Não vou à guerra

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A tacanhez cultural de muita gente deste país faz-me muita confusão. Eu poderia dizer “deste país”, mas digo “de muita gente deste país”, e digo-o porque a tal tacanhez cultural levaria que chovessem, aqui, comentários como “estás a dizer que somos tacanhos? Não generalizes. Tacanho és tu”.

“Só neste país”, como canta o Sérgio Godinho, é que não se pode ser diferente e inovador sem levar com rótulos disto e daquilo, sem gerar invejas viscerais, que tolhem o discernimento das pessoas, levando-as aos ataques mais rasteiros que se podem lembrar. Tudo, ou quase tudo, porque não aceitam a mudança, a diferença, não aceitam o sucesso dos outros, não aceitam que os outros possam ganhar mais do que eles, quando são os outros que fazem, e são eles que se limitam a criticar, da sua cadeira, de onde não tiram o rabo para fazer nada que acrescente alguma coisa à sua vida, à vida dos outros ou ao País.

Quando resolvi lançar a iniciativa do workshop do “Como Conquistar o Homem dos Seus Sonhos”, fi-lo com uma intenção: ajudar pessoas. Ao longo destes anos de blogue, recebi centenas de mails de pessoas a desabafarem comigo sobre relações. Faziam-no espontaneamente, porque liam o que eu escrevia e achavam que lhes podia dar alguma indicação que fizesse sentido e que as ajudasse. Sempre souberam que eu não era psicólogo, psiquiatra, sexólogo, whatever, que era apenas um blogger com um blogue que fala de relações. E ainda assim escreveram-me, ouviram-me, trocámos ideias, fui acompanhando muitas histórias de amores e desamores, e no fim, por vezes muitos meses depois do primeiro mail, lá vinha um obrigado, um “tinhas razão”, ou um “não deu mesmo, foi cada um para seu lado”, ou um “obrigado, voltámos um para o outro”. Houve de tudo. Escrevi milhares e milhares de caracteres aos meus leitores, sem qualquer interesse nisso, que não o de os ajudar, dentro daquilo que achava ser razoável, expectável. Na verdade, já vivi muita coisa na vida, já passei por todo o tipo de relações – das mais longas às de uma noite -, sei o que são casamentos e divórcios, sei onde errei em muitas dessas relações (fui aprendendo), sei onde a outra parte errou. E acho que da partilha dessas experiências nasceram ideias, soluções. Ouvi o que os leitores me tinham para contar, contei-lhes eu histórias, falámos. E no fundo acho que muitos deles só precisavam disso, de alguém com quem falar, alguém que não fosse amigo de casa, porque esses não são imparciais, são amigos, não querem magoar, não querer ferir susceptibilidades, não conseguem ser isentos e honestos. Eu, para essas pessoas, era esse tal ser imparcial que podia analisar a situação deles e dar a minha opinião. E era isso que fazia: dava a minha opinião. Não era lei, não era uma teoria académica, era a minha opinião, enquanto blogger que tem um blogue sobre relações.

E quando tive a ideia do workshop “como conhecer o homem dos meus sonhos” o que quis foi ampliar esta discussão. Quis pôr várias pessoas numa sala a debater relacionamentos, a falar sobre o que funcionou e não funcionou nas relações que viveram, porque, acredito eu, dessa tal partilha nasce esperança, nascem ideias novas, explicam-se muitas coisas, encontram-se padrões comportamentais. O nome era apenas uma brincadeira, um trocadilho relacionado com o filme do Woody Allen “How to Meet a Tall Dark Stranger”, que em português tem o título “Vais Conhecer o Homem dos Teus Sonhos”. E os textos que explicavam, ponto a ponto, aquilo que se iria debater no workshop estavam na mesma linha, descontraída, informal, porque era assim que eu queria apresentar a coisa, precisamente para não se confundir este workshop com uma sessão terapêutica para casais, com uma consulta de um psicólogo, porque eu não sou nada disso, sou apenas um blogger com um blogue que fala de relações.

O facto de ter decidido cobrar €40 teve apenas a ver com o facto de eu ter de colocar as pessoas num espaço alugado, que custa dinheiro. Andei a ver umas coisas por alto e percebi que para alugar uma sala com condições durante dois dias iria gastar à volta de 200 ou 300 euros. Como queria ter uma máquina de café e uns bolinhos para oferecer às pessoas, achei que iria ter de gastar mais algum dinheiro, fora o que gastaria em gasolina, parque de estaciomento, etc. Ou seja, se organizasse o workshop para 8 pessoas, receberia 320 euros. Acho que os gastos iriam ficar mais ou menos por aí. Se tivesse de ir ao Porto, teria de gastar dinheiro em deslocações, hotéis, salas, etc., e acabaria por perder dinheiro. Uma coisa compensaria a outra. Não queria ganhar dinheiro, mas também não achei justo estar a perder. O que não me lembrei foi que haveria imensa gente a achar que eu iria enriquecer com isto, e ui, ninguém pode ser rico em Portugal sem ser um patife sem escrúpulos. E, claro, ficaria com a fama e sem o proveito, porque não ia ganhar praticamente nada com isto.

Depois – e agora é a maior das “ofensas” para algumas pessoas – veio o facto de eu não ter formação para dar este tipo de workshops. Se eu tivesse um CAP, se tivesse feito aqueles cursos de formação de formadores que os centros de emprego dão ao pessoal que está no desemprego, aí sim, já seria um grande formador, mas não o tendo sou um incompetente. Seria mais ou menos a mesma coisa que dizer que o professor Marcelo não pode falar de futebol e influenciar a opinião de milhares de pessoas porque não tem formação para isso, ou que o Goucha não pode apresentar programas de televisão que influenciam a vida de milhares de pessoas – porque ele é apenas um cozinheiro -, ou que quase todos os jornalistas com mais de 40 anos não podem ser jornalistas, porque não tiveram formação para isso – têm o 12.º ano, e não uma licenciatura em comunicação social. Na verdade, já encontrei centenas de miúdos com os tais cursos superiores em jornalismo e que não sabem juntar duas linhas, mas, atenção, se eles quiserem ser jornalistas podem ser, porque, afinal, tiveram formação. Pois tiveram. Falta-lhes o talento. O talento que sobra aos muitos com que já me cruzei nas redacções e que não têm qualquer curso, nem tiveram qualquer formação, o talento que sobra ao Marcelo para falar seja do que for, o talento que sobra ao Goucha para apresentar um programa de televisão e fazer entrevistas, sendo ele um cozinheiro (eu podia aqui dizer que o Steve Jobs, o Spielberg, o Saramago, etc., não têm qualquer tipo de formação, mas depois vinha aí a tal mentalidade tacanha a dizer que me estou a comparar a eles, por isso, optei por falar do Goucha, assim já me podem dizer que me estou a comparar a ele). Ainda em relação a isto, houve quem se indignasse porque o que eu não podia era receber dinheiro, porque não tinha formação. Lá está, seria o mesmo que dizer a uma empregada doméstica que não pode receber porque não tem formação, ou dizer a um jornalista que não pode receber porque não acabou um curso. É apenas estúpido. As pessoas recebem porque trabalham, seja qual for esse trabalho.

Há ainda os que dizem que estou “a enganar as pessoas”, como se tivesse a escrever para criancinhas de 6 anos. As pessoas que se inscreveram neste workshop (e foram mais de 40) são adultas, sabem quem eu sou, o que faço. Ninguém está a achar que eu sou um psicólogo, um terapeuta sexual, não, sabem que sou um blogger com um blogue que fala de relações. E foi para ouvirem um blogger a falar de relações que elas se inscreveram, não foi para receberam consultas terapêuticas. Se calhar, deveria antes ter anunciado a coisa como uma palestra. Provavelmente seria menos polémico (claro que não ia ser, porque se eu falasse em dinheiro incendiaria logo as mentes desta gente, e continuariam a dizer que eu era ninguém para dar palestras – como se isso interessasse para alguma coisa, o que interessa é que as pessoas tenham interesse em ouvir quem fala).

Para desgosto de muita gente, não preciso desesperadamente de dinheiro, e, sobretudo, não me movo por dinheiro. Preciso dele para as minhas coisas, para pagar as minhas contas, mas o que tenho e o que vou recebendo pelo meu trabalho chega-me perfeitamente. Não é à conta destes workshops que vou ou quero enriquecer. O que me move é a diversão, é o prazer de fazer as coisas e, em muitos casos, é o altruísmo – eu gosto, genuinamente, de ajudar os outros. As reacções causadas por esta ideia de fazer o workshop, não só naquela gente que me odeia só porque sim há muito tempo, mas sobretudo em gente que eu achava que conseguia ver a vida de outra forma, matou esse divertimento inicial. Fez-me perder a vontade de ajudar, de agir, de fazer coisas que acho engraçadas e diferentes, que podem ajudar pessoas, mas que geram preconceitos idiotas, que se voltam contra mim. Acho que é mais uma coisa que vai deixar de se fazer – e uma coisa diferente, inovadora – porque vivemos nesta merda desta sociedade mesquinha. Mas também eu vivo nela e, sozinho, não a consigo mudar. Nem quero. Quero é paz e continuar a fazer o que me faz feliz.

Por isso, porque perdi o prazer em fazer isto, não irei avançar com a ideia do workshop “como conhecer o homem dos meus sonhos”. Peço desculpa às muitas pessoas que já fizeram a pré-inscrição, mas acho que depois de lerem tudo isto perceber-me-ão.

De qualquer forma, o workshop de escrita de blogues mantém-se de pé. E não vale a pena virem com a conversa da formação e do dinheiro e mais não sei o quê, está bem? Aliás, não vale a pena comentarem o post com ofensas, porque não vão ser publicadas e só vão estar a dar-me pageviews, que depois me dão dinheiro e chateia-vos, está bem?

1 Comentário

  1. Hello!
    Mais animado?
    Cheguei tarde (a este blogue) mas leio e comento sempre os blogues onde acabo por "cair".

    Não é só por cá que se passam todas essas "desgraças" socio-culturais mas é cá que nós vivemos, pelo que, ás vezes, custa mais, né?

  2. Não é How to meet a tall, dark stranger. É You Will Meet a Tall, Dark Stranger.

    De repente, já nada tem a ver com o título de Allen. :b

  3. Arrumadinho, é a primeira vez que comento o teu blog, apesar de o ler todos os dias.

    Não vivo em Portugal já há uns anos, entre outras coisas por causa dessa mentalidade pequenina que muita gente tem em Portugal. E a mania de criticar sempre tudo o que de bom se tenta fazer.. Sobretudo quando isso implica sucesso para OS OUTROS.

    Costumo-me rir quando vejo as tuas iniciativas de "consultório amoroso" e penso "lá vai ele". Mas sinceramente nem é rir.. É sorrir mesmo. Acho que é das coisas mais simpáticas, mais realistas que vi alguém fazer num blog: FALAR DE SENTIMENTOS, DE EMOÇÕES, DOS "ASSUNTOS DO CORAÇÃO". (quando ainda por cima hoje em dia a maioria dos blogues conhecidos têm a ver com moda e "fait divers" – com todo o respeito e carinho pelo registo da tua Pipoca, que também leio sempre).

    Sou mulher e sei o quanto custa entender a cabeça de um homem. Acho que os homens não se devem sentir ofendidos por alguém os querer explicar. Esta iniciativa não é para eles.. E de certeza que se houvesse um workshop sobre "como entender as mulheres" muitos homens agradeceriam.. Vem nos livro que os cérebros dos dois são COMPLETAMENTE DIFERENTES.. Haja alguém que os queira entender. E acima de tudo, alguém que os consiga explicar..

    NÃO DESISTAS DESSA INICIATIVA. Se alguém te magoou com criticas que nunca esperaste receber, olha, terá sido mais uma lição sobre as pessoas que tens à tua volta. Mas seja como fôr, NÃO DESISTAS.

  4. O problema desta gente é que tem muito tempo, se tivessem uma vida, um trabalho e alguma coisa que preenchese esse tempo que podia ser util e a cabeça… mas como sempre digo "cabeça vazia é a casa do diabo", não se ocupam e depois não gostam que as pessoas tenham essa ousadia… é muito triste mesmo.
    A nossa liberdade termina onde começa a do outro e se chegam aqui a este blog não gostam do que vêm simplesmente carreguem naquele botão no canto superior direito, mais nada. Vivam e deixem viver… Eu penso que tens que seguir com esse workshop e mostrar ás pessoas que sim, que se pode ter ideias e seguir com elas e fazer coisas e não só ficar sentado a dizer mal das ideias dos outros atrás de um ecrã de computador.
    Força!

