarios anónimos. Depois poderá ter a liberdade de apenas se poder deliciar com comentários deste defensores super dedicados. Como uma vez um professor disse "Aqui só estou para criticar, não é para te dar palmadinhas nas costas. Para isso tens a tua mae , e mesmo essa foi geneticamente concebida para o fazer".
    Para mim, tanto se me dá se o dinheiro vai todo para ti ou não, não é nada escandaloso nem nada do outro mundo. No entanto, acho sinceramente que se pretendes que a tua escrita seja a proxima Margarida Rebelo Pinto então estás no bom caminho. Digo isto porque :
    Quando vim aqui a primeira vez, cativaste-me com a tua escrita. Li um texto que julgo que seja sobre a morte de um familiar ou coisa parecida e tocou-me especialmente. A partir daí continuei a vir regularmente na esperança de encontrar textos assim.
    Seguiu-se a ideia , na minha opiniao lamentavel, de tornares isto num site de encontros online. Aí torci o nariz. Nao com ar de julgamento, mas sim porque simplesmente nao faz o meu genero.
    A partir daí sucederam-se os textos sobre relaçoes e uma série de textos à doctor Love.
    Não sei o que tens feito ultimamente, porque deixei de visitar tao regularmente o teu blog simplesmente porque ja nao me identifico com a tua escrita, mas cada um é livre de escrever o que quiser e seguir o rumo que muito bem entender.
    Não acho de todo brilhante fazeres um livro sobre o blog (o 1º livro) , eu pelo menos nao gastaria dinheiro numa coisa que ja esta online (ou quase). Assim como nao acho tambem brilhante a ideia deste livro sobre relaçoes e conselhos amorosos, no estilo livro de auto-ajuda. Acho que poderias benfeficiar se dedicasses este tempo a tornares o teu romance memoravel.
    É a minha opinião. Podem apredejar agora se quiserem sérios defensores.

  25. só vi esta discussão agora e por isso o meu comentário, assim o espero, vai servir para pôr um ponto final – sem querer parecer pedante.
    estamos num país livre e se um de nós quer escrever um livro, deve poder fazê-lo. se for bom, óptimo, ganhamos todos, se for mau, paciência (não vai ser o primeiro nem o último nessas circunstâncias).
    se não queres estudar na faculdade ou se chegas a meio do curso e queres ir trabalhar, porque não? se não queres casar e queres andar por aí a comer meio mundo, porque não?
    se queres ir beber copos ou ver os jogos do belenenses, porque não?
    o arrumadinho quer escrever um livro e foi transparente sobre isso. óptimo!
    podemos criticar o livro depois de ele existir, dizendo isto ou aquilo.
    AGORA PORQUÊ CRITICAR ANTES UMA COISA QUE AINDA NEM EXISTE?!!?!?
    inveja, inveja, inveja.
    não me lembro de estas pessoas terem criticado os livros do goucha (que não são de culinária), nem o livro do jorge gabriel (sobre os avós) nem o livro de receitas da clara de sousa….. tudo génios da literatura, certamente.
    finalmente, isto dos blogues e do fb tem uma coisa horrivel: é que toda a gente se acha no direito de ter uma opinião. sem parecer pedante, sabem o que é escrever um livro? a angústia do ecrâ do computador branco e preenchê-lo com não sei quantos caracteres de uma forma que cative e faça sentido? não devem saber, porque se não não tinham escrito o que vi aqui. é isto, toda a gente se acha no direito de criticar porque acham que isto (como qualquer outro trabalho séerio) é fácil.
    logo a seguir falam mal dos economistas, dos professores, dos engenheiros, dos juizes, dos designers, dos padeiros, etc.etc. tudo fácil, não é senhores?
    mas não me lembro de os criticar, por exemplo, aquelas bimbas da televisão que de manhã são empresárias e mães, à tarde são jornalistas e à noite, nas festas, são modelos…..
    tenho dito.

    arrumadinho, venha daí o próximo post
    e aparece no porto para apresentares o livro, que a malta paga-te um copo!!!

