O grupo das mães

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A SÁBADO publica esta semana um trabalho da jornalista Vera Moura sobre um grupo de mães que existe no Facebook, que já tem mais de 7.500 pessoas, que debate diariamente questões relacionadas com a maternidade. Eu já sabia da existência deste grupo porque tenho várias amigas que andam por lá, entre elas a minha mulher (que entretanto foi banida). Habituei-me a ouvir cá por casa, ou em conversas onde estavam mamãs que pertencem ao grupo, uma série de comentários sobre alguns posts verdadeiramente ridículos colocados por algumas senhoras, mas também outras questões interessantes publicadas por outras mães. Como em todos os grupos, há gente que diz coisas válidas, há outras que dizem coisas próximas do disparate. Invariavelmente, falávamos cá por casa sobre o porquê de algumas mães colocarem dúvidas que não deviam ser postas ali, mas sim colocadas a especialistas, questões médicas — “devo dar este ou aquele medicamento ao meu filho?” —, questões individuais — “acham que devo deixar o meu filho de seis meses com a sogra?” — ou questões apenas parvas — “o cocó do meu bebé cheira muito mal. Acontece-vos o mesmo?” ou “o meu filho tem 21 meses e é doido por mamas. Já não sei o que fazer”.

Obviamente que perguntas como estas fazem qualquer um rir-se ou, por outro lado, deixam-nos alarmados. Mas as pessoas passaram a depositar a confiança em questões essenciais para os seus filhos nas respostas de um grupo de gente que não conhece de lado nenhum, em vez de recorrerem a pediatras, terapeutas infantis ou psicólogos? Isto é muito perigoso e um pouco revelador do mundo estranho em que vivemos, em que o senso comum de uma rede social se sobrepõe ao conhecimento científico.

Basicamente, era isto que se discutia cá por casa quando se falava do famoso “grupo das mães”. Um dia, a minha mulher esbarrou com uma questão demasiado ridícula, que dizia qualquer coisa como: “Acham que devo deixar o meu filho de seis meses com a minha sogra? Tenho medo que ele venha de lá com maus hábitos”. Na sua página pessoal de Facebook, não na do blogue, escreveu um post divertido que dizia: “Qualquer dia escrevo um livro com as melhores perguntas do grupo das mães, como esta” e acrescentou a pergunta deixada pela mãe. Algum amigo dela terá visto o post e alertou a gestora do grupo das mães, que ficou indignadíssima e a expulsou do grupo. Isto foi há umas três semanas, ou coisa parecida. Na altura, achámos a atitude divertidíssima. Expulsar uma pessoa porque, na sua página pessoal, brincou com um post verdadeiramente ridículo colocado no grupo é mais ou menos a mesma coisa que o Benfica eliminar um sócio porque na sua página de Facebook disse mal do Jorge Jesus. Não faz sentido. Mas a verdade é que esta situação gerou uma indignação generalizada entre as mães, que quase forçaram a gestora da página a expulsar a autora do crime.

Ontem à noite, a minha mulher veio ter comigo e perguntou-me se tinha a SÁBADO. Disse-lhe que sim, e perguntei porquê. “Parece que vem um artigo sobre o grupo das mães”. E vinha mesmo, assinado pela Vera Moura, uma excelente repórter, recém-mamã, e que sabe bem o que são questões pertinentes relacionadas com a maternidade, e outras que são só, vá, hilariantes. O trabalho foi feito com o conhecimento da administradora do grupo, Filipa Fleming, que falou à SÁBADO sobre tudo isto, ou seja, tInha perfeito conhecimento de que o artigo iria sair, não houve aqui uma tentativa de fazer um trabalho a gozar com o grupo, mas de explicação do que é o grupo, e das coisas boas e menos boas que por lá se dizem.

Como estou de licença de paternidade, não tenho ido à revista. Volta e meia troco uns mails e umas mensagens com as pessoas da minha secções, para saber como andam as coisas, falo com alguns amigos, mas nada sobre a revista.

Ao que parece, neste momento, a teoria que corre no grupo das mães é que fui eu que encomendei este trabalho à jornalista, a pedido da minha mulher, como vingança pelo facto de ela ter sido expulsa do grupo. Confesso que quando ela me disse que se estava a discutir isso soltei uma gargalhada. Eu? Mas isso agora sobrou para mim? Perguntei-lhe.

Por isso, queria deixar aqui uma mensagem às senhoras mães indignadas do grupo em causa. Nos últimos seis meses, falei uma vez com a Vera Moura: ontem, quando fui à redacção tratar de uns assuntos pessoais. Ontem, recordo, a revista já estava nas bancas. Também não falei com ninguém da secção de Sociedade, onde saiu o artigo. Nem fazia ideia de que o estavam a escrever. Ou acham mesmo que eu, estando em casa, de licença, passo o dia a pensar no que vai ou não sair na revista? Não passo. Tenho mais que fazer, como bem devem saber, já que também estiveram de licença.

E agora a parte importante. Naturalmente, que é incontrolável a qualidade dos posts colocados por todas as mães. Num grupo com mais de 7 mil membros, haverá sempre questões que fazem pouco sentido. No lugar de atacarem quem alerta para isso, deveriam, sim, falar com as pessoas que deixam esses posts hilariantes e, em vez de dizerem “sim, deixe o filho com a sogra” ou “sim, dê-lhe um benuron que isso passa” explicar-lhes que o mais aconselhável é consultarem um especialista, porque só assim estarão a ajudar, verdadeiramente, os vossos filhos. Cada caso é um caso, cada criança é uma criança, por isso, poderá ser muito perigoso entrar em generalizações quando as questões são demasiado individuais. Se o fizerem, sim, estarão a prestar um bom serviço à comunidade do grupo.

Acho muito saudável que exista um grupo das mães, como até gostava que houvesse um de pais. E sou totalmente a favor da partilha de experiências e de conhecimento. Mas sou contra a desresponsabilização, sou contra o achar-se que se uma coisa resulta comigo vai resultar contigo. Alertar para esses perigos é, também, um serviço a essa comunidade.

104 Comentários

  1. Acho que tem toda a razão, no que diz respeito a este tema. Mas eu também fui banida da página de facebook da sua esposa por ter uma opinião díspar da mesma… E não ofendi, não fiz pergunta estúpida nem chamei nomes a ninguém! Digamos que não sei se fui banida ou não, mas pelo menos fui proibida de dar a minha opinião ou fazer like no que quer que seja… Se calhar é hábito comum em páginas de âmbito público.

  2. Sou quase finalista de Medicina???!!! A serio que escreveste isto? Bom para ti, eu sou medica, pumba, ganhei. Todo o pais sabe que se abusa dos antibioticos, ate a minha empregada que so estudou ate ao 3º ano e mal sabe escrever, nao e preciso ser medico para o saber.
    Sao pessoas como tu que me fazem ter por vezes vergonha da classe profissional. E sao pessoas como tu que fazem com que Portugal ache que todos os medicos sao pedantes.
    E o comentario do Halibut e no minimo estupido, quase a roçar o tu-e-que-es-tens-cara-de-jacare-estas-a-ver-te-ao-espelho-quem-diz-e-quem-e… Tambem ha quem tenha prurido aquagenico (simplificando, “alergia” a agua que nalguns casos chega a criar bolhas de extensoes dramaticas) e nao e por isso que vais ligar ao pediatra cada vez que queres dar banho a criança.

  3. Arrumadinho

    Já ensaiei uns 5 comentários e depois perco a vontade.

    Começando pelo óbvio: seja no facebook seja numa conversa de café é errado e má língua pura andar a gozar com as pessoas nas suas costas.

    Haja algum sentido de decência e bom senso e não passar por cima desse facto como se não tivesse mal nenhum!