  5. Não percebo porque, sequer, te dás ao trabalho de explicar! És livre para fazeres o que entenderes e as pessoas são livres para te seguir ou não.

  6. Arrumadinho,

    Sigo o blog há pouco tempo mas rapidamente tornei-me fiel. Quero dar-lhe os parabéns pela coragem, ousadia e honestidade que desde logo me conquistaram.

    Como sei que os que o criticam também vêem os comentários este é dirigido especialmente àqueles que-diz-que-também-escrevem-blogues:

    1 – comecem a fazer bons blogs, vejam se aprendem qualquer coisinha aqui ta?

    2 – agradeçam ao arrumadinho os views que tiveram. Os comentários que recebem aos vossos post dá para ver o nível de entusiasmo que suscitam para quem vos lê…

    3 – não, não voltarei a consultar os vossos blogues porque JÁ vi de que são feitos.

    4 – ironia das ironias, vi este comentário num dos ditos blogs:

    “Se isto fosse uma casa e tivesse um capacho para limpar as solas dos pés

    podia dizer

    bem-vindos os amigos os conhecidos os desconhecidos os googlantes

    mas sobretudo dizia a quem não agradar o que por aqui encontrar que feche os olhinhos e vá passear para outra freguesia”

    ahahahahahahahahha

    MINHA QUERIDA – NA CASA DOS OUTROS FAÇA O MESMO QUE GOSTARIA QUE FIZESSEM NA SUA!

    Arrumadinho! Muito à frente!! Continuarei fiel.

  7. Admitindo que o Arrumadinho só quer atingir as massas, que só quer lucrar, seja com visitas, seja com dinheiro efectivo, seja o que seja… sinceramente não consigo ver problema nisso. Esta ideia do workshop é só uma ideia como muitas outras. O steve jobs também não queria só lucrar com a Apple? os macs não custam milhares de euros? e mesmo assim as pessoas não os compram?
    Admitindo que o arrumadinho é a pior pessoa do mundo como toda a gente decidiu pintar, ele mesmo não tem o direito de ser a pior pessoa do mundo?

    Não concordo nem discordo do workshop. É mais uma ideia, últil certamente para muitos, inútil para outros. O que não consigo compreender é que mal fez este homem para ser alvo de tantos comentários sobre dinheiro e, mais ainda, de o obrigarem (porque obrigam!) a justificar-se. Tenhamos tento.

  8. INVEJA.
    Tinha uma impressão pouco lisonjeira e pretensiosa do teu Blog.
    Fui corrigindo a minha opiniao favoravelmente de uma forma constante e progressiva da tua pessoa.Tocas em todos os assuntos.Tenho pena de falares mais para as mulheres do que para os homems (no sentido de ajudar).Mas compreendo o publico feminino é maior e mais constante.
    Ès um homem que não tens medo e tens ATITUDE (gostava de ser como tu).
    Posto isto e sem delongas acho muito bem a tua proposta de cursos.Podes ajudar estou convencido e ainda bem.Sobre os preços são irrisórios……e quase que não dão para pagar um pequeno-almoço comme il faut!!!!
    Só não vou porque sou timido.Tenho uma profissão liberal e vivo desafogado do ponto de vista economico, mas …….falta tudo.
    Um GRANDE abraço e muitas felicidades-

    Anonimo
    PS.alguns comentadores, falam em formaturas no estranjeiro:já agora se me permites vou botar de alto:Formei-me em berlim, e já fiz duas especializações nos USA.Uma em Berkeley (California) e outra no Texas na University of Dallas, isto porque a minha mae que é alema teve possibilidade material de mo proporcionar.É verdade Portugues é mesmo invejoso, tudo o que mexe, tudo o que tem vida, há que abater e quanto mais rápido melhor.Ufa

  9. Olá.
    Desde já, muitos parabéns, só agora me apercebi da tua ideia.
    Tal como tu, estou ligada ao mundo da Comunicação, este mundo de que tanta gente pensa perceber, mas que tem tanto para ensinar (mesmo aos especialistas).
    Tal como tu, considero esta sociedade mesquinha.
    Tal como tu, tenho uma imensa vontade de a mudar.
    O Clã que tem essa vontade é cada vez mais restrito e é uma pena.
    Esta sociedade é cada vez mais do "preso por ter cão, preso por não ter": se te filias num partido és corrupto, se não te filias és um desinteressado; se trabalhas arduamente só queres enriquecer, se não trabalhas muito és preguiçoso; se tentas inovar tens a mania, se não inovas és um "cortes"; se dizes o que pensas e és frontal não tens sentimentos, se não és frontal és cínico; se fazes várias coisas e tens vários interesses é só porque queres dar nas vistas, se só tens um interesse és desinteressante.
    Tenho sentido na pele tudo isto e TAL COMO TU já pensei em desistir de alguns projectos.
    Mas segui em frente.
    Talvez tenha necessitado de tempo para que alguns resistentes me entendessem. Os resistentes que agora me pedem opiniões.
    Sabes que mais, arrumadinho?
    Não desistas.
    Foi em pessoas como tu e a Pipoca que me fui inspirando, sobretudo para lutar contra os resistentes.
    Pensa que quem gosta gosta, quem não gosta mete de lado.
    Se nós, os VERDADEIROS LUTADORES E RESISTENTES desistirmos, então a sociedade não muda.
    Mudam-se os tempos, mas ficarão os velhos do Restelo.
    Pode ser que te convença a um dia realizares esse workshop, ou não (quem sou eu, afinal?).
    Mas espero mesmo que o realizes.
    Quem não quiser não vá, quem achar piada a utilizar a internet como meio de ofensa e de estupidez que continue.
    Amigo blogger, a vida continua. Continua sobretudo para nós.
    Para pessoas que te tentam fazer desistir todos os dias é que a vida já parou.
    Já parou há tanto tempo, que entraram numa espiral de tal forma enroladinha que as consome.
    E sabes outra coisa, mestre de sentimentos?
    Essas pessoas precisam de ti! De pessoas como tu, como a Pipoca, como eu e como todos aqueles que querem mudar este mundo.
    Não desistas…

    bj

  10. Caro senhor, apresento, desde já as minhas sinceras desculpas por não estar atenta o suficiente para perceber que é um homem. Não exerci a minha atividade enquanto estive no Brasil e nem nas favelas..o que foi uma pena!!! Não me sentiria envergonhada por isso, muito pelo contrário! Não posso pronunciar-me em relação à Maria Azevedo mas, no que diz respeito à minha formação,é suficiente para saber que não devo subestimar a dos outros, independentemente do grau de habilitações. Se o Ricardo, que é o Blogger não se importa com as palavras que as pessoas utilizam para exprimir a sua opinião e aceita todo o tipo de comentários, quem é o senhor para criticar quem quer que seja??? "Penso que será comum a vossa classe. Não! À formação!" Muito sarcasmo nestas suas palavras… Mas pronto, como não estamos num espaço próprio para partilhar opiniões que nada tem a ver com O Arrumadinho vamos terminar com estes ataques pessoais. Até porque, como o senhor disse, e muito bem, eu não o conheço e nem o sr. conhece esta médica das favelas.

  11. Cara anónimo que também é médica.
    É espantosa a facilidade como vocês, a senhora e a Maria Azevedo, têm em deturpar as coisas em proveito próprio. Penso que será comum à vossa classe. Não! À formação!
    Primeiro por que se viram contra mim? Não fui dos que critiquei o Arrumadinho e só cá vim para mostrar à senhora médica das favelas, que para contraditar quem critica o Arrumadinho, o pode perfeitamente fazer sem chamar de filhos da piiiiiiii….aos opositores da ideia.
    A exemplo dela, vêm a senhora falar do que não sabe lançando bitaites sobre suposições que desconhece.
    Sabe quem sou? Apresentei-me, porventura? Disse o que fazia, por onde andei, por onde páro, o que conheço ou desconheço?
    A única coisa que me recordo de ter referido sobre mim é precisamente essa que fingem desconhecer. Disse que era homem
    Dê, dêem todo o apoio ao Arrumadinho, acho muito bem, mas deixem de ser espertinhos e referirem-me a propósito de tudo e de nada porque eu não sou nem fui dos que criticaram o Arrumadinho.

    Passe Bem…

  12. Caro Arrumadinho,
    quando se faz nascer um blogue que, com o tempo, se torna público…dá nisto! Infelizmente, há no mundo pessoas mal formadas, com falta de auto-estima e invejosas. Mas depois…ah caro Arrumadinho, depois temos aquelas pessoas fantásticas que nos fazem sentir que todas as partidas que a vida nos prega valeram a pena.
    Responda a si mesmo: é feliz? Se essa resposta for positiva, então todos os que o ofenderam aqui ou nos seus blogues, todos os críticos mal formados e com a inveja latente…oh Arrumadinho…todos esses podem ir para a Puta que os Pariu!
    A vida é uma passagem…deixe a sua marca e não se incomode com quem não lhe quer bem. Já viu a quantidade de pessoas que o amam? 🙂

  13. Sinceramente achei a ideia do workshop um pouco descabida. Primeiro porque não são os custos que acarretam a realização do mesmo e que os inscritos iriam pagar que o vão enriquecer, são as inúmeras visitas que vai ter a mais devido à ideia. De um blog com postes de qualidade, que tem também se encontram alguns que pretendem atingir as massas, a ideia do workshop enquadra-se perfeitamente no último tipo, que o arrumadinho precisa de ter para atingir os padrões que estabeleceu ou estabeleceram por si, em todo o caso não me parece razoável que se tome como competente o suficiente para falar com o mais variado número de pessoas, neste caso essencialmente mulheres em como encontrar o homem dos seus sonhos, quanto muito sabe da sua vida e dos seus sonhos. Depois à que referir que só se inscreve quem quer, obviamente mas isto é um blog aberto à opinião de toda a gente, aos que concordam e aos que não concordam e podemos todos expressar as nossas opiniões de forma educada e quem não o fez nem resposta merecia e com este seu post só desceu ao mesmo nível o que mostra de facto que o que dizem o afectou. E depois os post que vários blogers fizeram sobre o assunto são normais, se se goza com os políticos pode-se fazer o mesmo com os blogers.
    Em todo o caso se acha que a sua ideia foi assim tão inovadora e genial avance com ela não faz sentido não o fazer pelos que não concordam como eu.
    E isto foi dito por uma seguidora do seu blog que gosta bastante do mesmo.

  14. Vou tentar ser breve neste comentário!!! Ricardo, não sei se o workshop vai avante ou não… mas não desista dos seus projetos sempre que alguém se lembre de o insultar. Li alguns comentários e concordo que as palavras da Maria Azevedo foram um bocado duras mas parece-me que limitou-se a mostrar a sua indignação por tanta gente o criticar. Pelo menos é o que eu acho. Indignada fiquei eu ao ler as palavras do/a águia pairando. Sou médica e também estudei no Brasil, na Universidade de São Paulo, e tendo em conta as palavras de um dos seus amigos, penso que a Maria Azevedo também. Não venho cá para exibicionismos, só estou a dizer isto para entenderem melhor o que se segue. Também fui viver pra uma favela, não por questões financeiras mas porque quis ter contacto com a realidade da maior parte dos brasileiros. Não poderia ter melhor acolhimento…receberam-me e protegeram-me como de uma família se tratasse. Lá aprendi a respeitar a diferença e, independentemente da minha conta bancária, dos livros que leio ou da posição que ocupo na sociedade, aprendi que todos devemos ser tratados com dignidade e sem preconceitos. Aprendi porque essa gente da favela, que não passam ou emitem diplomas, teve a amabilidade de me ensinarem!!! É verdade, eles não nos dão certificado mas dão-nos uma visão muito mais ampla do que é a vida e das adversidades que eles enfrentam. É verdade, alguns deles roubam, mentem e até matam. A diferença é que quando eles cometem esses crimes pedem perdão a Deus, e aqui, na nossa sociedade tão civilizada, roubam, mentem e até matam, só que de fato e gravata… a diferença só está na sentença que cada um recebe. Enfim, parece-me que o/a sr(a) nunca teve contacto com gente que lhe poderia dar umas boas lições de vida. Não fale do que não sabe. E respeita essas pessoas que vivem em favelas mas que tem a sua dignidade. Ricardo, continue a ser esse lutador, esse guerreiro… é um excelente profissional, escreve textos que dá vontade de ler e reler vezes sem conta e é um amor por nos aturar. Beijo pro casal!!

  15. Basicamente perdes toda a coerência ao desistir do workshop.

    Se achas a tua ideia boa, se queres ajudar os outros, e se mais de 40 pessoas se inscreveram, porque é que dás razão às mentes tacanhas, e desistes?

    E porque desistes de um workshop e não de outro? Tens tanta "formação" num como no outro.