  26. LOL
    Antigamente dizia-se que os velhotes analfabetos das aldeias deviam ter cuidado para não serem enganados nas suas reformas e negocios em geral.
    Resumindo : nao deviam ser muito crentes em tudo o que ouviam.
    Hoje curiosamente formou-se uma classe de gente "supostamente" qualificada, cosmopolita, supostamente informada, mas que no fundo continuam com uma mente muito fraquita e influenciavel.
    Talvez seja depressao, solidao ou então simples falta de estrutura intelectual e emocional.
    Nao sei bem.
    É só dar uma volta pelos top-blogs da blogesfera e só de encontra gente que eu podia jurar que têm 15 anos e estão naquela fase parva e infantil de colar posters de boys bands no quarto e sonharem em casar com eles.

    Parece que estou todos a ficar mais infantis e ingenuos.
    Ainda no outro dia li uma autora de um blog mais ou menos "amigo" deste a relatar um viagem ao Dubai e a dizer que aquilo é um paraiso e que toda a gente devia ir para lá morar. Ate me deu vontade de rir/chorar com tanta infantilidade e burrice que vai por esta blogesfera.

    Gente tão influenciavel

  27. "Que mundo! Poderia ser maravilhoso se não fossem as pessoas." Woody Allen

    Boa Sorte para o projecto, e que as histórias fiquem registadas,que para quem não tenha a possibilidade de as publicar, tu sejas a "moleta" 😉

    Já os "velhotes" me contaram,

    o que desejares para os outros vem para ti a dobrar

    ELE

  28. è por isso que este pais não vai para a frente. Pensam que isto é o EUA ou Brasil ou paises maiores em que as pessoas lançam qualquer coisa e vendem a milhares de pessoas. Grande lucro que vais ter a ver pelas horas que vais estar a gastar no livro deves ganhar muito á hora. Mais daqui a bocado vão dizer que 5euros hora é muito…Emfim

  29. Sinceramente não percebo a polémica instalada…

    Quantos livros há por aí que são escritos com base em testemunhos de pessoas? Quantos não os há que relatam histórias ou acontecimentos que não saem directamente da cabeça do escritor, mas que chegam ao papel através do dito? Já alguém escreveu a esses escritores a acusá-los de estarem a ter sucesso à custa da "imaginação" de outros e de não lhes pagar por isso?

    O autor da publicação será sempre um e só um: o Ricardo. As histórias que nela vierem a ser relatadas são testemunhos de pessoas que escolheram partilhar algo da sua vida. Se depois se gosta ou não deste tipo de livros, se se acha, ou não, útil a partilha dos amores e desamores de outras pessoas, isso já é outra conversa.

    Assim sendo, se as críticas do lado do contra abordassem a questão do interesse ou não do tema do livro, eu até percebia. Estaríamos a trocar ideias sobre se um livro com o tema x nos interessava ou não e as razões para essa escolha. Agora, estar a criticar – de forma não construtiva e, no caso de alguns dos comentários que já li por aqui, de forma quase agressiva e a roçar o "se-eu-não-posso-ter-sucesso-a-escrever-livros-porque-ninguém-me-conhece-então-vou-dizer-mal-de-quem-o-pode-fazer" é que não percebo de todo.

    Gostando-se ou não do Ricardo, da escrita dele e dos temas que escolhe para os seus livros, estar a fazer acusações de que o eventual sucesso desta futura publicação se deverá às histórias relatadas ao autor e, ademais, transformar isso num caso de desonestidade e aproveitamento por parte do mesmo, não faz, na minha humilde opinião, qualquer sentido.