    E comparar a mãezinha com o Eusébio ou Jorge Jesus é descabido. Essas são figuras públicas – como tal infelizmente sujeitam-se às opiniões de quem passa. Até vocês com os blogs se sujeitam – e mesmo assim gostam de poder controlar essa sujeição com os “comentários moderados”.

    A mãezinha não é uma figura pública. Confiou, bem ou mal, na decência das mães só por serem mães (foi burrita). E ainda por cima não beneficia da capacidade de regular os comentários porque a pipoquinha resolveu que tinha imensa graça copiar o post para o seu blog PRIVADO onde tem 500 BFFS sem ter a decência de apagar o nome dela. Custava muito pipoca? Precisava mesmo do nome?

    O que me leva à diferença entre a conversa de má língua no café e na net. Sendo os dois maus, o segundo é bastante pior, porque (1) fica um registo escrito permanente e (2) pq a probabilidade de pegarem e replicarem é imensa (como se viu aliás).

    Por último, os posts do arrumadinho: sabendo a visibilidade que o arrumadinho e a pipoca têm, sentir necessidade de vir escarrapachar este assunto desta forma – fomentando vários comentários depreciativos sobre o grau de tontice das mães sem ter o bom senso de usar a sua capacidade de moderar comentários neste efeito é deselegante.

    Esperava mais – mas aqui a burra toninha sou eu!

    Cumprimentos.

    Ps: ah, a teoria da conspiração é ridícula de facto. mas foi uma teoria de meia dúzia de mães em 7000. merecia mesmo um post?

  4. Bem, eu já não tenho filhos bébés portanto é normal que desconhecesse completamente esse grupo! Agora meu Deus, como é que a humanidade foi criada sem o grupo das mães?!?! Menos pessoas, ok?! E antes de haver facebook como era?! e net!? Por acaso as pessoas não criavam os filhos?? Caramba ao que chegamos

  5. Admiro a paciência para se justificar. Eu simplesmente ria-me com tal ignorância alheia e ignorava que é o que gente ignorante merece 🙂 para condizer com o nome!

  6. Pipoca e Arrumadinho estão incomodados?

    Confesso que acho uma grande piada, primeiro porque desconheço o grupo e depois porque vejo que ficam perturbados com tão pouco. Prova disto é este post.

    Concluo que têm bastante tempo para se darem ao trabalho de frequentar um grupo para apenas o gozar, há muita coisa alvo de risota. A vossa postura é uma gargalhada!

  7. Quem não tem jeito para mais nada, cria um blogue. Está na moda, é como ter um cão.
    De um momento para o outro tornam-se experts em moda, conselhos, maquilhagem, psicologia, etc, etc.

    Coitadinhos. E depois não distinguem um carapau de uma sardinha. Vão ao nutricionista, mas depois deixam as crianças beberem refrigerantes e comer bolos cheios de açucar ao pequeno almoço.

    Cresçam

  8. E a d. Rita acha que com 7500 pessoas é possível manter a privacidade.
    A seguir vai-me dizer que ainda acredita no Pai Natal.

    Como é que vocês criam os filhos, é uma coisa que me assusta. Têm dúvidas verdadeiramente rídiculas, o cheiro do cócó?????? Deixar o filho com a sogra?????????? O bébé é tarado por mamas????????

    Se não fosse tão triste, era para rir. A única coisa alegre, é que quando os vossos filhos forem para o ensino secundário estarei reformada. Olha, aturar filhos com pais destes. Cruzes credo!!!!!!!!!

  9. Que gente tão rídicula. Não sei como se criaram filhos quando não havia internet. Um bando de gente idiota que tem tempo a mais e não fazem nada.
    Tenham juízo, enxerguem-se e deixem de ser estúpidas.
    Vão ao Facebook e depois querem privacidade. E atenção que eu não sou fã nem da Pipoca nem do marido. Acho que ambos são demasiadamente tendenciosos.

  10. Mas afinal a Pipoca identificou ou não a pessoa em questão? Se o fez, ainda que na página pessoal é de muito mau gosto e falta de bom senso. Se não o fez… epah, arranjem uma vida porque todos (ou a grande maioria) critica e comenta o que discorda e acha ridículo.
    De qualquer forma, alguém perguntar se deixa o filho de 6 meses em casa da sogra, e ainda achar que vai “apanhar” maus hábitos… ou o miúdo é sobre-dotado ou então sou eu que sou muito burra e não consigo perceber a pertinência da pergunta. Que a dita senhora tivesse dito que estava com receio de deixar o filho de 6meses com alguém, acho válido… colocar a pergunta nos termos que colocou é simplesmente cretino…
    E falarem de privacidade no facebook???? Seriously???? Ainda que seja um grupo fechado, tem mais de 7000 pessoas, é o facebook!!!! (não, não estou a justificar o facto da Pipoca ter publicado o comentário na sua página pessoal). Privacidade e facebook não andam de mãos dadas.
    Arrumadinho, como é óbvio às vezes concordo com o que diz, outras nem por isso, mas lá está ainda bem que não gostamos todos do mesmo, e há “discussões” saudáveis, mas hoje foi a primeira vez que realmente não gostei do que disse. acima dos 30 anos assumir que se goza com alguém… Sim, já critiquei imensa gente, mas há uma diferença entre gozar e criticar.

  11. Oh Filipa, eu sou médica há 10 anos e mesmo assim aceito que as pessoas tenham de partilhar alguns conhecimentos entre si. Em questões GRAVES, nenhuma mãe irá evitar falar com o pediatra antes de vir para o facebook. Mas não vão a correr para as urgências porque os miúdos têm febre, tomam paracetamol primeiro. Não? Bom senso e equilíbrio, como em tudo.

    E, como médica, também acho que, havendo questões reveladoras de muita ignorância e falta de bom senso, nenhuma delas é ridícula, nem é de bom tom ridicularizar o autor. Mas isso tem a ver com sensibilidade, boa prática e boa educação, nada mais.

    Fazer disto um apelo ao mau uso dos antibióticos é de um pedantismo e condescendência extraordinários. Vais perceber daqui a uns tempos que nem tudo é preto e branco neste mundo, que a Medicina é mais do que números e livros de texto.

    Quanto a estes posts, acho que a Ana (que imensas vezes pede opiniões aos leitores) foi expulsa do grupo por, tratando-se de uma “figura pública”, ter gozado com alguém que se limitou a fazer uma pergunta num grupo para mães, partilhando essa pergunta com outras pessoas que nada têm a ver com o grupo e identificando o autor. Parece-me lógico, mas enfim, isso sou eu.

    Gosto de ambos os blogs, acho que vocês são pessoas normalíssimas e divertidas, mas nem sempre concordo com as vossas posturas, como desta vez. E a única critica que tenho a fazer é mesmo o facto de vocês acharem (ou transmitirem que acham) que têm sempre razão.

    É que não têm, e desta vez, não tiveram.

  12. Oh!! Ritinha!! Mesmo a sério que disse isto????
    Acha que é mentira que os portugueses usam medicamentos á toa e sem receita, como os antibióticos??
    E que qualquer dia nada salva essas pessoas, se precisarem de antibi
    oticos em casos mesmo graves?
    Pense melhor…

  13. Sim, há pessoas que são alérgicas ao Halibut, e por isso quando têm “rabo assado” como diz não podem usar pomadinha e têm de consultar um médico. Ainda bem que você nasceu a saber tudo e que é uma especialista a tratar pessoas.

    Além de que quando tinha rabo assado, a minha mãe nao ia ao facebook perguntar a pessoas desconhecidas o que fazer. Ela tem cabecinha para pensar.

