Mostrar ou não a cara dos filhos

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A propósito do nascimento do Mateus, temos recebido muitos comentários e mails de leitores a perguntarem se não vamos mostrar a cara dele. Por estranho que possa parecer, sendo nós, pais dele, bloggers, nunca discutimos esse assunto antes de ele nascer. Nem sequer depois. Quando publicámos a primeira foto dele (não sei se fui eu, se foi a mãe) fizémo-lo sem mostrar a cara, de forma intuitiva, talvez movidos por um qualquer espírito protector.

Tenho uma posição muito pouco rígida sobre esse assunto. Sinceramente, acho que não há grande mal em que as pessoas conheçam a cara do meu filho. Mais ainda sendo um recém-nascido, já que nesta fase eles são todos mais ou menos parecidos uns com os outros – mais cabelo, menos cabelo, mais magrinhos, mais cheiinhos, é tudo gente do mesmo género.

Ainda há dias, andávamos a passear no Parque das Nações, e veio uma leitora ter connosco e pediu para o ver. Em momento algum me passou pela cabeça dizer que não. Seria estúpido. O Mateus, tal como o Henrique, o meu filho mais velho, são membros de uma sociedade, têm um rosto, existem, e os pais não são propriamente vedetas ou bandidos para que eles tenham de ser protegidos de ataques de gente maluca ou insultados por serem associados a nós. Acho que os putos devem viver tudo com normalidade, tranquilidade, ser iguais a todos os outros, sem preocupações excessivas ou cuidados exagerados, porque embora a vida de hoje seja diferente da de há 20 anos, entendo que as crianças são excessivamente protegidas e isoladas do mundo tal como ele é, e isso torna-as mais frágeis, precisamente o contrário daquilo que pretendemos enquanto pais.

O proteccionismo de alguns pais vai ao ponto de nem sequer identificarem o nome do filho – é o M., o L., a P.. Eu não vejo as coisas assim, e não entendo em que é que a criança perde se for chamada de Manuel, Lourenço ou Patrícia. Mas, como é óbvio, respeito quem o faz, quem não mostra a cara dos filhos, e quem mostra. Não julgo ninguém e acho que é uma decisão de cada pai e cada mãe.

Mas se eu penso assim porque razão é que não mostro a cara do meu filho? Por uma razão muito simples: porque não me está a apetecer levar com gente má e idiota, que é coisa que anda muito pela blogosfera. O Mateus podia ser o bebé mais lindo do mundo, perfeito (anda perto disso, vá), que haveria sempre gente disposta a deixar comentários maldosos, parvos, com os quais não me apetece lidar neste momento. E é só isso. Não tenho aquela posição mais conservadora, de achar que ao estar a expô-los estou a violar a intimidade das crianças, ou a tomar uma decisão por ele – até porque durante muitos anos cabe-nos tomar decisões por eles, sejam certas ou erradas. Simplesmente, quero viver o momento tranquilamente, sem ter de ler comentários a dizer que ele é “horroroso”, que tem “um nariz achatado”, os “lábios tortos”, “cabeça de melão”, “cabelo oleoso”, “duplo queixo”, porque já sei o que a casa gasta, e quem quer ser maldoso sabe sê-lo, sejam quais forem as circunstâncias.

Na minha página pessoal do Facebook tenho quase mil amigos, quando na verdade 85 por cento são apenas conhecidos, contactos profissionais, gente que de alguma forma já se cruzou comigo, e vejo que muitos deles colocam, sem problemas, fotos dos filhos nas mais variadas situações. E não há mal nenhum nisso. Eu, pelo menos, não vejo mal nenhum nisso. A postura que tenho relativamente a este assunto é mais ou menos a mesma que tenho relativamente àquilo que muita gente chama de “exposição da privacidade”. No blogue, eu falo de qualquer assunto que abordaria sem problemas em conversas com amigos num restaurante, sem ter problemas em que as pessoas da mesa do lado ouvissem. Não acho que falar sobre férias, sobre tarefas domésticas, sobre os filhos seja expor a vida, mas apenas falar da vida. O facto de ter muita gente a ler não muda nada. Sempre entendi que a partilha de experiências é saudável e ajuda a que todos nós possamos aprender ou contribuir para que os outros aprendam. Da mesma forma que não acho que mostrar a foto de um filho seja estar a expor a vida dele, mas unicamente a mostrar uma cara que faz parte da sociedade.