    "Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo". Oscar Wilde

    wwww.oquesepassaquandosepassa.blogspot.com

  30. Que gigantesco disparate esta discussão toda!
    Mas o homem não pode escrever o livro que quiser? Pedir a colaboração que quiser, a quem e como entender?
    Onde é que aqui alguém é obrigado a fazer o que não quer?
    O pedido e as regras são claras. Cada um faz o que entender.
    É inacreditável como até acerca da bondade da temática se escrevem lençois de texto. Se o livro será viável ou vendável, isso o mercado dirá. O mercado, entenda-se as pessoas.
    Cada um investe o seu tempo no que quiser, gere as suas disponibilidades como puder ou souber. Pelo amor da santa! Se há coisa que me indispõe é o desrespeito pela liberdade de cada um e pela livre iniciativa. E note-se: eu não vou comprar o livro. A temática não me interessa.

  31. Ninguém é conselheiro de ninguém… é partilha! Não concorda… não perca tempo com dissertações… vá à sua vidinha, mude de direcção, preocupe-se com aquilo que é importante para si e crie algo que considere de valor! Seja coerente… não faz sentido andar a seguir um blog pessoal.

  32. Cara Marta, a minha matemática nunca foi brilhante, é um facto, mas desta vez é a sua que está a falhar. Ou se calhar é o Português. Eu escrevi "meio cêntimo" e não "cinquenta cêntimos". E 3000 x 0,005 euros dá, efectivamente, 15 euros, e não 1500. Não estava a achar que um livro daria bastante lucro se cada uma das 50 intervenientes recebesse 1500 euros?

  33. na minha modestíssima opinião, o anónimo das 10:03 disse tudo. Assino por baixo. Mas todos os que têm uma visão, digamos, diferente, são mesquinhos, invejosos e claro, acima de tudo, burros e lentos. Assim seja.

  34. Sr ou Sra Anónimo(a) o que não percebo é pq isto o repugna! É uma ideia, quem se identifica colabora, quem não se identifica não colabora, não compra, não lê, não nada! Ou vai comprar e ler o livro só para criticar e vir aqui dizer que o(a) repugna??? Tenha ideias suas, tão diferentes como esta e publique, pode ser que nos identifiquemos (público em geral) e queiramos acompanhar!

  35. Fiquei baralhado com tantos números.

    Boa sorte para o projecto e que seja um sucesso. Este país precisa de sucessos. Teus. Meus. De quem te apoia. E de quem te critica.

    Assim, Portugal seria bem melhor.

    Força. Abraço.

    homem sem blogue
    homemsemblogue.blogspot.pt

  36. Eu acho que se quer escrever um livro, força. Se as pessoas querem enviar-lhe as histórias, força. E não acho que tenha de dividir os lucros, pois as revistas cor-de-rosa também falam dos casamentos, divórcios, separações, nascimento dos filhos, etc, dos outros e não pagam a cada "vip" de quem falam.

    Confesso que não sabia de todo que um autor de um livro ganhasse uma percentagem tão pequena (embora tivesse ideia de que não fosse uma fortuna). Só acho que nas suas contas, falta aquilo que vai ganhar (já que faz as contas ao que ganhariam os supostos autores da história). Mesmo que dê 15€ a cada pessoa que lhe enviar uma história que seja publicada, o Arrumadinho receberá 2250€. E não havendo partilha de lucros (o que faz sentido) receberá 3000€ (o que sou sincera, não acho pouco para um livro deste género). Sim, a ideia é sua. Sim, é o seu nome que vai constar no livro. Sim, devemos ter ideias. Mas de facto não é só os seus leitores desocupados e mesquinhos que o dinheiro faz mexer (porque com certeza não escreveria este livro se não fosse receber nada).:)

  37. Ai essa matemática, sr. Arrumadinho! O anónimo tem razão: 3000 x 50 cêntimos são, de facto, 1500€. Ora faça lá as contas como deve ser. Se multiplicar, por exemplo, metade desse número, ou seja, 1500 exemplares pelo dobro do valor, 1€ também lhe dá 1500€…