  14. Fundamentalismos e visões deturpadas pelas massas. Não conheço a jornalista que assina a peça, mas sim o marido. Foram pais há quase sete meses e acho muito natural a Vera interessar-se agora por temas com interesse jornalístico ligados à maternidade. Em concreto, acho a questão da generalizada confiança nas opiniões virtuais, como muitas vezes primeiro recurso anterior aos especialistas, muito pertinente. Sou mãe há um ano, eu própria tenho tendência a pesquisar tudo e mais alguma coisa na net, mas tento sempre, mas sempre, filtrar a informação. E nunca, em caso algum, sobreponho essa informação às indicações médicas. Como tudo nesta vida, o que é em demasia tende a ser prejudicial. Neste caso, o excesso de informação não filtrada nem validada…

  15. Continua a parvoíce por estes lados!
    Eu cá nem faço ideia do que é esse grupo de mães, mas li por aqui algumas perguntas apelidadas de idiotas pelo arrumadinho e como sou mãe de 3 filhos, não posso deixar de comentar.
    Oh pá, então não sabem que o cheiro do cocó dos bebés é super importante??!! Perguntem a qualquer médico que ele explica. Quando o Mateus começar a comer sopa e purés vão ver como o cheiro do cocó muda.
    Pois fiquem a saber que a cor e o cheiro dos cocós são importantes no diagnóstico de certas doenças.
    Também a questão das sogras “estragarem” os filhos dá pano pra mangas! A relação das avós com os netos, a relação das noras com as sogras… Tudo faz parte de problemas maternos …
    E vocês já analisaram os posts e comentários dos vossos blogues? a Pipoca mais dois? as calinadas e a estupidez que vai por lá nos comentários e também nos posts?
    Pois, vocês são os espertos que vivem à custa dos póneis que vos leêm e comentam e por isso podem rir-se dos outros.
    Que palhaçada!

    E oh arrumadinho, ainda estás de licença?!!!! saíste-me cá um mariquinhas!

  16. Palavras faltam para classificar como detesto aquilo que chamo de “mães extremosas”. Não há vida ou assunto para além da maternidade. Mas pronto, isso é com cada um. O pior é que ficam cegas e burras. E chatas e desinteressantes.

    Um dia fui a um almoço com 14 casais. Chegados à mesa, o que fazem elas? Começam a cascar que os maridos não ajudam, que fazem tudo mal, que não têm jeito nenhum. E comparavam qual delas mais sofria. E os gajos ali a ouvir, alguns sem ter onde se enfiar.

    Há pessoas para quem a maternidade é linda. Depois estas meninas espantam-se quando eles encontram outras, logo quando se dedicaram à família e deram tudo delas. Uma injustiça. É que deram tanto que se transformaram em bichos e esqueceram-se de ser elas próprias. A quantidade de mulheres que se transforma (para pior), tornando-se obcecadas, é assustador. E parece que andam todas na net.

  17. Caro Leandro,
    Aceito perfeitamente que não concorde comigo ou com o grupo.
    Quando referi que não era possível fazer mais nada por ela foi obviamente ironia. Não leia tudo de forma tão literal.
    Quanto à mãe que diz publicar no facebook pessoal, se se tivesse conhecimento disso seria expulsa.
    E mais, não sou amiga da pipoca no facebook e consigo ver todas as publicações que faz no seu mural privado.

  18. Boa tarde.
    Gostaria apenas de dizer que, apesar do comentário ser um pouco ridículo (ou não), não se deve copiar algo de um grupo privado para algo público. Quando muito, comentar com amigos, familiares. Eu era incapaz de fazer uma coisa dessas.

  19. Um grupo ou é fechado, ou é secreto, mas nunca fechado E secreto.
    Mais, um grupo de 7000 pessoas nunca é secreto.
    Quer-me parecer que muitas mamãs perderam o cérebro durante o parto..

  20. Cambada de gente perfeita e pais mais perfeitos que por aqui andam… vê-se mesmo que não fazem puta do que estão a falar.
    Existem estes grupos no facebook sim… eu faço parte de um vai já bastante tempo e é PRIVADO. e privado porque as pessoas que lá estão não são uns pseudo vips que gozam com tudo e com todos e respeitam o que lá está escrito. é feito para troca de opiniões e experiências e tem sido um grande apoio para todas que lá estão.
    Ainda bem que não apareceu por lá nenhuma mama e papa perfeito como estes que por aqui criticam e comentam o que não fazem ideia.

  21. Essa pessoa não devia ser identificada apenas no Fakebook, haveria de se arranjar forma de lhe colocarem uma indicação, tipo filme de animação, para que sempre que saísse à rua se visse “Fui eu que, através da rede social mais utilizada no mundo, fiz uma pergunta parva, desconexa, sem sentido, ridícula mas que era para manter segredo pois tenho um bocado de vergonha…”. É patético!

  22. “Não havia muito mais que pudéssemos fazer por ela”. Oi? Ai vocês fazem coisas pelas pessoas? A partilha de ‘experiências’, ‘vivências’ ou lá como chamam, através do Fakebook (that’s what I call it) nutre-vos de uma qualquer capacidade de fazer coisas que, segundo percebo, só são possíveis às pessoas que fazem parte do tal grupo? Sem comentários…

  23. Eu também já gozei imenso com muitas perguntas desse forum (e sim, tenho filhos pequenos) na minha página do facebook (e sim, fiz uma cópia exacta da pergunta e identifiquei a autora da pergunta) porque acho certas perguntas realmente absurdas.
    Também não compreendo como um grupo de 7500 membros pode ser considerado privado, mas são opiniões.
    Badicamente… ainda ninguémme expulsou!!!
    Á já sei piequê, não sou figura pública.
    E já agora,get a life!!!!

  24. Cada vez fico mais impressionada com a educação das pessoas. Partilhar o que é privado, é errado. Não ver mal nisso, é indescritível.
    Infelizmente, nestes tópicos consegue-se avaliar bem os valores de quem os escreve. É feio achar-se superior aos outros, muito feio.

  25. Tendo em conta a forma como expuseram ao ridículo a senhora que achou que a sua mulher não devia andar de mini-saia por ser mãe, é difícil acreditar que esta reportagem não foi uma vingançazinha infantil. Além disso, quem não deve não teme, nem tem que se justificar.

  26. A senhora coloca uma pergunta num fórum com mais de 7000 pessoas e quer manter o anonimato? Acredito que a Ana não tenha essa quantidade de amigos no Facebook. E quem garante à senhora que colocou o post no grupo que outras pessoas deste grupo não partilharam essa ou outra pergunta colocada?

  27. Mais um clap, clap! Como Mae q n escreve no grupo das Mães mas que acha q o Sr. Arrumadinho n sabe mais q os outros.. E q os outros podem fazer as perguntas q quiserem sem serem gozados por isso… ( nem toda a gente tem um pediatra privado para ligar sempre q quer…. )

  28. Eu sou como o c****. Sou sempre a última a saber. Sou mãe e desconhecia completamente o “grupo das mães”no Facebook. Acho interessantíssima a pergunta do cocó….bom,a pergunta sobre a auto medicação essa sim,é preocupante, Não é a primeira,nem será a última vez que surgem mães a fazerem esta pergunta. Se podem dar x medicamento aos filhos. Não entendo porque não perguntam elas ao Pediatra,que com certeza,é a pessoa indicada.. É um perigo e não percebo como as pessoas não têm noção disso. Enfim….como sempre adoro os teus posts,que esses sim,demonstram coerência.

  29. Sendo assim, não haverá qualquer tipo de problema se alguém retirar do blog da sua mulher ou do “a pipoca mais dois”algum texto e goze com a mesma, numa rede social. Eu diria até, e como já li várias vezes, que a sua mulher não iria gosta nem um bocadinho de ser gozada por gentinha.