    Acho incoerente e acho que deves ter desiludido quem acreditou em ti e se inscreveu. Não foi o meu caso, mas se criaste o workshop a pensar nas pessoas que querias ajudar, porque é que os "difamadores" foram mais importantes na hora de desistir?

  16. Quando comecei a ler este post, pensei: "mas será que vale a pena tanto esforço e tempo perdido com os mesmos idiotas que só sabem criticar e desdenhar o próximo?", mas depois pensei melhor e de facto é mesmo preciso explicar a estes palermas tin-tin por tin-tin, para que percebam o nível de estupidez que chegam a atingir! Quanto à desistência do workshop acho um perfeito absurdo! Se há público, há condições, não entendo por que não avanças! Quanto aos caracteres perdidos com críticos atrasados mentais, continuo a achar que eram muito melhor aproveitados com novas ideias para workshops. E lanço-te já um desafio…. "Como funciona a redacção de uma revista/jornal". Assim, sempre era a tua área e podia ser que os atrasados mentais não tivessem por onde chatear…eheh

  17. Arrumadinho não te preocupes com o que pensam de ti, preocupa-te apenas com o que tu pensas de ti! É a tua vida e não a dos outros. Bjs

  18. se isto fosse meu já tinha aqui escrito "toca a dispersar pessoal" Que cena feia aqui se gerou sem necessidade nenhuma. Deixem lá o homem em paz na sua vida, que impressão. Chiça!!

    Maria Azevedo, fiquei sua fã e juro que não a conheço nem vim aqui em sua defesa.

  19. as pessoas que se inscreveram perceberam bem e nem questionaram o espírito do evento – um "ajuntamento" de pessoas com algo em comum para partilhar e absorver dos outros, inscreveram-se porque quiseram (são crescidas) e iriam dar 40€ porque o escolheram e justamente para pagar a logística. Se desses 40 20 fossem para o organizador não me parece nada descabido – afinal é justo que se receba pelo trabalho que se faz!
    resumindo – só vai quem quer e paga porque quer e quem não aprecia faz o que aprecia! vai ao psicólogo 1hora e paga 100€ se achar que é boa opção! cada um só tem que acredita e fazer aquilo que lhe faz sentido e deixar a vidinha dos outros em paz!

  20. Acho que não devia desistir das suas ideias por causa desta gente. Não ouvir é impossível, não ficar tocado é muito difícil, mas acho que não devia desistir. Só interessa quem está consigo e quem o apoia, o resto não interessa para nada.

  21. UI, este post foi o descalabro de comentários. Arrumadinho, lembro-me até de lhe ter enviado um email acerca disso..de como o pessoal consegue ser mesquinho só para picar os outros. Olhe, ignore. inveja é uma coisa feia! um beijinho
    Maria – do Elementar

  22. “Ainda bem que fui muito clara, em particular para o/a leitor/a Águia Pairando. Penso que toda a gente compreendeu o essencial da mensagem que escrevi"
    Não se preocupe, Maria Azevedo. Para mim foi bem clara, claríssima! Nem o mais polido cristal espelhava melhor. E para os restantes penso que não menos.
    Numa obra-prima de belíssima prosa lírica, começando por morcões, avançando para anormais, mesquinhos e ordinários; sem perder o norte, segura de si e das suas convicções, lá foi continuando pelo caminho e mostrando a evidência de uma clarividência verdadeiramente notável, não lhe passou ao lado os imbecis, espantalhos e ignorantes, e ei-la, senhora de si e da sua formação até ao clímax rematando de grandessíssimos filhos da…piiiiiiiii que só não explicita pelo devido respeito que o Ricardo lhe é merecedor, porque senão a tal gente desocupada e amargurada ia conhecer na perfeição o que é a formação de uma doutora de topo.
    Não fiz, não faço nem me outorgo a sapiência de juízos de valores. Simplesmente é tanto ou mais ofensivo insultar quem crítica do que ofensiva é a crítica propriamente dita.
    E contraditar a crítica, não é uma crítica a essa?
    Só que a sua foi incomparavelmente mais elevada no concernente ao elucidativo vernáculo.
    De resto a minha posição neste assunto não é nenhuma. Não é porque não me concerne nem tenho a veleidade de presumir saber as motivações de cada um.
    Contudo tenho uma opinião, tanto porque frequento este blog como pela consideração que o Arrumadinho me merece. E essa já tive a oportunidade de a manifestar lá em baixo.
    BFS para todos.

  23. Não sou mesmo dado a Blogs… mas, depois de saber por uma amiga nossa o que esse/a "Águia Pairando" escreveu, não poderia deixar de correr em defesa a essa amigalhaça… Antes de mais, desculpa Maria porque sei que gostas de resolver os teus problemas sozinha e à tua maneira. Bem, conheço a Maria há uns anos largos. Só posso dizer-lhe uma coisa caro/a leitor/a… é das pessoas mais sensíveis, mais batalhadora, mais compreensível que conheço. Ela dá-se tão bem com os ricos como com os pobres…pode-lhe parecer estranho mas ela não faz distinção.Por isso ela tem amigos de todas as cores, feitios e carteiras!!! Não quero vir pros blogues de outras pessoas para vir defender amigos meus… E se reparar, por muito duro que seja o comentário dela, não mencionou nomes.Enfim! Já agora arrumadinho, li o seu texto…faça essas mulheres felizes e vá em frente com o seu projeto!

  24. Aqui estou novamente!!! Quando mencionei que estudei no Brasil,em 2005, não foi com a intenção de ganhar protagonismo! Somente quis dizer que, o facto de termos uma habilitação elevada não quer dizer que nos torne pessoas bem formadas. Ainda bem que fui muito clara, em particular para o/a leitor/a Águia Pairando. Penso que toda a gente compreendeu o essencial da mensagem que escrevi anteriormente. Sim, convivi com pessoas que moravam em favelas e posso-lhe dizer que, das excelentes experiências que tive nesse país, essa, de longe, foi a mais gratificante. Muitos portugueses deveriam passar e conviver com essas pessoas, julgadas por muitos uma cambada de ignorantes e criminosos!!! Que pena pronunciar "favela" num sentido tão pejorativo. Devo-lhe confessar que muitas dessa pessoas são hospitaleiras, afáveis, compreensíveis, tolerantes e amistosos. Talvez um bocadinho daquilo que nos falta. Na favela existem pessoas honestas,trabalhadoras e inteligentes, sabia? Fui talvez dura no comentário que fiz… mas ainda bem!!! Poderia resumir tudo numa simples frase: Deixem este homem e as pessoas que lêem os seus textos em paz. Aproveito para dar os parabéns não só ao Ricardo como à Pipoca!!! Muitas felicidades!!

  25. Acho que os comentários já se estão a tornar ofensivos…não só ao Ricardo como aos que aqui vieram dar a sua opinião!!! Acima de tudo, o respeito deveria prevalecer independentemente das opiniões, dos estatutos sociais, etc! Respeitem o trabalho do Ricardo, não importa qual a verdadeira intenção dele (que acredito ser nobre)… Águia pairando, a Maria Azevedo estudou na melhor universidade do Brasil, conheço-a e está longe de ser presunçosa a ponto de se querer mostrar!!! Mas conviveu com doutores mas tb com pessoas que moram nas favelas…o que faz dela uma pessoa extraordinária!!! Se não a conhece, não faça juízos de valores!

  26. As 40 pessoas que fizeram a pré-inscriçao não merecem ficar sem o workshop por causa de criticas destrutivas de outros…
    Se avançaste com a pre inscriçao nao devias desistir por um motivo desses…nunca um motivo assim! Acho que tas a esquecer te dessas 40 pessoas…pessoas essas que gostam do que escreves e querem partilhar historias contigo e ouvir opinioes. Essas 40 pessoas nao sao mais importantes para ti do que todos os outros que te criticam? Eu se fosse uma das 40 ficava neste momento idignada!!!

  27. olá, acho a ideia inicial boa. De facto por aquilo que percebi, é que não querias ganhar, nem perder dinheiro. Oferecer a quem quissesse um momento de exposição tua e partilha de todos.
    a ideia de ter espaços gratuitos através de contactos, e cobrar-se uma quantia simbolica às pessoas (p ditos cafés e bolinhos e águas) secalhar já seria menos "pesada" financeiramente falando.
    se querias apresentar slides, terias que arranjar retroprojector e já estava.
    Na minha opinião, eu seguiria com o projecto sem dar ouvidos a quem fala mal, por falar mal, etc…

    Desde que seja c o intuito de partilha, de um bom momento, de conhecer outras opiniões e maneiras de estar, porque não?

  28. Oh rapaz vive "masé" a tua vida plenamente e deixa lá essas coisas. É um desperdício deixares os teus "projectos", mais os menos ambiciosos, mais ou menos importantes,… pela opinião de quem quer que seja. São os teus projectos, é a tua energia, são as tuas ideias, és tu …
    Não te percas com "pessoas" que não valem a pena!

  29. Confesso que quando vi a ideia do workshop, achei "estranha" nao pelo facto da ausência de qualificações ou do cap!!!, que é no mínimo ridículo, mas por achar que te estavas a disponibilizar para algo que ia gerar este tipo de reacção dos teus "fãs". Alias acho que e de um altruísmo enorme estares a sair da zona de conforto e tentares organizar algo desta importância. Agora o que me desilude, mesmo, é o facto de desistires por causa da opiniao dos "velhos do restelo" do costume!!!
    Nao te conheço pessoalmente, mas identifico-me contigo em vários aspectos, e fica aqui a promessa, se inicialmente nao iria ser teu "cliente" por motivos que nao vêm só caso, se fizeres o workshop estou lá na 1a fila.

    PL

  30. Bom;
    Que posso dizer? Nada seguramente!
    Quem sou eu, desvalida Águia sem poiso, para tirar ou acrescentar uma migalha que seja ao que aqui tão brilhantemente foi dissertado?
    Se já estava meio combalido por tanto iluminismo à solta, fiquei positivamente derreado com a opinião, sobremaneira enriquecida pela brilhante retórica, da Maria Azevedo.
    Assim sim! Botem aqui os olhinhos, ó gente ignara e tacanha, limitados, curtos de vista e pasmem de tanta omnisciência em progressão.
    Fiquei estupefacto, siderado, derreado, tombado, e duvido se não excomungado.

    Quedo-me como um desses filósofos, bêbedo, alto, magro esquelético, doente, pálido, despojado da materialidade meditando nas tristes vicissitudes da existência.

    A jeito de corolário.
    Por acaso, só mesmo por mero e fortuito acaso, essa formação que recebeu no Brasil e que julga conveniente não a devassar à curiosidade pública, ó Maria Azevedo, não seria uma das tais formações ministradas nas favelas?
    É que pelo seu eloquente demonstrativo oral até se bota a gente a adivinhar.

  31. É possível que também não publique este comentário como não fez com o outro mas se o ler já é bom!

    Se há coisa que não sou é "tacanha" pelo contrário todas as ideias inovadoras são bem vindas e algumas até as promovo.

    Quando lhe perguntei que bases tinha para fazer este workshop foi para reforçar o que lhe perguntei de seguida, se tinha noção das consequências que este workshop poderia provocar nestas pessoas que já não estavam muito seguras de si, lembro-me perfeitamente de lhe dizer que as intenções poderiam ser boas mas as consequências não. Foi uma pena não ter publicado esse comentário só pq começo por lhe perguntar se a fama lhe estava a subir à cabeça!

    Experiências pessoas não são suficientes para se fazer um workshops sobre qualquer assunto do qual não tenhamos bases/formação, muito menos deste género, o facto de ter sido anoréctica durante 6 anos não me dá o direito de fazer workshops sobre o assunto que não tenho bases para isso, poderia até escrever um livro sobre a minha experiência que com certeza até poderia ajudar outras pessoas mas limitava-me a falar da minha experiência e não a debater a dos outros com base na minha, cada caso é um caso!

    Os exemplos que dá sobre o Goucha e O Marcelo Rebelo de Sousa são muito bonitos mas desajustados, tal como o Arrumadinho, expressão a sua opinião quando questionada não fazem workshops sobre nada que são seja da sua área. Quanto aos formadores na minha opinião não têm o direito de fazer um workshop destes, iam ser confrontados com pessoas fragilizadas, iam debater assuntos que "mexem" com a cabeça e auto-estima das pessoas que podem ter consequências devastadoras se a coisa não correr como esperavam, lembre-se que nem toda a gente têm as ideias bem arrumadas e este workshop podia ser a luz ao fundo do túnel!!!