  38. Olá! Sou nova nisto de seguir este blog, vim por intermédio das leituras da Pipoca em NY e gostei tanto do que li que passei a seguir lol e ontem qdo li o post do livro achei a ideia mto gira e pensei que se visse o livro o compraria e quiçá até poderia enviar um mailito com umas historiazitas! 🙂 E para quem só leu akele post e agora esta a ler este sinceramente acho q o problema das pessoas é não terem tido a ideia principal do mandem-me a vossas histórias! Ha quem goste mto de criticar e mesquinhar (se é que a palavra existe lol) é um facto, mas se estivessem a ler num blog estrangeiro ate louvavam a ideia e achavam mto a frente e tal, mas como é Tuga, há que ligar o modo mesquinhice e lá vai o blábláblá dos direitos de autor, do questionar as qualificações do autor, do e não se paga a quem dá as histórias??? Eu cá acho que só colabora quem quer, só colabora quem se identifica com a ideia, quem não se identifica não critique, não mande o mail com as histórias, não invente dinheiros e direitos onde não fazem sentido existir. Não gosta, não veja! Quem gosta, vê e continua a seguir! Que é o que eu vou fazer! SRs que não gostam: arranjem ideias giras, levantem o rabo do sofá, escrevam livros e cenas, publiquem e o povo ta ca pa ler e decidir se são bons. E pronto isto td para dizer que gostei da ideia do Arrumadinho. 🙂

  39. Mas olha que tem piada…porque raio não vão trabalhar em vez de se 'encostarem' ao trabalho dos outros? Tem muitas folhas no chão para serem limpas.
    Ricardo … porque raio não COBRAS TU por cada historia que seja colocada no livro?
    '…mesquinhez' – esta tudo dito.
    E

  40. Para mim e para muita gente, não é a questão do dinheiro que poderás receber que interessa. Se vais ter o trabalho de ler os choradinhos e transformá-los em histórias legíveis é justo que sejas recompensado monetariamente. As minhas dúvidas são: os relatos de relações mal sucedidas ajudam quem? e porquê? Se cada um de nós tem a sua individualidade, uma relação em que há (pelo menos) duas pessoas nunca será igual à relação da vizinha do 2º esq. com o namorado dela. Ler que o Quim Zé dizia à Mariazinha que ia jogar futebol mas se enfiava debaixo dos lençóis com a Soraia Vanessa serve para quê? Já há muitas telenovelas, ligeirinhas e gratuitas, que nos mostram isso, achas mesmo que vale a pena destruir árvores para colocar isso em livro? achas mesmo que vale a pena as pessoas gastarem os poucos euros de que dispõem em "livros" que relatem essas histórias? E a tua opinião de homem serve para quê? O que tu achas que poderia ter sido feito para evitar o sofrimento ou o fim da relação é apenas a tua visão e só poderá servir se alguém vier a passar por uma relação que te envolva. Achas que és representativo de todos os homens? Elegeram-te para porta-voz? Sabes o que se passa na cabeça de todos os canalhas, egoístas, alcoólicos, agressores …. e de todas as amigas falsas, cabras e atiradiças? Sabes como lidar com pessoas ciumentas, possessivas e controladoras? Sabes como se superara a dificuldade da distância, da pouca disponibilidade e da ausência de tempo para partilhar? Como se pode ver na tua caixa de comentários e na blogosfera, há muita gente que apenas te considera ridículo e não se identifica com nada do que dizes. Também vais dar conselhos que envolvam essas pessoas que, na tua opinião, são mesquinhas, invejosas e conformistas?
    O país, as pessoas e, consequentemente, as relações são muito mais do que aquilo que tu já viveste (e que eu vivi) e a tua pretensão de conselheiro e conhecedor da mente humana é, de tudo, o que mais repugna neste projeto.

  41. Eu até posso achar que ninguém tem a sabedoria suficiente para dar conselhos matrimoniais (embora a verdade seja que de fora realmente consegue ver-se bem melhor a coisa do que estando envolvido/a no caso)… mas tendo em conta que:

    1. Trabalhando numa editora sei que os direitos de autor são muito baixos. Sendo assim, o que calharia a cada pessoa que te vai enviar textos é quase nulo.