Quanto ao meu filho mais velho, a situação é diferente. O assunto foi falado com a mãe e ela entendeu que é preferível que não coloque fotografias dele no blogue. De acordo. Respeito e cumpro com o acordado.

Um dia mais tarde, depois de passarmos esta lua-de-mel com o bebé, mostraremos a cara dele, já que, como se percebeu, não sou fundamentalista relativamente a este assunto. Mas, para já, não.

50 Comentários

  1. Olá Andreia. Já respondi, em parte, a isso, noutro comentário. O feedback negativo que recebo é incomparável. Se eu publicasse a foto do Mateus aqui receberia dezenas, ou até centenas de comentários directos, muitos deles parvos, como os que eu quero evitar. Estando a foto numa revista, é diferente, as pessoas não vêm ao blogue deixar comentários sobre isso. E a prova é que, até ao momento, não recebi nem um comentário.

  2. Bom dia! Entendo a sua posição mas agora que deu uma entrevista para a caras já não acha que as pessoas possam fazer comentários desagradaáveis? Ou agora que a exposiçao é atraves duma revista cor de rosa (muitas vezes as pessoas pagam à própria revista para aparecer, não digo que seja o caso) é mais fácil lidar com a situação, dado que poderá ter mais visibilidade? Obrigada

  3. Ricardo, compreendo perfeitamente as razões que apresentou contudo tenho de lhe dizer que são absurdas pois o seu Mateus é um pequeno príncipe, é lindo, e quem quer que lhe diga o contrário estará a mentir porque o Mateus é mesmo um bebé adorável, muito perfeitinho. Só deve sentir-se orgulhoso do filho que tem e querer que toda a gente o possa ver

  4. Olá!
    Eu sou da opinião que os pais não devem de expor os filhos porque simplesmente a exposição ou não deve ser uma decisão dos próprios filhos quando forem mais velhos!
    Tudo de bom a todos!
    😀
    Maria

  5. Obviamente, por isso é indiferente se é chamado pelo nome ou inicial. Quem quiser descobre de qualquer maneira, tal como está a dizer.

  6. Como é bom ler textos assim. As pessoas, infelizmente de uma forma muito generalizada e com grande aumento de número das mesmas, andam esquecidas. Esqueceram que uma opinião, uma decisão, uma acção de um indíviduo é algo que só aos seus intervenientes diz respeito. A partilha de qualquer uma dessas questões deve ser vista com a mesma naturalidade com que se encara tantas outras coisas. O que uns acham muito estranho, outros acham natural. O fundamental é mesmo respeitar que cada um sabe de si e ninguém tem o direito de questionar opiniões, decisões ou acções só por serem diferentes das suas ou contrárias ao que acreditam ser regra única e inquebrável. Pior ainda…e é uma pena, mas, eu acho que as pessoas se esqueceram de como é ter conversas com os amigos. Tenho muitas vezes a sensação que um grande número de pessoas talvez nunca tenha tido a experiência de passar um bom momento, à conversa, sobre assuntos ligeiros e naturais, com os seus amigos. Anda tudo muito atarefado e preocupado com a vida dos outros e o mal dizer…e é triste, mas cada vez mais se sente isto, na minha opinião.

    Cada vez mais tenho a sensação de que se as pessoas vivessem a sua vida com a mesma intensidade com que rapidamente criticam a dos outros eram todos bem mais felizes…mas, isso sou eu, que ainda dou preferência a uma boa hora de conversa de café sobre a vida, as férias e os filhos na boa companhia dos poucos mas bons amigos que a vida me deu.