    Quanto à parte do dinheiro fico feliz que ganhe dinheiro com o seu trabalho, com o seu blog, com os seus livros e até com o workshop de escrita para blogs que, como digo na pequena sátira que fiz no meu blog, não terá tanta aderência, que embora tenha a sua técnica a maioria das pessoas não estão interessadas, esse sim é dinheiro justo e bem ganho o outro é para mim dinheiro fácil.

    Quanto ao enriquecer com este workshop como já deve ter percebido não é isso que me preocupa, mais que não seja porque sei bem quanto custa fazer um workshop, inclusive tive o prazer que fazer uma proposta à sua mulher onde lhe oferecia um workshop em troca de publicidade no blog ou um artigo sobre a vinda da pessoa que vinha dar o workshop na Time Out, mas até agora não obtive resposta, nem um "obrigada mas não estou interessada", que andava muito ocupada com a lojinha no Chiado através da qual vos dou dinheiro a ganhar!;)

    O facto de ter desistido deste workshop só mostra bom senso, se estivesse seguro das suas capacidade para o fazer não teria desistido, no entanto dou-lhe os parabéns por o ter feito e não se ter deixado deslumbrar pelo dinheiro fácil, que embora pouco, iria vir!

  32. Bom dia,
    Não li todos os 92 comentários que já aqui estavam aprovados antes do meu, mas pelo que li, diria que todos estão a dar força para que continues com os teus projectos. Isso talvez queira dizer qualquer coisa não? =)
    Claro que se os comentários mais preconceituosos não tenham sequer vindo do blog mas de pessoas/amigos que conheces e cuja opinião é importante é para ti, compreendo que penses em ponderar…
    Considerando que sou apenas uma mera leitora diária, e que a minha opinião vale o que vale… Deverias mesmo continuar com os teus projectos inovadores!
    Beijocas!
    Ana

  33. Acho que és um grande profissional, vejo-o pela maneira como escreves os teus textos e gostei da ideia de partilhares um pouco de ti e da tua experiência. Penso que devias mesmo ir avante com a tua ideia, que não devias desistir só por causa dos invejosos.
    Mas também tenho de concordar contigo, apesar de não te afectarem, acabam sempre por te tirar a vontade, e fazer as coisas sem vontade faz com que elas não corram como desejado.

    Um grande abraço e continua a ser quem és.

    P.S: adorava ir à sessão dos blogues, mas a minha situação financeira neste momento não o permite :c

  34. Sobre este último comentário: como é possível que uma estagiária no 24H (mesmo que tenha sido há anos) escreva desta forma! Neste comentário encontrei 6 erros. Falta de acentos, troca de palavras ("trocamos" em vez de "trocámos" e "começei" em vez de "comecei")… Mas esta gente não sabe escrever? Que vergonha!! E não venham com a desculpa "Ah e tal foi à pressa!"

    Quanto ao Arrumadinho: ignore tudo e todos e faça aquilo que lhe dê prazer! Não desista só porque há meio mundo que desacredita os competentes.

    Sara

  35. O arrumadinho imagine que alguém lhe dizia que ia dar um workshop a negros para que eles saibam o que fazer para não serem vítimas de racismo. O que pensaria disto?

  36. Não me interessa se isto vai ser publicado ou não, mas sinceramente, a última frase deste texte diz tudo, não?
    "vão estar a dar-me pageviews, que depois ne dão dinheiro".
    Eu estou a marimbar-me para que a minha visita a este blog dê dinheiro ao arrumadinho. Mas acho uma tremenda incoerência e falta de sinceridade consigo próprio dizer-se que se gosta de ajudar os outros e que se é generoso, mas no fundo estar a fazer uma coisa destas porque sabe que vai lucrar com isso. Não com os tais 40 euros, mas porque isto vai aumentar as audiências do blog e aumentar os proveitos que recebe por ele (que eu não sei nem quero saber quais são, nem como os recebe). Imagino-o a dar voltas à cabeça e à imaginação, à procura de conteúdos que aumentem as visitas do blog. É como já muitos disseram por aqui: cada um sabe de si, e o arrumadinho, se quer seguir por esta via, lá saberá o que está a fazer.
    De resto continuo sem perceber como é que uma pessoa culta como parece ser o arrumadinho tem a presunção de poder dar conselhos em massa sobre este assunto. Por acaso o arrumadinho já encontrou o homem dos seus sonhos para saber se existe uma fórmula mágica para isso?

  37. Quero dizer aqui e agora que não gostava do arrumadinho nem um bocadinho! Trabalhava no 24horas quando o conheci, era editor e eu?! Era uma simples estagiária. Trocamos poucos dedos de conversa e percebi que não gostava da pessoa em si. Não como profissional mas o ser… hum… não gostava nem um bocadinho. Depois disso nunca mais tinha ouvido falar em tal pessoa até que um dia… descobri que o sr. Arrumadinho era o dono do coração da menina pipoca. Fiquei sem palavras… Como era possivel?! Tinha imaginado tantas pessoas, menos esta! Achei uma má combinação, fiquei desiludida até que… começei a ler o arrumadinho! Adoro tudo o que escreve e bem escrito (com toda a certeza), farto-me de rir, gosto de partilhar determinados conteudos com pessoas que estão à minha volta como o post dos compromissos e por ai fora… Achei um máximo a ideia do workshop e ponderei em inscrever-me só para poder escrever sobre o assunto, sobre as pessoas e sobre toda a comunicação interpessoal que envolve este tipo de evento. E agora não há?! Não me parece normal nem coerente que esta saudavel brincadeira fique por aqui. Tenho dito!

  38. Acabei de ler este comunicado e até dá pa rir!!! Não sei se vai publicar este comentário mas nem me interessa porque sei que o vai ler!!! Ora, aqui vai! Pra si, arrumadinho tenho-lhe a dizer que é um erro o que está a fazer. Deixar de fazer o que gosta pra pessoas que o admiram!!! Não é uma questão de ganhar ou perder uma guerra mas sim uma questão de se sentir bem em ajudar as pessoas que o procuram mesmo sabendo que não é um especialista na matéria em relação a amores ou desamores. Agora, o meu recado vai para esses morcões (como se diz cá no norte), anormais, mesquinhos, ordinários, uns grandíssimos piiiiiiiiiiiiii!!! Só não digo pior por respeito ao Ricardo. Tenho-vos a dizer que sou Mestre num curso que não interessa, que estudei no Brasil onde estive algum tempo, que tirei uma excelente nota na minha licenciatura e mestrado… E sabem uma coisa seus grandes imbecis??? Os meus grandes mestres não foram os meus professores, nem os sr.engenheiros que fui conhecendo ao longo do meu percurso académico, nem os srs.drs. fulanos tal!!! Os meus grandes mestres foram e continuam a ser os meus amigos que, muitos deles sem formação, tem uma história de vida que batem qualquer espantalho que vem pros blogues minar o trabalho dos outros…os meus grandes mestres são pessoas que me fazem ver que os meus problemas são irrisórios quando comparados com as suas situações catastróficas… os meus grandes mestres são os meus pais que são agricultores mas que, mesmo antes de me oferecerem uma formação formal, tornaram-me uma pessoa bem formada, tal como eles e me deram uma educação que parece faltar a muita gente…os meus mestres são as pessoas que me acompanham diariamente e estão ao meu lado…mesmo que não estejam. Perceberam ó gente reles, sem escrúpulos. Ah… e cá vai a novidade… Sou licenciada e estou desempregada… Ah pois é, ou pensam que lá por estar no meu exemplar currículo que tenho formação que me dá acesso direto ao emprego??? Nananana… Nada disso. Ah!!! e pensam que um curso de ensino superior é sinónimo de inteligência??? Tb se enganam meus caros ignorantes… Aprendo com toda a gente e com todas as situações… Sem exceção! E quem pensar que sabe tudo porque tem um diploma enrolado e lacrado, então deve ser a pessoa mais imbecil, ignorante e infeliz neste mundo. Até porque muitos sofrem com o sucesso dos outros.Querem saber uma coisa??? Só agora prestei atenção que o arrumadinho é jornalista. Não sei que habilitações tem…se o 4ºano, o 9, o 12 ou se é um doutor. Duma coisa eu sei… se ele for tão bom a orar/falar como o é a escrever então Arrumadinho, não desistas dos teus projetos!!! Há 40 pessoas à tua espera, e só não há mais uma porque, de momento, não me encontro numa posição favorável (financeiro) para pagar um workshop!!! Só por isso! Porque, agora novamente pros anormais, 40€ está longe de ser um preço justo para o Ricardo cobrar!!! Feitas as contas (portagens, gasóleo, estadia, alimentação,aluguer do espaça e afins)esse valor não cobra as despesas, pelo menos se viesse ao Porto! Devo-vos dizer que, enquanto estudante,paguei alguns relacionados com o meu curso e eram bem mais caros que este…e não eram mais porque eram a "preço para estudante". Agora, gente desocupada e amargurada, façam-se à vida e dediquem-se ao voluntariado como eu, ocupem o vosso tempo dignamente, tornem-se mais altruístas, vão passear com as vossas mulheres/homens; namorados/as… façam qualquer coisa de útil na vossa vida e deixem este homem em paz que só quer ajudar quem lhe pede ajuda… o melhor disto tudo é que ele (o Ricardo), mesmo só dando a sua opinião…consegue ajudar muitas pessoas!!! Ricardo, por aqueles/as que recorrem a ti, não desistas!!! Ah!!! Se alguém quiser processar-me é só dizer!!! Eu envio os meus dados pessoais e ainda confesso os meus crimes:)

  39. Arrumadinho, sou leitora assídua do seu blog e de mais alguns blogs. No entanto, nunca senti necessidade de comentar. A mim parece-me que, ao lançar a iniciativa "in the mood for love", lançou também o pânico na blogosfera. Na altura, apelidaram-no de casamenteira, Sto António, etc. No início considerei normal os outros bloggers escreverem posts de opiniao sobre posts seus, mas depressa percebi que estava para continuar. Depois, quando lançou a ideia dos workshops, aí sim, lançou uma bomba – e era abrir os blogs que vejo diariamente e ver posts do tipo – "o quê? pensaram q eu não ía comentar o q todos comentam?". Enfim, comentários por vezes ofensivos. E atenção, sou completamente a favor que as pessoas discordem das ideias umas das outras, completamente! Mas há um diferença enorme entre discordar de forma assertiva (e construtiva) ou simplesmente fazer troça, escrever "indirectas", ou mesmo ofensas. Porquê fazer troça só por fazer? Porquê? Qual o intuito? E não, não vou dizer q se trata de inveja, maldade, etc, porque desconheço se assim é.
    Será que o facto de uma pessoa ter um blog (com algum sucesso) leva a que a mesma nutra sentimentos desta natureza trocista por outros blogs que tenham mais sucesso? É uma questão de competição? É que se não é, eu, que não tenho blog, não percebo de onde vem tanta chacota.
    Arrumadinho, percebo q se sinta desmotivado, mas preferia continuar a achar que é uma pessoa demasiado bem resolvida para desistir daquilo a que se propõe. Não porque me identique com os temas, mas simplesmente porque respeito a diferença, seja ela na forma de ideias novas, iniciativas, ou simplesmente, novas formas de pensar a vida. Continue inovador e desassossegado.
    Ana M.

  40. Follow your guts no matter what! Tu és uma pessoa que luta pela vida. Esta sociedade amarra o nosso sentir, o nosso querer ir para a frente. Sim fazemos parte dela, mas não temos de ser como ela. Isto revolta-me profundamente. Se não conhecemos as pessoas, a sua vida ou intenções, porquê a mania que temos de tirar ilações do que pensamos que sabemos? Não retraias o coração! Se só existem 10 em 100000 que te apoiam, então que seja por eles. São esses que valem a pena, e que te fizeram em primeiro lugar querer fazer as coisas. Go for it :))

  41. Deixei um comentário no texto sobre os workshops com uma série de questões. Questões essas que foram agora aqui explicadas. Percebo o objectivos dos workshos, que, tal cmo eu questionei no comentário anterior, não são bem workshops mas mais conversas informais, e acho mal que desistas deles se realmente te faziam sentido.
    Mas o que me faz ficar furiosa é a tendência que existe para se dizer que quem não concorda é invejoso e tacanho. Tal como já aqui foi dito existem pessoas que concordam a e outras que discoram. E claro que há pessoas que não sabem discordar. Mas enfiar tudo no saco da inveja e da tacanhez não é correcto.
    A ideia dos workshops cmo foi apresentada não me fazia sentido; sou invejosa e tacanha ou simplesmente tenho espírito crítico?
    Também fui das que te enviei email, logo ao início do teu blogue anterior, e gostei imenso da tua opinião. Mas o workshop, com aquele título, sem estar explicado, parecia-me um bocadinho pretensioso e não, não falei disso no meu blogue, nem critiquei de forma agressiva, por isso não tenho que me sentir picada.
    Mas burrice e tacanhez parece-me que daqueles que enfiam todos os que não concordam no saco dos burros e dos tacanhos.