  30. Sugiro que leia o meu comentário mais acima. O que é grave é que um membro do grupo tenha publicado o post ainda por cima identificando a mãe que colocou a questão.

  31. O que eu me ri com este comentário!

    Agora a sério: se calhar quem anda nestes grupos da internet não ter a devida percepção do fenómeno redes sociais.

    Ainda que virtuais e in silico, percebam que a malha destas redes funciona como relações cara-a-cara: fulano conhece beltrano que conhece sicrano que conhece a Ti Maria que andou à escola com fulano… ou seja, o que anda nas “pontas dos dedos” de 7500 pessoas dificilmente se mantém secreto, há sempre quem comente com amigos ou familiares. A coisa vai saber-se eventualmente.

    Quanto à questão da senhora que perguntava se devia deixar o filho com a avó paterna… bem, desculpem lá se vou ferir susceptibildades, mas acho que isso é algo a ser discutido com as pessoas da família que realmente conhecem a sogra da senhora. Perguntar isso à toa num grupo no Facebook onde [supostamente] ninguém se conhece é um tanto ou quanto tótó.

  32. Mas qual é a parte que as pessoas que comentam nesses grupos do FB não entendem que aquilo é PÚBLICO! Público, senhoras! Não venham cá dizer que o grupo é privado e mais não sei o quê porque já deviam perfeitamente saber que não é! Para tal basta apenas aderir ao grupo! Quem não quer que saibam da sua vida privada e da dos seus filhos, não faz perguntas deste género no Facebook! As pessoas que estão nesses grupos não estão obrigadas a sigilos! Quando muito estão obrigadas, como qualquer cidadão, a não difamar ninguém. Mais não. Se querem sigilo, vão a um pediatra, porque, este sim, está obrigado ao sigilo profissional.

  33. Pelo amor de Deus, que vidrinhos de cheiro que para aqui vão. Provavelmente eu também não ficaria muito contente se gozassem sobre uma pergunta que fiz, mas quem anda à lenha queima-se! E se partilham uma pergunta num grupo com 7000 e tal membros é porque não têm vergonha daquilo que vão perguntar ou das possíveis respostas à vossa ridícula questão (como é o caso)! Se calhar se a pipoca tivesse comentado no grupo que aquela pergunta era estapafúrdia e que não fazia sentido nenhum já estava tudo bem não? Se não acham mal nenhum na dúvida que colocaram não vejo porque se sentem tão ofendidas!

  34. Eu gostava mesmo de saber se A Pipoca identificou a pessoa no post, a maioria das identificações que se fazem de um perfil têm de ser aprovadas pelo dono(a) desse perfil se não têm essa opção sugiro que revejam as políticas de privacidade do vosso perfil…
    Porque isso sim é relevante pois se a coisa se limitou a uma observação não identificada, não vejo qual o drama.
    Em relação ao facto do artigo ser encomendado, já alguém por acaso pensou que o facto de este grupo ser comentado na página da Pipoca possa ter sido suficiente para levantar a curiosidade da jornalista!?
    A temática do efeito do Facebook nas nossas vidas é um tema recorrente, é natural que existam artigos sobre isso, não é primeira vez que um artigo de uma revista critica um grupo do Facebook.
    Não me acredito que o artigo tenha sido encomendado era dar demasiada importância a uma coisa sem importância, agora vir defender-se que não o encomendou acho natural, até porque aproveita este zumzum para gerar mais buzz.
    Só uma nota, há dúvidas estúpidas e ridículas sim, e só porque são mães e estão com as hormonas descontroladas não lhes dá o direito de acharem que ninguém pode gozar com elas… enfim parece que grávidas e recém mamãs são bolas de cristal a quem não se pode dizer nada!
    O problema deste país é que as pessoas preferem meter-se em casa a falar com desconhecidos pelo computador do que a arranjarem amigos!
    Isto é um assunto sério, hoje em dia valoriza-se mais o que se lê na Internet do que aquilo que os especialistas aconselham e isto é válido para todos os temas, veja-se por exemplo o problema que este tipo de grupos, fóruns e afins causam junto dos hipocondríacos.

  35. ” tornado público o conteúdo do grupo, que mais uma vez digo, é fechado e secreto”

    mas combinam-se crimes, conjuram-se feitiços, alinhavam-se atentados nesse tal grupo para que seja “secreto”???

    Mas tu queres ver que falar de cócó e de visitas à sogra passou a ser assunto de Estado???

    Caríssimas, saiam da frente dos pc’s e arranjem uma vida a sério.

  36. Que bem dito! Será que se apercebem que muitos dos seus posts estão carregados de absurdos e infantilidades? É tão fácil julgar os outros!

  37. A questão principal é muito simples:
    – A AGM pertencia ao grupo das Mães no FB, que é um grupo fechado e com regras definidas.
    – A AGM retirou um post desse mesmo grupo, publicou-o no seu FB, identificando a mãe autora do post.
    – A AGM violou as regras do Grupo.
    – A AGM foi expulsa do Grupo.

    É fácil de perceber?

    O grupo das Mães no FB é um grupo de partilha e de entreajuda como tantos outros. É um grupo onde se pedem opiniões, se partilham experiências, se colocam dúvidas. É um grupo onde estão representadas as mais diversas profissões, um grupo onde se procura e encontra ajuda para a resolução de problemas do dia-a-dia de mulheres que têm em comum o facto de serem mães.

    Lamento que enquanto jornalista não tenha a capacidade para perceber algo tão simples. Lamento ainda mais que, enquanto jornalista, seja tão rápido e lesto a fazer juízos de valor(!), a ridicularizar as pessoas, e a a fazer delas burras – coisa que não são.

    Acima de tudo lamento que o jornalismo, neste País, esteja nas mãos de gente deste calibre. Também é por isso que o País está como está.

  38. Olá Arrumadinho, gosto imenso de acompanhar o seu blog e o da Pipoca, sobretudo pela boa disposição. Quanto a este tema não me parece que fossem perder tempo em vinganças infantis, porque a ser verdade seria justamente isso e acho que devem ter mais com que se preocupar!
    Quanto ao grupo em questão, já ouvi falar.
    Se as perguntas, ou partilhas, às vezes parecem idiotas, ou pouco sensatas? Dependerá da perspectiva de cada um, eu não acho que existam perguntas parvas, uma duvida é isso mesmo, uma duvida. Aquilo que é claro e óbvio para mim, poderá ser estranho e dúbio para outrem e perguntar não deve ofender, nem deve ser ridicularizado.
    Se às vezes algumas questões podem meter graça, isso também depende do sentido de humor alheio, às vezes rio-me dos outros em determinadas situações e tb os outros terão legitimidade de o fazer em relação a mim! Há quem tolere isso melhor, ou pior…
    Se a Pipoca colocou (não sei se o fez) o nome ou identificação da autora da questão, não o deveria ter feito, fica deselegante, sendo ela (nessa altura) membro do grupo em questão… Se não identificou a autora acho que o drama todo foi um bocadinho exagerado, no que diz respeito à expulsão, se bem que à Pipoca não deve ter aborrecido muito ter sido expulsa de um grupo que achava um bocado palerma… Destinando-se o mesmo a uma partilha com a qual a Pipoca não se identificava, não fazia muito sentido importar-se com a expulsão.