    Parabéns pelo Mateus, pela Mulher que é a esposa, pela família, por tudo o que vocês mostram ser. Eu pessoalmente acho importante que haja pessoas que partilham esta forma de ser, de estar e de pensar como vocês fazem e acho que é mesmo de agradecer!

    Uma lufada de ar fresco para os neurónios alheios! Essa é que é essa!

  7. Acho que este texto é mais um daqueles que li e pensei "não precisa nem sequer de uma vírgula, está tudo ali, tal e qual".
    Adoro a forma como escreve, directa, objectiva e adoro a mentalidade aberta que tem. Acima de tudo porque respeita as opções de todos, seja lá qual for a sua opinião.
    Quem segue este blogue, e o da Pipoca, certamente tem curiosidade em ver a carinha laroca do bebé. Eu falo por mim, que passo aqui imensas vezes e, por isso, quando o Mateus nasceu, foi quase como se nascesse um bebé cá em casa. Mas respeito que não queiram publicar fotos dele, que achem que não é o momento. E tem muita razão no que diz, gente maldosa é o que não falta, e a blogosfera não é diferente.
    Tenho a certeza que, se algum dia publicarem fotografias, não vão faltar comentários daqueles que mais valia não perder tempo a fazer. Mas haverá muita gente a babar-se com o pequeno Mati por estes lados.
    De qualquer forma, seja parecido com o papá ou com a mamã, vai ser um fofo. E esperemos que goste de ler. Caso contrário, bem… é melhor não fazer a Pipoca pensar nisso 🙂

  8. Acho que têm toda a razão. É uma escolha vossa, e de ninguém mais. Realmente isto é o que custa ser-se "conhecido". Mas, sem dúvida, sou da opinião que "mostra" quem quer e game over!

  9. Gostei do que escreveu, mas estamos todos à espera da foto, depois da lua-de-mel!!! Temos muito carinho por esse bebé, afinal assistimos a (quase) tudo! Quanto aos frustrados de sempre…

  10. Saudações!

    Nem uma vírgula eu aqui acrescentaria! Desde já não sou mãe (serei talvez daqui a uns bons anos) mas sou irmã de uma pequenina de 10 anos. E à bem pouco tempo fui confrontada com algo como isto «Mana quero um facebook!!! Já sou crescida como tu!». Eis a questão… É verdade, tantos afirmam 10 anos é uma boa idade para começarem a crescer e blablabla. No entanto tal como o Arrumadinho salienta e bem, não se trata de esconder a sete-chaves uma cara mas sim ter uma certa proteção de alguém que, por sua vez, não terá capacidades para fazer-se ouvir quando de si falam! É isto!

    Adorei a reflexão! Muitos precisam de a ler!!

    Inês Batista

  11. concordo plenamente com tudo o que dizes. penso que é natural que as pessoas, tal como eu, que simpatizam contigo e com a ana (mesmo sem vos conhecerem) e que acompanharam através dos vossos blogs esta fase da vossa vida, tenham uma certa curiosidade de saber como é o vosso baby.

    mas isso não dá a ninguém o direito de cobrar fotos dele, da cara dele ou "exigirem" que o mostrem, isso só deve acontecer se e quando vos apetecer.

    e entendo perfeitamente que nesta fase de encantamento total não tenham nenhuma vontade de levar com o azedume de certas pessoas que não têm nada melhor que fazer do que testar a paciência dos outros.

    aproveitem bem a alegria destes dias em família que isso sim, é o mais importante! beijinho para todos**

  12. Eu não sou autora do post sobre os ciúmes entre irmãos nem tão pouco o li, mas vamos lá ter calma.
    Um irmão mais velho sentir ciúmes de um irmão mais novo, principalmente na fase de adaptação às novas rotinas, é perfeitamente NORMAL. Eu sou mãe de duas meninas e ainda hoje (já lá vão 17 meses desde o nascimento da pequenita) a mais velha sente pontualmente ciúmes. Faz parte.

    Tal como faz parte ouvir comentários parvos de toda a espécie sobre os NOSSOS filhos. Alguns bem intencionados, outros nem tanto.