    2. Só manda textos quem quer e só aceita as condições quem quer.

    3. Só compra o livro quem quer.

    4. Tu vais ter o maior trabalho em selecionar, reescrever e comentar…

    o que raio incomoda esta gente?? Não gostam da ideia, não comprem e/ou não partilhem as suas histórias. Agora se há gente que quer enviar textos e se há gente que os quer ler e se a ideia foi tua, por que não hás-de ser recompensado por isso?

    Oh pá, gente invejosa incomoda-me.

  42. Olá Ricardo,
    Em 1º Lugar gostava K esses tristes k não têm vida própria dessem a cara e se identificassem. Em 2º lugar acho k o Ricardo não tem nem deve justificar nada a essas pessoas se há alguem a quem e se quiser justificar é ao seu filho e á sua esposa. Por favor continue a fazer o k faz bem e não perca tempo com estes tristes. É por esta e por outras k somos como somos e estamos no estado k estamos.
    Bjs

  43. Anónimo WTF?!??!

    Se todos fossem como o Sr. Arrumadinho, pessoas que pensam e fazem (empreendedor), o país possivelmente estava melhor. Infelizmente temos muitos anónimos, que apenas mandam “pedras” e só estão bem a criticar. Fazer? Tá quieto.

    O seu segundo paragrafo matou-me… Cada um escreve sobre o que lhe apetece. A Margarida Rebelo pinto escreve sobre cocó e eu posso fazer duas coisas. LER e NÃO LER. Porque é que não faz o mesmo com o Arrumadinho e deixa-se de merdas?

    Acho que se quer escrever um livro, escreva. Dê-lhe o titulo “Psicologia de Algibeira – Para pessoas que precisam de ajudas diversas”.
    Força!

    Cumprimentos dos melhores que existem por aí,
    http://www.ocontadordecenas.blogspot.com

  44. Olá, costumo acompanhar o blog, mas nunca comentei, mas realmente, vivemos num mundo de oportunistas, pessoas mesquinhas que apenas se interessam em prejudicar os outros….boa resposta, e já agora bom livro 🙂
    Sandra Lemos

  45. Percebes agora porque o país nunca gerou riqueza? Percebes agora porque não crescemos (a vários níveis)? Percebes agora porque somos tão, mas tão pequeninos e ridículos?

    É por críticas dessas…e sim, as contas são mais ou menos essas. Muita gente não acreditará e muitos dos que lutaram contra o Projecto de Lei 118, era precisamente para aumentar os retorno para os autores. E nesse processo, acabei por descobrir o valor que é atribuído e pago aos autores…quando é pago e nos prazos ridículos que apontaste.

    E as pessoas esquecem, que as histórias que ficarão registadas…ficarão também registadas para memória futura e saem da esfera pessoal e efémera da web, dependendo do nível de privacidade e podem ter valor para quem ler essas histórias…e esse valor é impossível de calcular.

  46. Rapaz… para de te justificar! Qualquer dia alguém se lembra e toca a ressuscitar Camões e o Eça e toda a rambóiada porque afinal… que pouca vergonha (sic)! Então já morreram há tantos e ainda continuam a vender tanto livro?! Shame on them!
    Repito: deixa falar. Quem desdenha quer comprar!

  47. loool eu ia à falencia cm a minha dissertação de mestrado, por essa lógica! ahahahah
    tenham juízo! tal como eu disse no facebook, só envia as histórias quem quer! quem não quiser, ou não achar correcto o método do Arrumadinho, ou não concordar com o facto de não receber qualquer tipo de privilégio ou lucro do produto final, têm bom remédio, estejam caladinhos e quietinhos! digo eu…

  48. Não ligues Ricardo!
    É tudo pessoal com inveja e dor de cotovelo porque não consegue ter ideias e muito menos concretizá-las!
    Força com o projecto!! 😉

  49. Fui uma das pessoas que enviaram um mail com a minha história. No meio de tantas, as probabilidades de ser a escolhida são mínimas. Mas não importa. Não foi para exigir um cêntimo que o fiz. Nem para ver o meu nome num livro. Se a minha história ajudar alguém a evitar um desamor ou encontrar uma resposta ao porquê ou até mesmo ajudar a salvar uma história de amor vai valer por tudo. Penso que O Arrumadinho ficará mais contente com isso do que com o possível euro que possa receber. Mas isso é para quem acha que há coisas mais importantes que o dinheiro como o amor.