  39. Deixando de parte a polémica do que é ou não privado no facebook, porque é complexo (o grupo pode ser fechado, mas estão lá tantas pessoas que não se conhecem mutuamente que por vezes a confidencialidade não pode ser garantida), não entendo mesmo porque acharam a questão do deixar a criança com a sogra ridícula.
    Embora o rapaz em questão tenha 6 meses, garanto por experiência, que algumas avós (leia-se algumas não todas, antes que seja atacada por uma avó ofendida) “estragam” o trabalho dos pais.
    Um exemplo de um caso que eu conheço é simples: a criança tem excesso de peso (quase como a Honey Boo Boo mas não tanto), os pais e o colégio tentam dar-lhe uma alimentação correcta, mas por vezes não podem ir buscar a criança e mandam a avó. O que é que a avó faz? Leva a criança a lanchar, apesar de esta já lanchar no colégio e deixa a criança escolher, ou seja, em vez de comer algo saudável, o mais provável é comer sempre bolos. Infelizmente os ditos pais não tem outra alternativa sem ser a avó e esta provavelmente só vai perceber o mal que está a fazer quando a criança tiver problemas sérios mais tarde (para já pensa que a criança está a crescer, logo não faz mal e outras opiniões do género).
    Isto é um exemplo, mas existem outras coisas, como interferir nos “ralhetes” e afins. Logo, acho perfeitamente normal que a senhora em questão tenha receio do que possa acontecer se começar a dividir a educação do seu filho com outras pessoas.
    E sinceramente não acho que quase ninguém vai a um especialista para saber a opinião acerca de onde deve deixar as crianças.
    Concordo porém na parte das questões farmacêuticas. Estas devem ser sempre tratadas por especialistas. É muito fácil dizer: ah está com febre dá-lhe um benuron que isso passa, mas a febre é um sintoma de tanta coisa que é sempre mais seguro ir a um médico.

  40. Sou uma mãe do grupo e lamento que a revista Sábado não tenha conseguido pegar nas melhores coisas que este grupo tem e passo a citar algumas: já ajudámos muitas famílias carenciadas através de bens e donativos, já servimos de consolo umas às outras em questões sérias e importantes, já arranjámos empregos, já enviámos bens portugueses para mães que vivem no estrangeiro e que sentem falta de alguns produtos nossos, já nos rimos com situações cómicas dos nossos filhos, já chorámos com situações menos boas dos nossos filhos, e muitas outras coisas tão positivas que têm feito tão bem ao espírito de cada mãe! Podia alongar-me falando da falta de ética que actualmente pauta em todos os nossos meios de comunicação social. Mas vou apenas questionar o seguinte, a que especialista deveria recorrer uma mãe para pedir uma opinião sobre se deveria deixar o seu filho de 6 meses com a avó? Ao pediatra? Ao médico de família? Ligava para a saúde 24? Ia às urgências ao hospital? Quem são os especialistas afinal quando o assunto não é saúde? Não será uma boa medida perguntar a 7000 mães ESPECIALISTAS porque também elas já tiveram esta dúvida? E para concluir, quem é que do alto da sua insignificância tem ou não moral para classificar uma dúvida como absurda? Devem ter nascido ensinados!

  41. É triste como estão a tratar um grupo que só quer ajudar. Claro que, como em todo o lado, há pessoas e pessoas… Mas não julguem 7.500 mães por dois ou três posts.
    Se a Pipoca foi expulsa, parece-me bem. Quebrou uma regra. Ou acha que não deve regras na sociedade?
    tudo bem, o grupo é grande, mas quando se está no computador a escrever não vemos 7,500 mães a olhar para nós. Vemos uma dúvida e uma porta para que seja respondida. Se lá falam de medicamentos, tb n concordo. mas e o resto? Ser mãe é a criança? E a mulher? N tem dúvidas relativamente a si? Ao corpo? às leis da licença de maternidade, escolas, e por aí. E quantas vezes essas mães ajudam outras? Porque não falam disso?
    Porque n falam da ajuda que tem sido dada a familias necessitadas? Em encontrar emprego para outras mães?

  42. Sara a Ana Garcia Martins foi expulsa do grupo porque publicou no FB a pergunta e identificou a mãe que a colocou. Gostava de ver as questões que coloca no grupo a que pertence escarrapachadas em praça pública com o seu nome e fotografia? Adorava, aposto….

  43. Por favor… nenhum comentário/pergunta é ridícula??? Para começar o seu comentário é ridículo…
    Como é que alguém coloca uma questão no forum se deve deixar o filho com pais ou sogros?? Mas quem é que conhece os pais os sogros para poder aconselhar/opinar convenientemente se não os prórprios filhos/genros/noras. Depois arranjem um pediatra que receba sms e em caso de dúvida (pertinente) contactem-no a horas decentes.

    Depois arranjem vida própria e amigas reais (não virtuais) e não sejam fundamentalistas.

    Quem quer dar de mamar dá, quem não quer não dá. Quem quer deixar com avós deixa, quem não quer não deixa.

    Critiquem menos e vivam mais a infância dos vossos filhos. O tempo que perdem no FB no grupo a comentar bem que podia ser dedicado aos vossos filhos. Caso estejam a descansar vão ler um bom livro, ver séris, etc que também ajuda a passar o tempo.

  44. (Que justificação tão longa para algo que não fez… peso na consciência?) Quanto ao grupo de mães, é on-line mas não é público. Quando se adere a algo e se fala em privado com alguém, essa pessoa assume que o que foi ali dito não vai aparecer em mais lado nenhum. É uma questão de ética e de educação para a cidadania, independentemente das coisas ditas serem parvas ou não. Sei que é difícil acreditar, mas nem todos somos perfeitos.

  45. O problema é que hoje em dia estes grupos e tipos de questões são o pão nosso de cada dia. O exemplo mais presente que tenho ( visto que não sou mãe) é o de miúdas a darem conselhos sobre beleza: os melhores cremes para cada pessoa, o tipo de maquilhagem certa, tratamentos, etc, etc… como se fossem experts no assunto. Incomoda imenso porque há sempre alguém que acredita nessas balelas e é como diz, ficam para trás opiniões de quem realmente sabe. Uma coisa é partilhar experiências, outra é aconselhar, e mal!!!

  46. Mas agora também há grupos para tudo? Então grupos de indignados é que não faltam, aliás, já deve existir o sub grupo do grupo das mães que será o das mães indignadas.

    Só quero acrescentar que nunca gostei tanto de não ter aderido a essa moda do Facebook!!

  47. Olá,

    Normalmente considero-o uma pessoa de bom senso….mas em relação a este tama tenho que discordar porque as pessoas podem até ter as dúvidas mais disparatadas mas são dúvidas de mãe (que penso que todas temos/tivemos num ou noutro momento) e que partilham num grupo que apesar de muita gente é fechado só para mães e onde à partida não se sentem julgadas.
    Acho de mau gosto uma mãe retirar uma frase/desabafo/dúvida desse grupo e partilhar a gozar ainda que seja na sua página pessoal. Com certeza que não gostaria de ver ninguém gozar com uma dúvida sua.
    Sobre se um grupo com mais de 7000 pessoas pode ser privado/sobre se as dúvidas são efectivamente idiotas, penso que são considerações à parte e que não intervêm com o cerne da questão que é: uma mãe num grupo fechado de mães onde as pessoas de boa fé confiam umas nas outras, retirou partes de conversas para mostrar um lado ridículo da maternidade.

    obrigada,
    Patricia

  48. Como estudante e quase finalista de medicina, concordo plenamente consigo. Um dos maiores problemas de saúde pública em Portugal é a auto-medicação, nomeadamente de antibióticos, o que faz com sejamos o país da Europa com MAIS microrganismos multirresistentes às terapêuticas (e por isso, mais difíceis ou impossíveis de tratar) devido ao seu uso e abuso sem aconselhamento médico adequado. Isto traz não só consequências à própria saúde da pessoa, que em vez de se estar a curar, pode mascarar sintomas que acabam por revelar mais tarde outro tipo de problemas e agrava a situação económica do país: com microrganismos multirresistentes, somos obrigados a gastar mais dinheiro em terapêuticas mais dispensiosas. Por isso é como diz: nada melhor do que consultar um especialista no que toca a medicação. Quanto ao resto, subscrevo o que disse: é saudável haver um grupo onde se possam tirar dúvidas pertinentes e partilhar experiências, mas não entrando num campo onde de facto possam haver riscos para a saúde.