    Com ou sem foto na Internet, vai sempre haver um amigo, vizinho, colega ou familiar a comentar que os nossos bebés são isto ou aquilo. Que os pais dever fazer assim ou assado. Enfim, por vezes chateia, mas vivemos em sociedade e se há algo que nos ensina a ter mais paciência é justamente a maternidade/paternidade.

    O importante é os pais agirem da forma como se sentem mais confortáveis pois essa segurança reflecte-se diretamente na educação dos filhos 😉

  13. Olá Ricardo!

    Tem toda a razão. Embora como deve perceber este é o preço da notoriedade.
    As maiores felicidades para essa bela familia.
    Ana Paula

  14. Respeito muito cada decisão e compreendo a proteção ao filhote. Os pais são adultos e têm lidado bem com os malucos que vos criticam por tudo. Acho bonita a proteção ao Mateus. Um dia adorava ver a carinha dele, como a de qualquer outro bebé, pois é com certeza uma fofura!
    Aproveitem cada momento e façam o favor de serem felizes!
    vidademulheraos40.blogspot.com (http://vidademulheraos40.blogspot.com/).

  15. Eu tive fotos da minha filha roubadas do Facebook do meu marido por uma colega de trabalho dele. Essa "senhora" apropriou-se delas e usou as mesmas num forum de mamãs, como sendo da filha dela que não existe. Fui advertida por uma prima que frequenta esse forum de mamãs.
    A partir daí não coloco fotos na net, nem das minhas filhas nem minhas, tenho face porque vivo fora do país e é através dele que compro as coisinhas para elas, mas só existe para isso mesmo.

  16. Pois eu acho que quanto menos as crianças forem expostas melhor. Há gente muito má e não há necessidade de estranhos partilharem momentos, rotinas e fotografias dos filhos de cada um. Acho que faz muito bem em não mostrar o seu filho, apesar de ele ser um bebé e nesta altura fazer menos diferença que daqui a uns anos. Felicidades ao pequenote.

  17. Tenho a mesma opinião no que se refere a este assunto de expor ou não os filhos.

    Nada de fundamentalismos, e sou apologista do vai-se indo e vai-se vendo.

    Relativamente aos babys D., M, e R's… nem sempre se trata de proteger o filho ou o nome do filho. Por exemplo, eu não pretendo que grande parte das pessoas que me rodeiam na vida familiar e profissional, me identifiquem através do que escrevo no blog. Sei que os mais atentos e se me conhecerem o vão fazer, mas não é minha intenção (pelo menos para já) deixar de escrever como anónima, e como tal se não me identifico pelo meu nome verdadeiro não me parecia razoável identificar o meu filho pelo nome, daí no meu blogue ele ser simplesmente baby D. tal como eu sou simplesmente ML.

    as maiores felicidades para vocês.

  18. Concordo com tudo o que disseste. Por acaso, nunca mostrei o Gonçalo de frente (já pus fotos dele de perfil, de costas, mas de frente não). Não me considero fundamentalista por isso, aliás, não sou, mas há qualquer coisa que me impede. Um medo nem sei bem do quê. É uma coisa meio irracional até! Sei que pode parecer parvo mas, enquanto sentir isto, prefiro não ir contra o meu instinto…. Não acho mal quem o faz, eu é que prefiro, para já, não o fazer.
    Mas com fotos ou sem fotos, o que interessa é saber que o Mateus está bem e recomenda-se 🙂

  19. Eu admito que tenho uma posição muito rígida em relação a este assunto. Acho assustador mostrar as crianças na Internet, e sim, quando as pessoas são conhecidas existem malucos para tudo. Pode ser paranóia, mas é assim que vejo a situação. Hoje em dia facilmente se odeia. Utiliza-se a palavra odiar com uma facilidade impressionante. Só por isso vale a pena proteger as crianças. Proteger do ódio de gente que gosta de odiar, só porque sim.