    Mesmo que a minha história de desamor não seja a escolhida sei que O Arrumadinho é capaz de perder 1minuto do seu tempo para me responder nem que sejam duas ou três palavras. Sei isso porque já lhe escrevi a pedir conselhos sobre outras áreas e me respondeu sempre, com mais ou menos demora, o que é normal porque ele também tem uma vida. E sei que acaba por agradecer de uma maneira ou outra a todas as pessoas que contam as suas historias. Porque foi para isso que o blog foi criado. Para ajudar a descomplicar esta vida de loucos. E não para ganhar muitos euros com certeza.

  50. Caro arrumadinho ainda se deu trabalho de responder, ou de dar uma explicação!!!
    Pessoas mal amadas que nao sabem fazer nada mais que criticar os outros…nao vale a pena…elas nao mudam..
    Se em vez de criticarem, fizessem algo para terem algum sucesso na vida, ja nao tinham tanta inveja do SEU (arrumadinho) sucesso.Por isso faça o favor de continuar a escrever os seus livros para que nós possamos contribuir para a sua riqueza!!!:)
    obrigada por nós ajudar

  51. Nem perca tempo com idiotas como esses… Fiquei chocada com o pouco que um autor receba,e a quantidade de livros que se vende normalmente num ano, o tempo para receber… Além disso adoro as suas crónicas (livro de crónicas era uma boa ideia, prometo que não exijo dinheiro lol)Quanto aos idiotas que querem receber dinheiro é fácil, escrevem eles o livro…daaaahhh…lol… Parabéns pelo empreendorismo 🙂 Fico á espera do livro… Boa Sorte

  52. Nem perca tempo com idiotas como esses…Parabéns pela iniciativa e gosto muito das suas crónicas (boa ideia para livro e prometo que não lhe exijo dinheiro lol) Fiquei impressionada com o que as editoras lucram e com os 1000 livros que se vendem por ano, além de ter que esperar um ano para receber…Quanto aos que lhe pedem dinheiro por lhe terem contado uma história, ou não a contam, ou escrevem-na eles… Parabéns pelo empreendorismo :)Eu comprarei o livro 🙂

  53. Ahh Arrumadinho, a agressividade habitual na resposta, não é? Não há uma discussão neste blog que não acabe com troca de nomes fofinhos, não é?

    Eu continuo na minha, para mim a parte vergonhosa não é pagar ou não aos contadores de histórias infelizes. Como se prova, não falta por aí gente disposta (quem sabe até a pagar para) contar a sua historieca. Para mim a parte triste é haver tanto voluntário e tantas pessoas a bater palminhas à iniciativa de ajudar o próximo, que de certezinha é o grande propósito deste livro… É isso, não haja dúvida. Que louvável. Quase comparável a fazer missão em África.

    E repito que assim é fácil escrever livros – porque não é preciso puxar pelas ideias. Assim também eu escrevia um. Mas se eu chegasse com um manuscrito destes a uma editora, mandavam-me dar uma curva, porque ninguém me conhece. Privilégios pelos quais trabalhaste, talvez… E iniciativa não te falta, não senhor. Mas não, não vou escrever um livro destes, tão somente porque não quero. Para psicologia de algibeira, bastam-me as conversas com os amigos verdadeiros que tenho, aqueles de carne e osso, que se importam realmente com o que sinto e com o que me acontece; são eles que me dizem as verdades e que me ralham quando preciso que me ralhem. Para psicologia barata, prefiro a sentida; se precisar de verdadeira ajuda psicológica, procuro um profissional, não um jornalista que acha que sabe muito sobre relações humanas.
    Mas claro, isso sou eu…

    É, o mundo é mesmo dos espertos.