  49. Como é que não querem ser ridicularizads e vêm para aqui dizer isto? COMO? Ahh!

    Minha senhora, entenda uma coisa: por serem 7500 idiotas juntas a concordarem sobre um assunto não faz com que tenham razão, não. Continuam apenas a ser 7500 idiotas juntas a concordarem sobre uma coisa, possivelmente idiota também.

  50. Eu não me acho melhor do que ninguém e acho ridículo. Quem tem acesso ao Facebook, tem acesso a livros do pediatra Mário Cordeiro, por exemplo. Se calhar, o problema está mesmo por ter de ler um livro (oh que grande chatice…)… Enfim, mentalidades…

  51. Não sigo este blog, e este texto hoje veio-me parar “às mãos” várias vezes pelo que acabei por ler. Eu não faço nem nunca fiz parte do grupo das mães, por opção, mas conheço outros.

    Chamam-se grupos privados, e só podem fazer parte deles 1. senhoras; 2. mães. É um grupo de partilha de experiências, e é muito fácil vir escrever a público o politicamente correto, passo a explicar, defenderem que o grupo não tem pés nem cabeça por trocarem impressões sobre medicamentos ou mezinhas para os filhos. Diga-me Sr. Arrumadinho, a sua mulher nunca trocou impressões com amigas sobre nada relacionado com a saúde dos vossos filhos? (Calculo que tenham filhos, de outra forma não seria membro de um grupo chamado “mães”).

    E troçar com as pessoas que estão sossegadas, a trocar impressões em grupos PRIVADOS onde se sentem confortáveis e seguras? Isso não passa bullying mascarado de pedantismo. Alguém foi fazer perguntas, ainda que possam parecer menos pertinentes, para a pessoa não era de certeza, na sua página ou blogue?

    Eu parto do principio que o sr. Arrumadinho desconhece o conteúdo das mensagens de grupo, porque seria muito feio e de mau gosto andar a ler através do perfil da sua mulher o que por lá se fala. Seria o mesmo que ouvir atrás das portas. A sério que está tão por dentro da blogosfera feminina?

    Qual o interesse de se emancipar nos assuntos de foro feminino, e vir escrever sobre o grupo da mães – grupo onde você nunca entrou e supostamente desconhece? É certo que sabe muito do que por lá se passa, mas foi a sua mulher que lhe contou. E faz diferença? Não está na mesma a violar a privacidade das pessoas que lá escrevem?

    Acho este post uma vergonha, e sinceramente, defender-se de ter ou não encomendado a reportagem, para se vingar de terem expulso a sua mulher de um grupo do FB? Who cares? Se o fez é poucochinho, medíocre, vingativo, e não tem escrúpulos. Ter escrito este artigo tornou-o poucochinho, medíocre, vingativo, e sem escrúpulos.

    Qual o tema da próxima publicação? Dores de parto?

    Inês Pinto Correia, sou mãe, tenho 3 filhos, nunca fiz parte do grupo, mas não faço disso assunto.

  52. “Este grupo é uma das poucas formas que muitas mães têm de contactar com o mundo”
    “Tudo é válido. Deixem os preconceitos para trás.”
    “venha quem vier…”

    Acho que está tudo dito sobre as frequentadoras deste clube.

  53. Como membro do grupo de mães gostaria de dizer o seguinte:

    Nenhuma pergunta ou dúvida de mãe é ridícula. Aprendi isso com o tempo e como mãe.

    O grupo é um espaço aberto ao diálogo e nenhuma mãe se deve sentir ridícula a perguntar seja o que for.

    Se aparecesse um comentário meu a ser ridicularizado acreditem que não ia ficar quieta.

    É óbvio que o grupo não é um substituto de consultas de pediatria mas posso dizer que já me foi extremamente útil mesmo em questões de saúde. Como em tudo na vida há que ter bom senso. Não falo na toma de antibióticos mas noutras coisas em que não entendo ser necessário falar com o pediatra.

    A Pipoca foi expulsa e eu percebo. E se há pessoa que não é fundamentalista sou eu. Não deveria ter divulgado um comentário de uma mãe, salvo erro, com o nome e tudo, a ridicularizá-la.

    Não devemos ter medo de ser mães e de ter dúvidas mesmo quando envolve cócós e sogros.

    Todas as dúvidas são legitimas.

    Não li a reportagem da sábado mas se é como diz, lá que parece ser uma vingançazinha parece! 🙂

  54. Olhe, o comentário era idiota. Se a pessoa não quer ser gozada, pense antes de teclar.

    E já agora, a Pipoca identificou a pessoa?
    Um grupo com 7500 pessoas pode ser considerado privado?

  55. Esse grupo é mais uma extensão daquelas mães que estão sempre muito indignadas nas reuniões de pais… Têm tempo a mais e precisam de sítio para hiperventilar.
    O melhor é ficar calado, deixar o balão encher e esperar que esvazie.

    É triste que se debatam assuntos delicados num fórum desta natureza.

    As pessoas encaram os filhos hoje com uma falta de bom senso atroz. Basta ir a qualquer parque infantil para ver pessoas que estão sempre em pânico com qq coisa que os petizes façam…

  56. Fico bastante satisfeita por saber que o arrumadinho e a sua cara esposa contém nesses cérebros a resposta a todas as questões que vos possam atormentar! A sério, acho que deveriam ser objecto de estudo! Sem dúvida que o vosso intelecto deveria ser prioridade de investigação! Certamente que ficariam resolvidos todos os problemas do mundo! Parabéns!
    Se se derem ao trabalho de sair da vossa bolha vão perceber que o mundo que vos rodeia é um pouco mais complexo do que aquilo que aparece nas revistas cor de rosa. Todas as dúvidas são pertinentes, ignorante é aquele que não questiona, que não tenta melhorar, aprender e pedir mais opiniões!
    A pipoca foi expulsa e muito bem expulsa! Foi a um forúm privado e partilhou e satirizou a publicação de uma mãe. Tem do o direito achar a publicação ridícula, mas tem o dever de respeitar e obviamente não pegar nessa publicação para a ir gozar nos seus blogs privados.
    Os valores são algo que não se aprendem em blogs, já vem do berço! Por isso a pipoca não estaria lá a fazer nada. Não havia muito mais que pudéssemos fazer por ela. Não queremos partilhar as nossas preocupações com este tipo de gente. Preferimos partilha-lhas com pessoas que fazem perguntas tontas e ridículas.
    Obrigada

  57. Será certamente difícil explicar a arrumadinhos e pipocas, o quão absurdas e hilariantes são as coisas que dizem diariamente nos seus blogues. “Revelador do estranho mundo em que vivemos”, é o que por aqui é dito, o que por aqui se pensa, e a quantidade de pessoas a que conseguem chegar.
    O grupo a que se refere, é um grupo de partilha de experiências, pessoas que estão a viver um período muito importante e intenso da sua vida e que têm dúvidas e momentos que querem partilhar e onde encontram muitas vezes palavras que as tranquilizam e lhes dão força. Antes das redes sociais, perguntavam-se as mesmas coisas apenas a amigos, a familiares, à vizinha do lado, em vez de se poder contar com o apoio e a experiência de 7500 pessoas a passar por uma situação semelhante. As respostas dos amigos, da família e da vizinha do lado substituíam a ida ao pediatra ou a um especialista?
    Já agora, não seria melhor a “pipoca” recorrer a um especialista que a aconselhe relativamente ao aparelho “Invisalign” em vez de o fazer no seu blog?