    Para além disso, não gostaria nada de imaginar que um filho meu estivesse a ser visto na Internet, num qualquer canto escuro, de uma casa qualquer por alguém 'nojento'. Quando digo 'nojento', refiro-me a pessoas com queda por crianças. Assusta-me.

    Quanto a isto que escreveu:
    "Acho que os putos devem viver tudo com normalidade"

    Acho que normalidade para uma grande parte da população que tem filhos e não tem blogues, nem instagrams, não passa por expor os filhos.

    Normalidade, é isso que descreveu, alguém na rua que os conhece da net pedir para ver o bebé. Foi uma pessoa, não foram milhares de pessoas que desconhecemos o rosto e as intenções.

  20. epa nunca me ocorreria esse argumento, que eu acho os bebés e as crianças as coisas mais amorosas do mundo quer tenham uma mancha roxa na cara ou um sinal verde. São lindos e fofinhos. Mas de facto deve haver gente assim, maldosa por natureza e amargurada com a vida. e eu tenho pena dessas pessoas.. Devem haver poucas coisas na vida que tragam tanta felicidade como o riso de uma criança, mesmo que nos seja totalmente desconhecida

  21. Não podia concordar mais com cada palavra que escreveu mas acho que não deveria ser necessário escrever sobre tal assunto, apesar de não o conhecer, nem à sua esposa acho que é fácil de perceber o motivo para não publicarem a carinha do bebé Mateus. Estou grávida de quase 32 semanas e assim que o meu filho nascer já decidi que não vou colocar uma única foto da carinha dele no facebook e não sou nenhuma figura pública como vocês acabam por ser. Tomei esta decisão em conjunto com o meu marido e talvez seja mesmo com instinto de protecção mas não somos nenhuns paranóicos apenas achamos que fotos do nosso filho não têm de andar aí a saltitar as páginas pessoais de amigos e consequentemente amigos de amigos. Tenho o mesmo pensamento que o Ricardo e acho que cada um deve fazer o que bem entender com o que é seu, sem fobias ou quaisquer receios, de forma pensada e que acha ser acertada. Para ser o mais sincera possível até me irrita ler comentários de certas pessoas como "O Mateus não tem cabeça?" ou até mesmo quando a pipoca colocou uma foto do Ricardo com o Mateus e alguém teve a infeliz saída do género "Fico feliz por saber que o Mateus tem cabeça". Há pessoas que não têm vida, ou são extremamente felizes e só vivem bem a criticar quem é feliz e anda de bem com a vida, já para não falar na tão famosa "dor de cotovelo". Muitas felicidades e muita saúde para si, para a sua esposa, para os seus dois filhos e claro para o belíssimo Manolo. Beijinhos Vanessa

  22. Tal como tu não vejo mal nenhum na atitude dos pais que optam por pôr fotos dos filhos na internet.São opções e com conta, peso e medida até pode ser bom. Contudo acho que sendo vocês bloggers fazem muito bem em guardar o Mateus só para vocês por enquanto. É que, sendo realista, há mesmo muita gente maldosa e mal intencionada por esta blogosfera fora. Infelizmente.
    Felicidades para vocês os dois que tanto gosto de ler. E para o Mati, claro.:D
    http://www.letirose.com

  23. Caro Ricardo, concordo com tudo o que escreveu. Pensei exatamente nos comentários estúpidos que estariam sujeitos se mostrassem fotos do bebé quando li os comentários idiotas que alguns anormais fizeram à foto que publicou dizendo que o Mateus era igual. Que prazer doentio têm algumas (muitas infelizmente!) pessoas ofendendo e magoando de forma totalmente gratuita e despropositada. Aproveite muito a lua de mel com o seu pequenito, coma-o com beijos, abrace-o, sinta-o, cheire-o…. Sejam felizes e continuem, por esse bom motivo, a causar invejas boas e más…Abraços para os 4!