  42. Ola, tal como te escrevi no mail, vivo em sevilla e venho a lisboa dois fins-de-semana por mes a sevilla, e infelizmente nao sabia se correspondiam ao dia do workshop que tinha muita vontade de fazer. Depois de saber a data, confirmei que sim, tenho um curso em lisbo que estava disposta (e estou) a faltar para ir ao workshop, pois parece-me interessante. Melhor que tudo isso depois de amores e desamores (e tb disabores) acho que encontrei o homem dos meus sonho… Diras entao para que o workshop? Talvez por isso, porque o encontrei, encontrei e nao quero perder… Nao quero voltar a cometer os mesmos erros… Pois quando uma relação termina a culpa e dos dois… Um porque começa o outro porque continua… E desta vez nao quero deitartudo a perder, ou seja, não quero começar, continuar ou acabar… Simplesmente não quero que aconteça. Com muita pena minha não há workshop… Mas mantenho um sorriso por saber que detras do arrumadinho está uma pessoa com sentimentos sempre disposta a ajudar e com quem posso contar… E vou continuar com a esperança de um dia que vas a sevilla de poder-mos beber um café e falar destes assuntos… De esta seguidora que todos os dias chega a casa com vontade de abrir o blog que lhe aquece a alma e conforta 🙂

  43. Esta nova mania de dizer que quem discorda de algo é automaticamente invejoso ou tacanho é um lugar comum bastante irritante. Ai que somos um povo tão mazinho e temos todos os defeitos e mais algum. Ai que aparece um iluminado que quer fazer alguma coisa fabulosa mas logo todo o país lhe cai em cima,porque coitadinhos é só inveja. Não há pachorra!
    Eu não comentei sobre no post do workshop, mas quando o li achei a ideia meio ridícula, parecia-me assim uma coisa um pouco artificial e lembrou-me imediatamente de um episódio de "O sexo e a cidade" em que a Carrie organiza um destes eventos.
    Agora não entendo é o porquê da sua desistência. Se está tão convicto das suas capacidades, por que razão é que a opinião de algumas pessoas o fazem mudar de planos?
    A crítica faz parte da vida, se for tudo rosas e facilidades onde está o gozo?
    P.S Não somos o povo mais invejoso,(inveja há em todo lado) mas estamos seguramente no top dos mais masoquistas, sempre prontos a auto flagelar-nos. E isto meus senhores é que nos condiciona como povo.

  44. PS… acho até que devia fazer mais workshops de outros estilos, de psicologia do trabalho por ex. precisamos dito como de pão para a boca. Eu vejo pelas pessoas que me rodeiam, a tendência é fecharmo-nos todos na nossa concha e rosnarmos a quem passa à nossa frente.. Já agora, agradeço a dica do filme 500 days of Summer, foi dos melhores filmes que vi e diz tanto das relações humanas! Uma dica, conte o numero de pessoas quem comentaram este post a pedir para não desistir do workshop Vs as pessoas que falaram mal e depois decida pela maioria ;). Obrigada mais uma vez. Joana

  45. Arrumadinho, não desistas do Workshop,Portugal precisa disto, de ideias novas, de comunicar, de desabafar. E não te esqueças, nem Deus conseguiu agradar a todos … És uma lufada de ar fresco nesta morbidez que se está a tornar este país. Acho muito bem estas iniciativas. Força ! Joana ( uma seguidora que nunca comentou 🙂 )

  46. Bem eu sou uma nova leitora do blogue, contudo acho que hoje em dia as pessoas necessitam muito de falar, e de trocar ideias contudo com o ritmo de vida que levamos hoje em dia esse comportamento fica na prateleira para um dia quando tivermos tempo falamos disso.
    Acho a sua ideia espectacular, acho que as pessoas se prenderam a uma palavra porque se colocar conversa ou mesa redonda a atitude das pessoas provavelmente seriam diferente. Contudo acho que se é uma pessoa que gosta de ajudar os outros e viu uma necessidade a troca de ideias, o dialogo sobre uma temática não desista. As pessoas, normalmente, têm dificuldades a lidar com o novo 😛 Por isso, força no "projecto" em causa 😛 porque há quem esta interessado e não têm que deixar de fazer porque há pessoas que tem dificuldades em lidar com a inovação e com situações diferentes, essas pessoas vão sempre existir. Só cabe a nós não permitir que estas travem a evolução e a inovação, se fosse assim, hoje não dizíamos que a terra é redonda 😛

  47. Sinceramente acho que não devia desistir, primeiro porque aqueles que se inscreveram fizeram-no com conhecimento e de certeza com bastante entusiasmo, se quisessem um psicólogo ou outro terapeuta do género te-lo-iam procurado noutro sitio. Mas não inscreveram-se neste workshop porque o queriam ouvir a si. Em segundo lugar porque desistir disto é estar a dar a razão a quem teceu esses comentários despropositados e invejosos, vai haver sempre quem o faça, porque sinal de sucesso é também sinal de dor de cotovelo quando não se tem a mínima capacidade para nada na vida a não ser "vomitar" palavras sem sentido perto de quem alcança esse mesmo sucesso. Nada a fazer quanto aos fracos de espírito. Mas desistir desta ideia é que não me parece nada bem!:)

  48. Acredita que nem todo o País está contra ti. As pessoas são mal formadas, invejosas, burras e muito limitadas nos horizontes. É por isso tudo e porque estamos em Portugal, não estamos em NY, que as reacções foram (estupidamente) essas. Leio mais alguns blogues e quando comecei a ler sobre este assunto só me ocorreu uma coisa: INVEJA. As pessoas são umas invejosas e têm uma vida tão pouco interessante que não conseguem viver sem passar a vida a criticar tudo e todos, mas encara isso pelo lado positivo: agora magoaram-te mas isso passa (torna-te mais forte) e não deixaram de te lançar mais um bocadinho de te tornar mais popular. São burras ao ponto de nem isso compreenderem. São burras e mal formadas, moralista e mal educadas, porque não sabem nem o que é liberdade e muito menos respeitá-la.
    Podia continuar aqui a dissertar, mas o meu objectivo foi só dar uma palavrinha de alento porque nem todo o mundo está contra – eu mesma não preciso de conquistar nenhum homem de sonho, tenho um perfeito ao meu lado – mas fiquei curiosa (deve ser pela formação em Antropologia que nunca exerci) e até gostaria de assistir para observar e até quem sabe partilhar experiências, porque nisto das relações não há um cartilha.
    Para terminar, e em jeito e piada, a verdade é que como és considerado um gajo demasiado fashion que veste calças amarelas (acho bem!) e tem gostos que outros acham demasiado refinados, não te dá o direito de dar formação.

  49. Boa noite, já li tanta estupidez junta que até arrepia, sou leitor deste blog à cerca de 2 meses, e todos os dias cá venho.
    E venho cá pelos teus posts e não pelos comentários das pessoas, que no fundo só sentem é inveja de ti.
    Acho a ideia dos workshop's excelente, como achei espetacular a ideia do 'In the mood for Love'.
    Queria te dar os parabéns pelo teu blog, que me faz vontade de ter um e me dá vontade de cá voltar todos os dias.
    Deves continuar com as tuas iniciativas, de louvar diga-se, neste mundo cada vez mais impessoal e sem tempo para conhecer pessoas. Falo por mim, claro sair de casa às 7 e chegar às 20…
    Fico à espera que não te deixes desanimar, com os comentários de pessoas invejosas. Só se inscreve quem quer.
    Queria ainda dizer uma coisa em relação ao CAP, quando tirei o meu (nunca o utilizei) mas havia de tudo desde licenciados a pessoas com a 4.ª classe e daquele grupo cinco estrelas aqueles que hoje dão formação são aqueles que têm a 4.ª classe. São pessoas com muito para ensinar e ouvi-los é uma lufada de ar fresco.
    E no fundo se as pessoas gostam de ler o que escreves, então ouvir-te deve ser em pessoa deve ser muito melhor.
    É a minha opinião, e apesar deste ser o meu primeiro post quis partilhar a minha opinião para te dar força.

    Um abraço,

    Rcara

  50. Sinceramente acho que enumeraste todos os motivos que deviam forçar a NÃO CANCELAR a ideia do workshop. Ao fazê-lo estás a dar força a quem criticou.

    Só precisas de perceber se o Workshop vende…se há interesse…havendo interesse…é dar o passo em frente…contra tudo e contra todos.

    Até podemos fazer o paralelo com a Pipoca…não abriu uma loja? Não a abriu mais ou menos com o mesmo objectivo?

    Faz lá o workshop…vá…

  51. Arrumadinho, sou uma fã tua à imenso tempo e nunca esperei uma atitude destas da tua parte. Quando criaste o blogue devias ter-te preparado para criticas positivas e negativas, e à medida que o blog ia crescendo e te ias tornarando mais famoso essas criticas consequentemente iam aumentando. Por essa razão nunca esperei que te deixasses afetar por criticas de invejosos e ignorantes.
    Na minha opinião devias seguir com o workshop para a frente, pois já envolveste demasiadas pessoas nesta iniciativa e não podes deixar que os invejosos te deitem a baixo!
    PENSE BEM NISSO! *

  52. Parabéns mais uma vez….mas desta porque te dás ao trabalho de responder, com a mesma inteligência/excelência que caracteriza a tua pessoa, a gentinha cuja "tacanhez cultural" é ENORME, mas que ainda assim, não chegam a atingir, espero, o teu dedinho mindinho do pé esquerdo, porque o direito é o da sorte, e esse precisamos dele inteirinho!

    Força para todas as tuas iniciativas, que a tanta gente invejam! Somos importantes quando temos amigos, mas somo MUITO importantes quando coleccionamos um número considerável de gente invejosa.

  53. Anónimo de 16 de Dezembro de 2011 18:26, e outros que tais.

    Obviamente que não se está a criticar a gente que discorda, mas sim os que o fazem de forma errada, negativa, abusiva. (Não há pachorra.)

    Caríssima R.L e outros que tais, se detestas a pessoa, faz uma ou outra coisa:
    Inibe-te de fazer comentários que só servem para diminuir ou massacrar o outro, ou PÁRA DE LER.

    Há pessoas que parece que têm prazer em pisar os outros.

    Como é possível existir gente que ODEIA só porque as pessoas imitem opiniões e fazem coisas. ISTO NÃO É NORMAL.

    E não me venham com essa história de que ele deve ser superior a isso, ou que se responde é porque está a dar importância… Blah blah blah! Claro que isso desmotiva, mói, magoa! Nós somos pessoas ou máquinas!? Fónix. Triste.

    Ricardo, leio o que escreve, concordo e discordo, e é isso que considero interessante no mundo da blogosfera. Ah! E adoro o seu dinamismo. You´re a "doer" e isso falta no nosso país.

    A mentalidade de algumas gentes deste país é realmente tacanha. E isso nota-se a todos os níveis, infelizmente. Não há muito remédio para nós enquanto sociedade.

    Cumps,
    Patrícia

  54. Arrumadinho:
    tendo um blog com mtas visualizações, tem de estar à espera de comentários menos bons ou discordantes porque nem toda a gente tem que pensar como vc. No entanto, a discórdia não que dizer que estivesse errado. Vá em frente. Não se pode converter toda a gente. Cada um tem uma visão do mundo e esta é a sua. As palavras dos que discordam e as suas motivações é coisa que não interessa. Para quem se inscreveu, o que interessava era o workshop. Se o que o motiva é mesmo ajudar as pessoas, vá em frente com o workshop, rompa com preconceitos e não tenha medo de ser feliz!

    ps-já reparou na quantidade de comentários positivos? Por alguma razão é.

  55. Arrumadinho, leio todos os dias o teu blog e sou uma leitora muiiiito egoísta, ou seja, papo os textos todos e nunca deixo comentários. No entanto, desta vez tem mesmo de ser e aqui vai o meu primeiro comentáriozinho neste excelso estaminé: deixa-te de merdas, não ligues às opiniões assim a puxar para o pequenino e rasteirinho e vai para a frente com o workshop. Não compliques (senão de arrumadinho passas a complicadinho, eh,eh,eh) : quem quer inscreve-se e vai, quem não gosta da ideia… Too bad 🙂 aguente-se e " mai nada" 🙂

  56. Arrumadinho, sempre li o teu blogue e gosto de muito do que escreves mas não me coibi de brincar com a situação porque acho que há, sim, alguma pretensão em oferecer (nem que fosse de graça) um programa como o que sugeriste. Mas toda a gente tem direito a achar-se especialista em alguma coisa, ei, eu acho-me especialista em sobremesas à base de frutos silvestres – não estou é à espera que o pessoal concorde comigo e me dê audiência sobre o assunto. Mas ainda bem para ti e para todos que são assim reconhecidos. E acho que, nesse caso, mereces que te paguem, como em qualquer actividade que exija dedicação e dispensa de tempo pessoal.