  58. Concordo em absoluto! Faz algum sentido que eu leve para a minha página o que leio nos grupos a que pertenço? É de uma baixaria terrível!
    Se eu fosse administradora teria feito a mesma coisa.
    Já sobre a questão da “encomenda”, não me pronuncio, já que ética é coisa que não assiste a todos os jornalistas. Que não seja o caso, para poderem dormir em paz

  59. As questões são colocadas e respondidas nesse grupo; é um grupo de pessoas a trocar ideias – não substitui o pediatra e especialistas. As pessoas não são tontas, ao contrário do que as outras pessoas, intelectualmente superiores, como bloggers e jornalistas, possam pensar… Tudo o que é demais enjoa e dar a importância que se dá a perguntas tontas, é que demonstra falta de alguma cultura.

  60. Gostei muito deste comentário , este grupo ajuda sim muitas mães em algumas duvidas, isto é verdade .
    Porem em alguns casos mal sabem o mal que podem causar dando opiniões o dia todo. Isto sem falar nas perguntas mais idiotas e ridículas que muitas fazem. E pior …outras respondem rsrs ..Enfim acho que a ideia da fundadora foi óptima , mas deveria banir também muitas mães que não devem fazer nada, e fica o dia inteiro fazendo perguntas destas sem fundamento, talvez assim evitava que qualquer revista publicassem a matéria do grupo.

  61. Fui mãe há relativamente pouco tempo e não me identifico com os grupos de mães que existem por aí. Óbvio que há perguntas e respostas pertinentes mas, no geral, existe sempre alguém que entra em conflito (“Mas como é que não podes dar de mamar à tua filha??”; “Mas como é que foste capaz de pôr a menina a dormir no seu quarto com a idade de 1 mês e meio??”). Enfim…
    Mas a verdade é que, durante a gravidez, apanhei varicela. Foi uma altura angustiante da minha vida (talvez a mais angustiante) e falei com vários especialistas (obstetras, pediatras, etc). Todos eles me disseram que, na altura em que apanhei (29 semanas), era muito pouco provável que a menina sofresse alguma consequência (algumas muito assustadoras). Nesses dias em que fiquei enclausurada em casa, passei muito tempo nesses fóruns. Não para perguntar o que achavam porque não é algo do dia-a-dia, mas simplesmente para ler histórias de mães que também apanharam varicela durante a gravidez e que tiveram um final feliz. Precisava absolutamente de saber que, sim, a maior parte das vezes não acontece nada (aliás, nunca expus a minha situação, só me limitei a ler as vivências dessas mães).
    É por isso que, apesar de não me identificar, acredito que esses fóruns são positivos em determinadas situações. É preciso não ser extremista e aceitar que todos os bebés e todas as mães são diferentes, não existindo uma fórmula válida para todos.
    E só para finalizar, minha filha nasceu perfeitinha, sem nenhuma sequela da varicela 🙂

  62. Eu até compreendo o porquê de certas mães colocarem questões que deveriam ser dirigidas a um especialista de saúde: num grupo com mais de 7000 membros, haverá provavelmente uma pediatra, uma farmacêutica… ou até simplesmente uma mãe que conheça a resposta por experiência própria.

  63. Bom dia,
    A mim o que mais me entristece é o tipo de jornalismo que se pratica cada vez mais no nosso país!
    Gostaria muito de saber a razão pela qual quer na reportagem, quer no blog da sua esposa, quer no seu, só falaram nos posts ridículos, absurdos das mães, a roçar a esfera da negligência, e foram incapazes de evidenciar a entre ajuda, a solidariedade e a tolerância que existe no grupo das mães? Coisa que acontece a maior parte das vezes!
    Sou uma mãe que pertence ao grupo referido e a outros do género, e senti-me ofendida na medida em que pegaram em quatro ou cinco temas, fora do contexto, e os publicaram! Ainda para mais quando o grupo é secreto e fechado! Fizeram transparecer para o país inteiro que as mães deste país são ridículas e absurdas!
    Quanto á sua esposa ter sido expulsa do grupo, tanto quanto sei foi porque infringiu as regras e ter tornado público o conteúdo do grupo, que mais uma vez digo, é fechado e secreto (ou era…).
    Muito Obrigada

  64. Deixe lá as mães em paz!

    O que é ridículo para uns pode ser necessário e de muita ajuda para outros. Outras vezes é só pelo puro partilhar da coisa.
    E sim, as mães que perguntam se devem deixar os filhos com a sogra ou que partilham como o cocó do bebé cheira mal, têm todo o direito de o fazer, ou queres ver que têm que pedir autorização ao Arrumadinho e à Pipoca?
    É chato quando nos criticam, não é? Como no seu caso, em que o acusaram de ter encomendado esta reportagem. Então se achou mal, o que acha das mães que criticou por fazerem perguntas “parvas”?
    Até ver, elas estavam lá no seu canto sossegadas sem incomodar ninguém. ah, claro, desculpe, incomodaram a Pipoca, claro.
    Caraças, deviam antes ter falado sobre a crise no Médio Oriente. Aaaah, estas mães!

  65. “Invariavelmente, falávamos cá por casa sobre o porquê de algumas mães colocarem dúvidas que não deviam ser postas ali, mas sim colocadas a especialistas, questões médicas — “devo dar este ou aquele medicamento ao meu filho?” —, questões individuais — “acham que devo deixar o meu filho de seis meses com a sogra?” — ou questões apenas parvas — “o cocó do meu bebé cheira muito mal. Acontece-vos o mesmo?” ou “o meu filho tem 21 meses e é doido por mamas. Já não sei o que fazer”. “
    Olha, por acaso comentavam exactamente as questões que foram focadas no artigo?
    Isto é quase um csi de fraca qualidade.

  66. Ainda bem que não tens nada a ver com o assunto arrumadinho… tenho sido tua seguidora e por isso mesmo me chocaría se fosse verdade. Mas sendo assim só resta responsabilidade à revista e à jornalista na descrição desvirtuada do conceito, conteúdo e qualidade do grupo das mães que, como em tudo na vida, tem coisas boas e coisas más…e claramente uma das más é ser um grupo tão grande que inclui a perfis que só pretendem criticar e rir-se com cada um dos posts, muito longe do objectivo inicial proposto pela criadora – jornalistas ou não. E sim, a pipoca foi expulsa por ter publicado um conteúdo fechado de um grupo fechado, ao qual pertencia e que por isso devería saber que não devería fazê-lo. Assim como foi expulsa, outras já foram expulsas por fazerem demasiada publicidade a marcas pessoais, etc. Com tudo isto, espero que um próximo artigo de um qualquer outro meio de comunicação transmita o quanto o grupo ajuda e acompanha muitas mães, pais, avós e crianças, porque o espírito é esse: de partilha, cumplicidade e ajuda.

  67. O drama e o horror, de facto. Aliás, espanta-me como é que pessoas que não têm pudor em descrever as suas vidas no FB e, pelos vistos, as dos seus filhos, depois se indignem só porque alguém depois utilizou os comentários que lá escreveram… Como se diz, uma vez na net, sempre na net. Talvez seja melhor dosear-se o que se escreve no FB se depois não queremos estes resultados. Não li o comentário da Pipoca, mas, sinceramente, pelo que conheço do seu blog e atento o comentário meio patético da participante do grupo das mamãs do FB, deve ter sido hilariante!
    Quanto ao mais, concordo com o Arrumadinho, acho que partilhar opiniões e experiências é uma coisa, questionar situações que podem até desembocar em questões de saúde para as crianças já é outra.
    Bem haja Arrumadinho, pelos seus textos.