    VN

  54. a sério que houve mesmo pessoas a dizerem que só estavas interessado no dinheiro??? que tansas…. eu escrevo e já participei em livros, tenho amigos escritores…e sim estamos super milionários com isso, cheios de riqueza na alma pelos projectos que temos,quando a riqueza material é isso que tu dizes, no máximo recebemos 10% pela venda de um livro,acho que as pessoas não têm mesmo essa noção.Mas é como dizes,são pessoas que vivem da inveja do que os outros fazem,pessoas que no fundo se sentem frustradas por não serem elas a lançar projectos,pois preferem ficar sentados à sombra da oliveira e criticar quem de facto faz alguma coisa…Já sabes como é,há de tudo como na farmácia…

    uma vez mais parabéns pela ideia que eu achei FANTÁSTICA e sinceramente estou bastante curiosa, e quero esse livro na minha estante…abraços

  55. A trabalheira a que tu te dás… não penses que critico a tua vontade de esclarecer tudo, não é isso. É só porque as almas penadas vão continuar a criticar, digas o que disseres. Faz parte da essência infeliz dessas criaturas.

  56. Caro Arrumadínho nos posts q publicou nao vi ninguém a chamar lhe nomes… Mas mais uma vez o sr dr jornalista Arrumadínho chamou as pessoas de desocupadas e outros coisas… Enfim pouco tolerante e altivo ultimamente… Gostava do blog ultimamente … Agora cada vez mais esta menos interressante e casa vez menos tolerante e pedante… E uma pena pois gostava da sua escrita anterior desta nova nao me revejo minimamente e para quem venha dizer ai então deixe de ler… Tenho a dizer a tenho pena pq nao mudou para melhor mas sim para pior… E é pena pois para mim e menos um blog q eu leio… Para si q esta a tomAr um rumo diferente boa sorte …

  57. Ana,
    Há coisas que nem fazem sentido e o que a Ana disse é uma delas.

    Ai é preciso levantar, literalmente, o rabo?
    No seu trabalho, quando precisar de falar com alguém ou obter uma resposta não telefone nem envie e-mail e muito menos uma mensagem. É que a seu ver isto é puro comodismo. Vá ter com a pessoa, esteja ela onde estiver.

  58. Cara Ana,

    Quanto muito o Arrumadinho deverá creditar as pessoas que lhe serviram de fonte para o livro (que é o que normalmente se faz).

    Todos,

    Esqueçam lá a ideia dos direitos de autor porque isso só é pago a quem escreve o livro e não quem serve de fonte para o mesmo, senão já viam o que era toda a gente que faz parte duma bibliografia de algo ter que receber dinheiro? Era impensável.

  59. Minha cara, Ana. Se a Ana não sabe o que é investigação, então, problema seu. Eu levanto o rabo do sofá quando tenho de o fazer, e levantá-lo-ei as vezes que forem precisas para ter as melhores histórias. Cá está um exemplo de quem quer criticar e não sabe bem por onde. Onde é que leu que eu vou escrever as histórias tal e qual como me chegam? Eu escrevi sobre o meu método de trabalho? Sabe como é que as coisas vão ser feitas. Não sabe. Se não sabe, então, não diga disparates. Pode ser?

  60. Pois é Caro Arrumadinho, é o apanágio dos amigos portugueses: Criticar é connosco, mas fazer… já é outra conversa. Lembra-se da Isabel Jonet? Crucifica-se porque pode ser melhor de que nós. E melhor do que nós é que não!! Mainada!
    Venha de lá esse livrinho que vou ter muito gosto de contribuir para a sua riqueza desmedida!

  61. Mas então porque é que não levantas tu o rabo do sofá e vais ter com pessoas como um jornalista como deve ser que faz investigação, para fazeres o livro, e esperas que te caiam as histórias no colo? É isso que as pessoas não percebem, acho eu.

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