  57. O que para aqui vai.. antes de mais, o texto está muito bem escrito e gostei imenso de o ler. O encadeamento de ideias está perfeito e os que não o perceberam, bem.. Ou têm efectivamente algum tipo de lesão mental ou simplesmente não quiseram perceber mas isso agora não interessa nada. 😉 Sabes como é, vives num país de doutores. Quem não o é e está longe de o ser ostenta o grau académico sem perceber bem o que é preciso fazer para para o ter. lol Acho lamentável exigir "formação" a um "amigo" para se ter umas quantas horas de conversa INFORMAL enquanto se bebe um café e se come um bolinho, mas acho que isso deve ser parvoíce minha, onde já se viu tal coisa! Embora ache perfeitamente compreensível que o prazer que advinha do workshop tenha passado mas essas 40 pessoas queriam e, certamente, continuam a querer ouvir-te. Eu queria, não fosse a minha completa falta de aptidão para me expôr. E acredito que seriam muitos mais a quererem participar não fossem questões de ordem prática, como a distância e a falta de disponibilidade, mas que pesam e limitam a oportunidade. Não posso dizer-te o que fazer porque não teria cabimento nenhum mas ainda assim gostava de saber que ias para a frente com a ideia, contrariando quem não consegue entender um conceito tão simples como aquele que propões.

  58. Acho ridículo influenciar as suas decisões com base no que não sei quantos gatos pingados, que não têm mais nada que fazer que ser desagradáveis e mesquinhos, comentam.
    Se queria levar o workshop avante no inicio não leva agora só porque andaram para aí a dizerem isto e aquilo?
    É a primeira vez que comento o seu blog, que já seguia antes de «surgir» esta versão do Arrumadinho, e devo dizer que como pessoa (embora não o conheça de lado nenhum, aquilo que uma pessoa escreve e como escreve acaba sempre por revelar algo) desiludiu-me um pouco. Achava-o com um carácter e vontade mais fortes do que os dos mete-nojo que proliferam por esta blogosfera fora.
    Mas enfim, cada um sabe de si. Não concordo com a sua decisão, porque pura e simplesmente deu a essa gente mesquinha o que queriam: atenção e o fim de uma ideia engraçada.

  59. Arrumadinho,

    eu tenho um CAP, sou licenciada e não estou desempregada. As pessoas que tiram CAP não são só os desocupados e desempregados. E é uma certificação exigida para se dar formações.Há regras para tudo, e concordemos ou não, esta é mais uma.

    Independentemente disso, é óbvio que só se inscreve, nos seus workshops, quem quer e está para isso. Mas também penso que,com a popularidade do seu blogue é impossível virem comentários menos bons. E uns, obviamente, parvos.

    De qualquer dos modos, acho que aceitar opiniões contrárias desde que construtivas é uma virtude. As pessoas podem gostar de o ler mas discordar de si..

    De qualquer as formas desejo-lhe muita sorte. E não desista dos seus projectos pelos outros..

  60. Acho mal: que não faças esse workshop (embora eu me tenha inscrito no outro) e que existam imbecis que desmotivam as pessoas (imbecis é um eufemismo para aqueles filhos da..que acaba em uta e não é fruta).
    Enfim…faz fabor de inspirar, contar até 3546748383 e cagar nessa gente, sff! 😉
    Abraço

  61. Não percebeste o meu post? Ok, um dia destes colocamos a conversa em dia e eu explico-o. Ou não, que não há muito para explicar. Só é pena não beberes, que isto bem regado teria mais piada. Cheer up 🙂

  62. Confesso que já não consegui ler os comentários todos. Parei na história da formação de formadores. Que paranóia generalizada esta da formação e das licenciaturas. Arrumadinho, foi a palavrinha workshop que desorientou o pessoal. Chama-lhe Encontro de Amigos e vais ver que ninguém se chateia. Irra!!! Ou então chateiam-se na mesma, porque tens a veleidade de ter amigos 🙂 Enfim… fazer o que sentes que é o correcto, acho que é o caminho.

  63. Pois eu acho que fazes mal. Duas coisas: dares importância a quem não merece e colocares de lado algo que te dá prazer. As críticas? Que venham. Sairias mais 'ileso' se não lhes respondesses e simplesmente prosseguisses. Anda lá que quero 'ouvir' a tua versão de Woody Allen.

  64. Em primeiro lugar com o numero de visualizações/comentários que o teu blog tem, devias saber que colocar algo do género iria gerar uma onda de criticismos.
    Concordo com o que a R.L. diz no 3º paragrafo.
    Se tivesses escrito na altura o que escreveste agora, se calhar as reacções eram bastante diferentes.
    Espero que esta onda, mostre a toda a gente que lê o teu blog que o que se diz/escreve tem muita importância, independentemente de quem seja o destinatário.

    Mas sem duvida que o mais engraçado disto tudo é "ver" aqui muita gente a fazer exactamente a mesma coisa de quem criticou no inicio 🙂
    Sejam criticas positivas ou negativas, todos temos direito a uma opinião.

  65. Meu Deus! Há pessoas que não conseguem mesmo ser infelizes sozinhas. Não dá para perceber.
    Olha, acho mal não avançares com o workshop, já que ias fazer muita gente feliz ( e infeliz também, cambada de invejosos)
    De qualquer forma, é bom saber que nunca deixarás de ajudar quem necessita, e quem te procura via email 🙂

  66. Ao anónimo que disse em cima q n se pode ser formador sem Cap, é verdade. Pode n se entender um boi da formação q s da, mas s s tem cap pode dar…
    E qto a ser engenheiro sem curso realmente nao da, mas é possível fazer tudo o q os engenheiros fazem sem s ter curso. Alias podemos fazer tudo sem 1 canudo de uma instituição de ensino q mtas vezes estão anos luz do marcado. Chama-se de autodidatas. Coisa que mta gente se esqueceu do q é pegar num livro e tentar entender 1 assunto sem ir para um sítio encher chouriços….

  67. Arrumadinho, homem, acho que devias fazer o workshop à mesma. A sério que acho. Quando muito, podias reescrever algum do texto introdutório para desmontar aquela noção de que alguém ali acredita no "one size fits all" que acho que é aquilo com que alguém possa ter "embirrado".

    Andei a ler os posts e os comments, as opiniões e as perguntas e as tuas explicações. E fiquei, confesso, com uma noção do que estás a pretender organizar que é muito diferente da que tive inicialmente só com o post inaugural. E é isso que acredito que podias explicar melhor, traduzir no post convocatório a natureza experimental e participativa do workshop que pretendes fazer.

    Quanto ao resto, os cães ladram e a caravana passa.

    Quanto à polémica do CAP ou não CAP, (e isto não é para ti mas para quem anda com ideias peregrinas disto e daquilo) vamos lá pôr os pontos nos i e a aprender inglês, sim? Um "workshop" não é um curso de formação. Se nunca foram a workshops de escritores, a workshops de cozinheiros amadores, a workshops de modelistas de comboios, a sítios onde diferentes praticantes de um ofício ou de um hobby se juntam e falam do que fazem, e fazem em conjunto, e ensinam e aprendem uns com os outros o que tenham a aprender ou a ensinar. Um workshop é, na génese da palavra, uma oficina onde artesãos do mesmo ofício se reúnem, não é uma sala de aula. E para discutir cozinha, comboios, torneiras, sexo ou amor, que eu saiba, ainda não é preciso ter diploma.

    E voltando ao início da conversa: ou eu estou a perceber isto tudo mal, ou o que queres fazer é isto, um workshop destes, com participação e troca de ideias e de experiências, falar sobre o que já viste e já ouviste e de como isso pode eventualmente ajudar alguém a pensar a sua própria maneira de estar na vida e nas relações.

    Se não é nada disto, então percebi tudo mal e vou ali para o meu canto pensar no que fiz.

    Mas se é isto, homem, reescreve lá um texto fundador da coisa, reabre as inscrições, e decide-te lá a aceitar gajos, também.

  68. Ricardo,
    sou seguidora do blog há pouco tempo, mas há tempo suficiente para o admirar pela sua escrita, pelas suas ideias, pelo que já viveu e pela generosidade de abrir um pouco do seu mundo para QUEM O QUER E GOSTA DE LER.

    Há e vai continuar a haver pessoas que o criticaram de forma destrutiva, cabe a si contornar esta situação para que isso nao mexa com a sua estabilidade emocional, nem o faça desistir das suas ideias empreendedoras.

    Se achar por bem desistir do projecto que tinha em maos, fico triste, nao gosto de ver ninguem a desistir de nada, muito menos quando sao boas ideias. Se achar por bem aperfeiçoar os conteudos do projecto, faça-o, mas NÃO DESISTA! pelos leitores que gostam de si!

    Pessoalmente não me inscrevi no projecto porque estou mal de finanças, mas pelos que o fizeram, NÃO DESISTA!E se me permite a ideia, depois desse projecto reuna a informação e ideias que dele surgirem e procure uma nova ideia empreendedora…compilar a informação e dar ao conhecimento do publico, de forma gratuita? não! quem quer que pague, pois "perderá" tempo com isso e todos precisamos de dinheiro para desenvolver projectos e isso é-lhe legitimo.

    se o que move as pessoas para esse workshop é conhece-lo? é aprender mais? seja o que for, são pessoas adultas e responsaveis, ou nao? só vai quem quer, quem nao gosta nao lê, nao vai.

    Comentarios como o "senhor é gay?" por favor, tenham vergonha e bom-senso. nao conheço o Ricardo pessoalmente, mas pelo que escreve sinto e digo de forma convicta é uma excelente pessoa, culta, de bom coração e que de forma generosa partilha o seu mundo atraves do blog. Obrigada por isso, obrigada por fazer parte da minha vida sem saberem e nela trazerem esperança e alegria para uma vida melhor e mais rica. cheia de estilo e cultura!

    beijinhos pr ti e pr Pipoca e toda a força do mundo!continuarei a torcer por voces!

  69. só mesmo neste país é que alguém "teria" de dar "justificações" desta natureza…
    é muito triste, de facto. e atenção que eu adoro o país. o que, na verdade, me faz lamentar ainda mais que assim seja. porque enquanto nos dermos ao luxo desta mesquinhez, desta tacanhez, deste conservadorismo e desta invejite aguda não vamos conseguir perceber que é exactamente com o pensamento oposto que vamos conseguir sair de onde estamos.
    e é mesmo um luxo porque, nas condições em que estamos, deviamos limitar-nos a ser inteligentes e a perceber coisas básicas como aprender a reconhecer, apoiar e criar todo e qualquer tipo de valor que seja gerado de forma lícita.

    e se me permites (e compreendendo os motivos que te levaram a cancelar o workshop) deixa-me só que meta o bedelho onde não sou chamada para te dizer que acho que não devias fazê-lo. não para não teres de ouvir disparates, não por eles. mas por ti, pelas outros (os que se inscreveram) e pelo país. porque infelizmente parece haver muita gente que não só não conhece a palavra empreendedorismo como ainda adopta o 'bota abaixo' quando se cruza com alguém que conhece.e só lamento que pareçam ser muitos porque isso implica uma força significativa em sentido contrário ao desejável mas olha, paciência. lá terá isso que significar que os outros, os que têm ideias e fazem coisas, tenham de se esforçar um pouco mais para equilibrar o sistema (que, na verdade, deveria ser um sistema desequilibrado a favor desta última força).

    ritab.

  70. Arrumadinho,
    Não perca tanto tempo com esses tacos mal encerados. Avance.
    Falou de 2 coisas fundamentais, que este Pais, infelizmente, devido a uma profunda raiz cultural tradicionalista-judaico-cristã, não consegue reconhecer:
    1. talento
    2. prazer
    Não é suposto haver e reconhecer-se o talento; não é suposto haver e ter-se prazer.
    Somos um Pais que tem de sofrer e que é profundamente invejoso.
    Tento esta permissa, avance!
    Eu pedi mais info pelo curso de escrita de Blogues (por email) e não me chegou a enviar. Fico a aguardar e com certeza que não irei ter um formador com CAP, apenas um blogger com um blogue que fala de relações.
    Até breve!