  68. Expulsar alguém do grupo por esse motivo já por si só é ridiculo, mas achar que a reportagem foi encomendada por vocês, ainda consegue ser mais! Acho que há é muito quem tenha pouco que fazer ao tempo… Não conheço esse grupo, mas faço parte de um outro, de mães de gémeos, em que também há lugar a comentários menos felizes. Raramente intervenho, pois constato que as duvidas discutidas não me interessam particularmente, mas quando o faço, tento precisamente recomendar que falem com especialistas na matéria.
    Enfim, certamente, nenhum de vocês vai perder o sono com tais “acusações”, e ainda vos valem umas boas gargalhadas!

  69. Como sou mãe e vou ser de novo em breve, convidaram-me para esse e para outro grupo muito parecido. Muitas vezes até via as perguntas serem repetidas nos dois grupos. Inicialmente pensei que ia ser bom ler outras opiniões, mas depois comecei a reparar que as questões colocadas ou eram demasiado delicadas para colocar num grupo de Facebook, como aquelas relacionadas com medicamentos e afins, outras eram demasiado parvas, ingénuas, gratuitas. Um dia bati com um post a incitar à polémica, do género “epá, não se passa nada, não querem mandar aí um assuntozinho polémico para a gente se entreter?”
    Eu própria já perguntei lá sobre a frequência das consultas de pediatria até aos dois anos, uma vez que a pediatra da minha filha de 2 anos e meio, quer vê-la de 3 em 3 meses. Eu acho demais, até porque pago 80 euros por consulta. E mencionei que a última tinha sido só para pesar, medir e receitar vitaminas. Ora, tive muitas respostas e muitas opiniões que muito agradeci, mas a certa altura já se estava a gerar polémica sobre as vitaminas que a médica tinha receitado. Às tantas já me estavam a perguntar porque é que eu não confiava na minha pediatra. Enfim.
    O que mais me assusta é que tenho para mim que algumas daquelas mães são as “anónimas” que andam por aí a envenenar as caixas de comentários por essa blogosfera fora.
    Ora a certa altura cansei-me. Saí dos grupos, não me fazem falta nenhuma, não aprendi nada, não estou para me assustar com as atrocidades que leio, não contribuem nada para a minha felicidade. E julgo que terão os dias contados, quando as big bosses ou as mães mais “animadas” se cansarem da brincadeira. Espero eu.

  70. Sou uma das mães do grupo e acho que é mesmo muito bom!!! Não sou nada fundamentalista, mas não considero que haja insólitos e perguntas disparatadas, afinal em qualquer momento da nossa vida todos nós já sentimos necessidade de fazer perguntas parvas! Venha o primeiro dizer que não! E muitas vezes, este grupo é uma das poucas formas que muitas mães têm de contactar com o mundo…. Quanto às questões que têm a ver com a automedicação, não vamos ser tão rígidos, eu não ligo ao médico sempre que a minha filha precisa de um be-nu-ron… Por vezes os posts são colocados por uma questão de partilha. E são as próprias mães (eu própria faço isso muitas vezes), que aconselham uma consulta com os especialistas!
    Claro que aqueles que se acham melhores que os outros (ou simplesmente têm mais apoio), podem achar ridículas algumas questões, mas quem as põe fá-lo porque precisa de respostas/opiniões!! Tudo é válido, deixem os preconceitos para trás! Se me apetecer perguntar algo sobre o cocó da minha filha (que era HO-RRI-VEL, por sinal!!), porque não o fazer? Não tem a ver com a maternidade? Preocupem-se com as vossas vidas, e se os posts não tiverem interesse para vós, simplesmente não os leiam e sigam caminho! Pessoalmente as poucas perguntas que fiz, foram sempre simples e não levantaram polémica, mas se calhar se não tivesse com quem partilhar dúvidas em casa, também o teria feito!
    E sim, o artigo, não transmite o espírito do grupo, venha quem vier….

  71. Faz parte do grupo de mães?
    Sabeque tipo de resposta são dadas?
    E sim, quando são colocadas respostas sobre questões de saúde, há sempre respostas que aconselham a ligar à pediatra/obstera ou qq outro médico.

  72. A pipoca foi expulsa do grupo porque publicou um post de um grupo fechado com o nome da autora. Ou seja, aquele post deveria apenas ser lido pelas pessoas que fazem parte do grupo.
    E é muito fácil descontextualizar e ridicularizar.
    Quando a mãe em questão fazia a pergunta se devia ou não deixar o filho com os sogros eu identifiquei-me com a pergunta. E meu caro, nem todos os avós (sejam nossos pais ou sogros são iguais).
    Ou acha que só as dúvidas e a sua mulher são válidas? Já li coisas no vosso blog pipoca mais dois que me fizeram revirar os olhos e que achei ridículas.
    Aquele grupo de mães e outros semelhantes servem para as mães colocarem questões entre elas. Qualquer tipo de questão, sem juízos de valor.

  73. Não sei se hei-de rir ou chorar com o rídculo das perguntas e com o facto de acharem que a reportagem foi obra tua xD
    A verdade é que me assusta esse tipo de mães.. que nem para cuidar delas têm capacidade, quanto mais de uma criança. Toda a gente devia ser submetida a testes psicológicos antes sequer de engravidar!
    Mas até aposto que a tua esposa não foi banida do grupo por ter feito o post.. foi banida porque é a Pipoca.. e já se sabe que há por aí umas quantas alminhas anti-Pipoca que aproveitam qualquer palavra dela para a atacar, todas ofendidas. No fundo, no fundo.. é tudo invejinha.. já que muitas gostavam de ter tudo aquilo que a tua esposa demonstra ter..
    E digo já que ADORAVA que a Pipoca escrevesse esse tal post com a compilação das perguntas ridículas que por lá se fazem.. xD

  74. É ridículo alguém ser expulso porque não concorda com algo do grupo!!! Porque é verdadeiramente patético um grupo de mães (ou pais) colocarem perguntas ou exporem situações se não estão dispostos a aceitar opiniões contrárias!!
    Mas acima de tudo, sendo o Arrumadinho (pelo que tenho visto e lido nestes anos que o sigo) uma pessoa de integridade e ética profissional, não me parece possível que “encomende” artigos para levar a água ao seu moinho, frente a este ou outro grupo de pessoas. Mesmo que estando de licença fosse à redacção e estivesse a par dos artigos que estão previstos de serem publicados…

  75. As pessoas eu nem sei lol so me da é para rir .. Eu deixo os meus filhos com quem eu quiser se tiver confianca na pessoa .. Acho bem que existam grupos desses porque realmente e dificil ser pais é um mundo de decisoes e preocupacoes e temos que fazer o que achamos a melhor opcao .. Tambem customava ir a um blog o de mae para mae mas realmente foram essas coisas absurdas que me fizeram deixar de la ir ver.. Quando acho que os meus filhos precisam de medicamentos telefono a pediatra nao vou para blogs .. Opa olha o que voces aturam é preciso ser santos boa continuacao

  76. Arrumadinho,

    és do bem, tu e a tua pipoquinha. adoro. pronto, é isto. tenho filhos, tenhos dúvidas, anseios, medos… vou ao pediatra tratá-los.
    leio os disparates do grupos de mães, fóruns, etc… mas é só isso. leio e partilho uma ou outra experiência que acho pertinente. nada mais.

    🙂

  77. Cairam-me os queixos…vou ter de comprar a revista sábado para ler esse artigo. Não conhecia o grupo. E sim, sobrou para si! Marido e mulher partilha alegrias, tristezas e as barbaridas do FB! 🙂

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