  71. Como de costume, lindamente escrito tanto, no conteúdo como na forma!!!
    Sem comentários para a pequenez de ideias e limitação de espírito que por aí grassa. Pena que, não prossiga mas, é um direito que lhe assiste o de se chatear.Parece-me que deixou bem claro o espírito com que organizou as propostas. Apesar de haver quem ache o contrário, também lhe assiste o direito de ter as iniciativas que quiser: quem quer vai, quem não quer não vai, os outros não têm nada com isso, simplesmente não lhes diz respeito.

  72. acho que estás a ser muito infantil. então só porque há pessoas que não gostaram da tua ideia já não fazes o workshop? devias antes ligar mais à opinião das pessoas que se inscreveram, e das que te apoiam. isso sim é de homem, com H grande!

    e outra coisa, não ganhas nada com isso dizes tu, e se ganhasses qual seria o problema? nenhum rapaz, nenhum.

    não ligues a mentes tacanhas, se não ainda ficas como essa gentinha de espírito pobre. que é isso que essa gentinha quer, não sabem evoluir e não querem deixar os outros andarem para a frente também.

  73. Confesso que nutro por si uma irritação tremenda, daquelas que são muitas vezes injustificáveis, mas acho-o pretensioso, com uma escrita irritante, entre outras coisas. Nem sei muito bem porque vá venho ler o que escreve, mas lá está, também não gosto do Pacheco Pereira e leio os artigos dele.

    Neste texto que li, explica de forma coerente e racional o porquê de querer fazer o dito workshop. Devia, talvez, tê-lo feito antes. Talvez, tal como disse, não chamar de workshop, chamar de conversa informal, palestra, encontro de pessoas. Não falar em preço (referindo IVAS) de participação, mas em custo e esse pormenor ser acertado com aqueles que quisessem participar.

    Concordo consigo quando diz que somos tacanhos. Somos. Não arriscamos, não vemos além das palas que a nossa cultura nos permite. Mas por outro lado parece-me demais e de alguma responsabilidade dar um workshop, provavelmente a pessoas mais vulneráveis, inseguras, como se se tratasse de um ensinamento cientificamente comprovado. Atente na forma como o apresentou e como o desenhou.

    Mais, acho que há da sua parte um aproveitamento da ingenuidade das pessoas para ter maior visibilidade ou obter lucro com esta página (nada contra esta última parte). Quantas pessoas iriam ao workshop por necessidade ou para o conhecer? Estará a ser totalmente sincero nas suas intenções? Não estavam aqueles perfis amorosos que agora publica a preparar terreno para este dito workshop?

    Mais uma questão, não sendo eu homofóbica ou algo do tipo (tenho amigos gays, voto PS, concordo com o casamento gay), quando o leio tenho a sensação de estar a ler uma mulher. Ou um homem gay. É para seduzir o público feminino? É o quê?

  74. Começo por dizer que, ao ler os posts que os anunciavam, achei a ideia dos workshops ridícula…

    Relativamente ao CAP… Os cursos existem, e são obrigatórios para quem quer dar qualquer tipo de formação, enquanto formador… O proveito/ferramentas que cada um tira do curso, (como em qualquer curso!)pode questionar-se. Não se pode ser Engenheiro sem se tirar um curso de Engenharia… Se a ideia não é realizar uma formação, não se deve dar o nome de workshop… Poderá ser um encontro, uma tertúlia, mas não um workshop…

    O tema dado ao primeiro workshop planeado, que se propõe-se como alvo de pancada da blogosfera (blogosferinha, vá…).
    De acordo com o que escreveste agora, haverá background suficiente para uma ideia deste género. No entanto julgo que será potenciar algo que se demonstra disfuncional na vida de muitas pessoas. Pedir conselho acerca de relações pessoais a alguém que não se conhece, e aconselhar alguém sem se conhecer o enquadramento real da questão que nos é colocada, é "perigoso"… Por mais altruísta que se seja é preciso saber até onde se pode ir, deixando para outros a responsabilidade de aconselhar/orientar a postura de terceiros…

    Já na criação de um blog de sucesso, se se tem um (cuja existência de ataques persistentes só ilustram o sucesso do mesmo), porque não partilhar o que se sabe?

    Se há público inscrito nas sessões que propões, se tens convicção nos programas que definiste, se não houve ninguém realmente importante para ti (família, amigos…)a desaconselhar a realização destes encontros, julgo que não deve ser por meia dúzia (meia centena, provavelmente) de anónimos que deves recuar.

    Seria não agir contra as perspectivas curtas que referiste, seria não concretizar algo em que se acredita, e dar sinal de dúvida pessoal quanto ao que defendes…

    Se há pessoas dispostas a pagar para conversar contigo sobre estes temas, porque é que não hás-de cobrar? E até ter lucro?

    Aperfeiçoa o projecto e avança com ele. Sucesso já tiveste! (quem deitou abaixo esta ideia no blog pessoal, só encaminhou outros para o teu)

    Repito que não me identifico com o projecto. Mas admiro a "ousadia" de o lançar!

    Apesar de ser um comentário extenso, é a minha opinião. Emitida sem conhecer mais sobre o assunto, além do que surge nos blogs.

    Diogo Pessoa

  75. Quando vi a tua iniciativa sobre o Workshop, achei-a uma boa ideia. É bom dar oportunidades às pessoas, escolhas. Há uma coisa que se chama livre-arbítrio, que muita gente desconhece: se não estou interessado, I move on, mas deixo em paz a quem isso interessa.
    Pergunto-te: estavas à espera de quê? Ofereceste algo de inovador, e muita gente tem medo da novidade. Lembras-te da Inquisição e da sua mentalidade? vejo toda esta situação como algo semelhante.
    Tens razão razão por estares chateado. Da minha parte, obrigado pela tua iniciativa!

  76. Infelizmente Portugal ainda tem muita inveja estupida e muita conversa de "janela" sobre a vida dos outros. Faz como a tua esposa e ignora os invejosos. Boa sorte para os projectos.

  77. Arrumadinho,

    Eu não concordo contigo em muitos aspectos do que vens escrevendo no teu blog sobre relações. Também não sou um dos teus fãs fervorosos…

    Mas sobretudo, creio que desistires de fazer o teu workshop é que não! Depois de expores todas as razões plausíveis para que esse workshop se justificasse e de invocares o teu altruísmo, perdoa, mas não ficarás bem na fotografia se desistires. Simplesmente, não podes fazê-lo. Isso é dares razão aos que te criticam, talvez ligeira ou levianamente. Não lhes dês esse gostinho. Vai até ao fim com o que idealizaste.

    Mostrarás assim que respeitas aqueles que em ti confiaram e que se inscreveram no teu workshop, mais do que ouves as críticas que presumes injustas.

    Perdoa a franqueza mas tens mesmo de fazer o workshop agora, homem!

  78. Sim sra gostei do texto, mas não concordo…porque á uma coisa que me tira do sério é chamar tudo que não tem a mesma opinião que tu, de "ah e tal são uns tremendos invenjosos" . NÃO…Simplesmente acho uma idea absurda…que te lembraste um dia ao acordar e pensavas que ia pegar bem, pois não pegou, 40 pessoas…..qd qts visitas tens tu mesmo?(40 não ñe nada) e aposto que essas pessoas que o fizeram não será pelo workshop em si…
    eu não sou uma pessoa invejosa, nem sequer vivo em portugal….apenas acho a tua idea estúpida…e isso tens de aceitar sem me chamar nomes….só porque pensas que é uma idea maravilhosa, não quer dizer que o seja!!!

  79. Não deixes de fazer, como bom setubalense vai em frente não te deixes abalar, para frente é que é caminho…olha vem fazer o workshop para a margem sul e quem quiser fazer vem para esta margem ( não, não temos adamastores em Almada podem vir) concluido acho que muitas pessoas gostam de opiniar sobre tudo, mas conheço tantas dessas que que sabem distinguir um peru de um frango, beijinho e vem para esta margem seras muito bem recebido!!!!!!!!!!!!!

  80. Arrumadinho, não desistas do Workshop!!! Sou das que já pedi conselhos à Poisoned Apple e acredita que a opinião dela sobre o meu assunto veio revelar-se acertada! Aliás, sugiro-vos até que se juntem para dar o workshop…aposto que ia ter um sucesso ainda maior! Faz-nos falta iniciativas deste género!
    Beijinhos

  81. Arrumadinho, não desistas do Workshop!!! Sou das que já pedi conselhos à Poisoned Apple e acredita que a opinião dela sobre o meu assunto veio revelar-se acertada! Aliás, sugiro-vos até que se juntem para dar o workshop…aposto que ia ter um sucesso ainda maior! Faz-nos falta iniciativas deste género!
    Beijinhos

  82. Isto realmente vá lá a gente entender….se discordam não se inscrevem, não vejam o blog e bicuaiate…agora começar a mandar "postas de pescada"…sinceramente…ele há gente que só cheira a azeite…AVANÇA com o worshop e nem olhes para tráz…FORÇA com o apoio da malta fã… 🙂

  83. Quando li o post sobre o Workshop achei piada à iniciativa e à ideia! Hoje ao ler este novo post senti necessidade de ir ler os comentários, e pelo que percebo os piores nem foram aprovados… mas mesmo assim li coisas muito desagradáveis e percebi que outros bloggers se deram ao trabalho de escrever posts sobre o assunto em tom de ironia. Lamento que assim seja e lamento a desilusão. Acho triste existirem pessoas que consigam ser assim tão mesquinhas e pobres de espírito. É tão fácil criticar as iniciativas e as ideias dos outros quando estamos sentadinhos em frente ao nosso computador e a nossa vida se resume a ler sobre a vida dos outros.

    Espero sinceramente que não te deixes abalar por esta situação e por todo o alarido que foi criado em torno de uma ideia diferente e a meu ver com potencial para se tornar em algo muito interessante, quanto mais não seja para a partilha de ideias e de perspectivas e para uma tarde divertida e bem passada!

    "Os cães ladram e a Caravana passa"… deixa lardrar quem não sabe caminhar e precisa de criticar os outros para ter alguma emoção na sua vida!

    Abraço

  84. Epá, desculpa lá.

    Apesar de não concordar contigo em quase nada há coisas que me tiram do sério.

    Quem não concorda "tem inveja", "falta de sexo", "dor de cotovelo" e por aí segue.

    Tenham dó, há que concorde e quem discorde.

    Quem são os tacanhos, afinal?

  85. @Poisoned Apple, sábias palavras, uma das razões, aliás, que me leva a ser leitora assídua do teu blog.

    Ricardo,

    Não me parece motivo para desistires de algo que te iria dar tanto gosto a fazer, se fossemos desistir de fazer o que quer que seja por causa dos velhos do restelo deste mundo não fariamos nada na vida, porque haverá sempre alguém que está pronto para nos deitar abaixo, para nos puxar o tapete, para agoirar, para nos dizer que não faz sentido, que não vai dar certo, que é ridículo e bla bla bla..haverá sempre alguém a quem despertamos inveja vá se lá saber porquê, tantas vezes sem razão nenhuma..
    A verdade é que a maldade existe dentro de todos nós mas, também existe grandeza. As pessoas são cruéis umas para as outras só porque sim, sem motivo mas, isso não invalida o facto de existirem pessoas que valem a pena..e essas 40 pessoas que se inscreveram com toda a certeza valem a pena..
    E, já agora, se te magoou a atitude dessas pessoas que tinhas como amigas ou como próximas, se calhar é melhor reveres com quem te relacionas…obviamente que os nossos amigos podem ter opiniões e modos de estar na vida opostos ou discordantes dos nossos mas, os verdadeiros amigos sabem como o dizer sem nos ferir e, apesar de não concordarem, aceitam as nossas decisões e apoiam-nos.

  86. Ainda não tinha lido os comentários, mas face a este "testamento" tive de ir ler, e classificação: nojento! Há coisas na vida que não valem o tempo que se consome, e nem parece do Ricardo, desperdiçar o seu tempo com coisas mesquinhas, ocas e tacanhas!
    É andar para a frente que atrás vem gente… e não desistir do workshop, está claro!
    Já leio o blog à algum tempo, nunca tinha colocado um post… mas achei agora precisava de uma força! Aqui fica!

  87. Mais um texto brilhante. É por isso que aqui venho muitas vezes! Por isso e pela simpatia, educação disponibilidade,coração aberto… Eu, que me inscrevi logo no w. dos bloggs, fico com pena de todas as outras …
    Quanto ao país onde vivemos, em que qualquer um faz uma licenciatura "com uma perna às costas" desde que esteja para aí virado, esta questão da formação é uma perfeita treta!
    Chateia-me que te tenham chateado!:)

  88. boas …acho que fizeste bem por um lado mas por outro tás a dar razao a essas "bloggers"..
    eu li em outro blog certas merdas a dizer mal disso..mas nem comentei para nao dar valor a essas gaijas invejosas..
    caga nisso eu imagino o que elas precisam/querem .|.
    e percebo teres cancelado porque também não ia dar pá "gasolina"

  89. Pronto cá vai…
    Eu acho que esse Workshop não fazia sentido nos moldes em que o promoveste. Vi a coisa como um "insulto" aos homens pois estavas a partir do princípio que todos entravam na carneirada e que pensávamos da mesma forma. Foi com essa impressão que fiquei e sou frontal. Disse-o. Da mesma forma que quando tenho que dizer bem, também o digo e até faço links no meu blog a isso. A quem te insultou não deves ligar, aliás deves receber centenas de mails semanais com essas tretas (se eu recebo dezenas, imagino tu). Se estás convicto do teu workshop e do potencial sucesso do mesmo, não vejo porque não avançares. E para provar a minha boa vontade, até te arranjo onde dormires e te convido para uma Francesinha, quando vieres à Invicta! Ab

  90. Desculpa mas assim tás a dar razão a essa gentinha , eu sou casada e bem casada e gosto muito de ler o que escreves ou seja não sou a unica , acho que deverias mudar o nome para outro e continuar , boa sorte bem mereces ;)Susana

  91. Eu agora estou sem tempo, a festa do meu pimpolho começa dentro de meia hora, dei uma vista de olhos, por alto, e não concordo nada! Mas vou lá e volto mais logo para o comentário mais completo.

  92. Ola Arrumadinho!
    É com imensa pena que leio este post. Quando vi as informações sobre os workshops imaginei logo que os invejosos iam atacar…A tua ideia era uma ideia tão boa!! Neste pais ninguém vê com bons olhos quem é empreendedor,capaz (mesmo nao tendo um PhD em relaçoes amorosas) e bem sucedido…tal como tu és!! As pessoas devem aprender que fazer um "negocio" com o que quer que seja não é uma coisa má,a não ser que seja ilegal (e se fosse ilegal,existiria imensa gente de acordo!!)
    Acompanho o teu blogo diariamente e admiro imenso o que tu escreves (ás vezes não concordo,ou nao tenho sequer experiencia pessoal para julgar).Gosto de vir aque porque escreves bem,e isso já é fantastico por ser tão raro em blogs!Gosto porque é um blog que me mostra novidades culturais e me dá a opinião de quem já leu,viu,ouviu qualquer coisa recente!(Graças a ti já fiz imenso sucesso em jantares de amigos por saber de livros que foram lançados, filmes e iniciativas que tu comentas).
    Continua a ter ideias tão divertidas e inovadoras, os leitores seguidores agradecem!
    Beijinhos

  93. Ricardo,

    não te deves lembrar de mim, mas conhecemo-nos num casamento, já conhecia a Ana, "partilhamos" a Dina e tenho o blog A Maçã de Eva.

    A certa altura, porque escrevia sobre as minhas relações, também eu comecei a receber mensagens de leitores que me pediam ajuda, uma opinião desinteressada e imparcial. A coisa multiplicou-se de tal forma que criei no blog a rubrica "Consultório" que tem post todas as Sextas.

    Perco que tempos com isto, não ganho nada, e tenho neste momento mensagens para responder a mais antiga com data de Outubro. Só que não tenho tido tempo para dar resposta porque estou com vários trabalhos ao mesmo tempo. No entanto, tento sempre, porque tenho vontade de ajudar como em tempos gostaria de ter sido ajudada. Eu percebo-te: ajudar é gratificante.

    Já recebi todo o género de comentários: que tenho a mania que sou psicóloga, que quero influenciar as pessoas, que tenho a mania que eu é que sei, que ando armada em revista Maria…, enfim, não acaba. E é desgastante, aparece desistir, mas depois lá aparece um ou outro comentário de grande generosidade, quem me faz sentir bem e lembro-me que é para essas pessoas que escrevo, não para as que estão de mal com a vida.

    E serve este comentário para te motivar e lembrar disso mesmo: tinhas 40 inscrições. Volta atrás e faz o que te motiva. Há pessoas que te querem ouvir, independentemente da tua formação. Não desiludas quem gosta de te ler e, sobretudo, não dês a satisfação a quem sente por ti um ódio inexplicável, mas ainda assim sentido, de teres desistido.

    E deixo mais uma sugestão: lápis azul. Essa coisa de que no blog todos são livres de comentar o que lhes apetece tem de acabar. Activei há pouco tempo a moderação de comentários e pela primeira vez desde 2006. Não publico nada que seja insultuoso, que tenha rasgos de gozação ou que seja simplesmente estúpido. Aqueles comentários deixavam-me mal-disposta, eram apenas energias negativas que ficava a moer. Óbvio que não estou a falar de opiniões contrárias, educadas e construtivas.

    Agora escolho o que se pode comentar e foi a melhor coisa que fiz. As pessoas de mal com a vida tendem a desistir de comentar.

    O próximo post que quero ler é que vais para a frente com o workshop que embora eu não esteja interessada, é aquilo que acreditas. E desistir por causa gente que não presta e que nem sequer se conhece não faz sentido nenhum.

  94. Se me permites, cancelar o workshop é dar créditos aos críticos..Não atires a toalha ao chão!!!.

    Como diz a sabedoria popular…os cães ladram mas a caravana passa…

    ou vozes de burro não chegam ao céu.

  95. Fico estupefacta com a tacanhez e cérebro pequenino desta gente. Mas qual é o problema de organizar workshops deste tipo? Só vai quem quer e quem acha que necessita. Chocam-me alguns comentários que li, nomeadamente de um colega blogger do Arrumadinho, que até fez disso um post como se fosse a coisa mais ridícula do mundo. Obviamente quando a inteligência é pouca, os argumentos são pobrezinhos pobrezinhos (que foi o caso desse dito blogger). Ao invés de criticarem por causa dessa dorzinha de cotovelo, remetam-se ao silêncio porque "vozes de burro não chegam ao céu".

    P.S. Não, não preciso do workshop do Arrumadinho, felizmente, mas se precisasse, iria com certeza.

  96. Realmente o dinheiro mexe com as pessoas, se estás a fazer um trabalho, em que perdes o teu tempo é obvio que deves ser pago por isso, sem contar com os alugueres, e afins.
    Ontem tive o "mesmo problema", fiz um candeeiro e quando anunciei o preço ouvi vozes contra, porque o candeeiro inicial tinha costado 3,99€ e eu ia cobrar quase 10 vezes mais. Pois bem e as 4 horas que eu perdi a alterar o candeeiro? Dou de graça?
    Enfim, acho pena que desistas pelo que os outros acham, vai em frente! Esses outros se mudarem de ideias e quiserem ir ao Workshop cobra-lhe 200€, só porque sim 🙂

  97. Não te vou dizer para fazeres o curso porque percebo bem isso de já estragaram tudo, mas ainda assim eu fintava com um workshop.

    Quanto ao nao ter formação, ah tanta gente burra que conheço com formação, cheia dela!

    Quanto aos comentarios desprezíveis, de facto começa-me a preocupar esta vontade natural de ser estupidamente crítico. EU tenho opiniões, agora daí a por-me a criticar todos os que se lembram de ter opinião ou modo de estar ao meu já vai um grande passo.
    Pior é que eu no teu lugar simplesmente ignorava. Porque quando percebo o ódio/amor que uma noticia no Publico pode criar percebo que o mal desta nação são dois: frustração e pouco que fazer. Há muito desocupado por aí.
    Ainda que sejam desocupados com CAP. Só lhes falta é criatividade para o usar e depois ficam muito ofendidos quando alguém tem ideias.

    Beijinho e boa sorte

  98. Vanita, sim, já tinha lido o teu post. E confesso que não o entendi. Quanto ao levar tudo na brincadeira, acho que isso só é possível dentro de determinados limites. Depois, não dá, porque deixa de ter graça. E uma coisa são meia-dúzia de idiotas a mandar umas larachas, outras é quando pessoas que tens como amigas, ou próximas, são as primeiras a deixar-se vencer pelo preconceito, a criticar, a atirar pedras, sem cuidar, sequer, de entender motivações, mas apenas incomodadas pelo que "os outros dizem" e "os outros possam pensar".

  99. Se fosse a ti avançava. Li alguns dos posts que te atacavam e sinceramente fiquei chocada com o veneno e inveja que sentem…como uma amiga amiga escreveu ontem no blogue dela, workshops desse género fazem-se em qualquer parte do mundo, escrevem-se milhões de livros sobre esse tema, qual o espanto de quereres fazer algo assim por cá? Mentalidades tacanhas, é o que é…bj!

  100. Não há paxorraaaaa para aguentar gente ignorante, invejosa e enjoadinha. Borrifa-te para isso, tenho a certeza que mta gente gostaria de ir, e que não precisa de um certificado para espetar na parede a dzr que fizeram uma formação!Há pss que gostam de participar e aprender só porque sim..quem não quer pagar não vai e ponto final. E não deixes mostrar comentários ridiculos de gente desocupada, é o TEU blog, eles que vão insultar quem tem obrigação de os aturar! Ana

  101. Portugal é um país pequeno, cheio de gente pequena, mesquinha, invejosa e cheia de preconceitos. Nem todos somos assim, felizmente, mas a maioria é. Há assuntos que fazem logo "saltar a tampa", o dinheiro, o sucesso, o futebol, a religião, a homossexualidade, a malta engalfinha-se logo para encontrar motivos para o fulano X não poder fazer isto, ou o fulano Y não ter competência para falar sobre o assunto Z. Preconceitos, inveja, medo. A malta não "engole", nem fica feliz com o sucesso, a fama, ou o reconhecimento dos outros. Somos pequenos, somos medíocres, temos a mania que somos os maiores, mas é só garganta, no fundo, comem-nos à grande e à francesa e nem damos por isso. Ou se damos, não reagimos, porque se o vizinho não reage e é "dótor", porque iremos nós, que somos povão, fazer barulho? Essa é que é essa!

  102. Leio o teu blog desde o início mas até agora, e não sei porque, nunca deixei um comentário. Mas perante o que acabei de ler não o podia deixar de o fazer. Vai com o workshop para a frente e não deixes determinado tipo de pessoas levarem a sua! Vai haver sempre gente boa e gente má, é uma questão de não deixarmos os maus entrarem na nossa vida e expulsá-los se assim acontecer;) Um beijinho e continua com a excelente e divertida escrita. Filipa

  103. O ser humano é invejoso por natureza, sendo que, o sucesso de uns, é o desaire de outros…
    Azarinho!!
    E estás tu a desistir de uma coisa que te daria muito gozo (acho eu) por haver opiniões contrárias!
    oh pá!!
    Que "mariquice"

    😉

  104. Opá isto a dor de cotovelo é uma merda lixada (para não utilizar outra palavra)… Infelizmente as pessoas levam o dia a dia no seu trabalho (que odeia) e os faz ficarem frustrados) de modo que quando vêm alguém a ter uma ideia "gira e diferente" se revoltam contra si e se perguntam "mas porque é que eu não me lembro de algo assim?" e então é aí que decidem atacar todo e qualquer um que se decida a fazer algo de diferente… Não estavas a enganar ninguém e tal como disseste as pessoas sabem quem és e o que fazes… A facilidade em apontar o dedo e em julgar as pessoas é inacreditável, mas tal como dizes vivemos em sociedade e como tal sozinhos não chegamos a lado algum… ninguém é obrigado a participar e muito menos a pagar o valor que estipulaste, participa quem quer e quem não quer, epá… deita-se ao lado!
    Acho que deverias continuar com a ideia do workshop, é algo que te iria dar prazer e às pessoas que querem participar… 😉
    Bom fim de semana

  105. De quem também brincou contigo – se ainda não viste podes ir lá ao blog espreitar -, lamento que as coisas não tenham corrido como tinhas planeado. Por muito que dê vontade de rir, é bom ver a determinação com que te atiras às coisas e tentas – seja a que custo for – concretizá-las. Na minha opinião, se é que te interessa, devias apenas encarar tudo isto com mais leveza e humor. Levares-te e levares tudo menos a sério e gozares um pouco o caminho. Isto é um escape, estamos cá todos para o mesmo. E nada como uma boa risada para o temperar.

    Beijos 😉

  106. A mim sempre me disseram que a opinião dos outros só nos afecta se tiverem alguma importância para nós.

    Será que essas mentes tacanhas como descreves, devem ter essa importância ?

    Por mais parvo que parece, assim os tacanhos levam a frente a sua tacanhez e acabamos por nos juntar aos tacanhos.
    Provavelmente quem critica precisava de um workshop … desse ou de outro!

    euqrop

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