  24. As pessoas são muitos pequeninas. E desde que li no post anterior alguém a perguntar, se o Henrique tinha ciumes do Mateus, isso torna, ainda mais possível tudo o que o Ricardo escreve…
    🙂

  25. Adorava ver a carinha do Mateus, mas concordo contigo. Tenho a certeza que faria o mesmo se tivesse na vossa situação. Infelizmente vivemos num mundo cheiiio de pessoas mesquinhas e maldosas que não perdem uma oportunidade para menosprezar alguém, por pura piada. Dá-lhes simplesmente gosto. Por isso, façam os possíveis para protegê-lo um bocadinho enquanto podem. beijinho, inês

  26. Excelente tema e ponho esta questão se quiser responder: o seu filho chama-se Mateus (nome lindo aliás) e claro que não tem mal nenhum toda a gente saber, mas … e é apenas um mas… se alguém mau, um tarado qualquer, uma pessoa com alguma intenção lhe quisesse fazer mal não acha que sabendo o nome dele lhe está a facilitar as coisas? Pode parecer paranóia mas eu acho que não se deveriam expor as crianças de figuras publicas/conhecidas numa altura em que eles ainda não se podem depois defender.
    Alice

  27. Que bom.!! Gosto de o ouvir, nesta circunstância de o ler.
    Quanto a este assunto, subscrevo em pleno a sua opinião, é como se fosse a minha, mas no seu caso com melhor escrita. Viva o Mateus, natural de Portugal e sem Rosé.
    AC

  28. ARRUMADINHO PARA PRESIDENTE, JÁ !!!
    leitores amigos, quem está comigo nesta ?!?!!
    agora mais a sério, vá, este post é mais um pequeno/grande exemplo de respeito, consideração, confiança e valores que todos nós devemos ter:
    quer nas nossas ideias e convicções, quer nas dos outros (que não são melhores nem piores que as nossas, são apenas diferentes) mas, e principalmente, naquilo que verdadeiramente interessa a cada um de nós, no final do dia: estarmos bem connosco.
    bem sei que parece conversa do paulo coelho, admito, mas aparte isso e indo ao que interessa, quem é que não concorda comigo !?!?
    querem pôr foto? ponham.
    não querem pôr foto? óptimo à mesma.
    quando nos deixarmos de preocupar com a vida dos outros e olharmos antes para nós e dar-mos ouvidos à nossa vozinha interior, seremos melhores pessoas – as mais das vezes estragamos tudo quando nos preocupamos com os outros, apenas em agradar os outros, em vermos a nossa vida com o olhar dos outros e fazermos as coisas apenas porque os outros esperam isso de nós (sejam os outros os amigos, familia, colegas de trabalho, namorado/a, etc.etc.)….e depois aparecem os maus instintos, que também estragam tudo: as cusquices mal intencionadas, as invejas, etc.etc.
    pronto, já chega de lamechices, vou voltar ao trabalho (último dia, antes das férias, tá quase quase).

  29. Eu confesso que sou muito protectora nesse sentido. As poucas fotos ( 1 ou 2) que publiquei do meu filho, foi na minha página de Facebook e só um grupo de amigos chegados tem acesso às mesmas. Pedi aos avós e restantes familiares e amigos que não publicassem fotos dele e quando uma vez o fizeram, pedi para apagarem. Já me disseram que exagero mas não consigo ficar descansada a saber que a foto do meu filho pode ser copiada, pode andar por aí no computador de alguém… sei lá, há tanta gente maluca e doente por aí que enquanto conseguir vou protegê-lo disso.
    Compreendo perfeitamente os teus motivos, já vi por aqui cada comentário… e, não que eu tenha que opinar sobre esse assunto, mas eu se fosse a ti (ou à Pipoca) não publicaria. Vocês tem seguidores fantásticos mas de vez em quanto passam por aqui uns 'haters' sem nada que fazer e se de um assunto banal dizem o que dizem, que fará do pequeno Mateus.

  30. Olá Ricardo!
    Sou fã da Pipoca, e tua fã. Querendo ou não, acabam por ser figuras publicas, e como tudo nesta vida, uns gostam outros não! Quem gosta de vós e os segue, continuará a fazê-lo pelo arrumadinho e pela pipoca. Inveja, má formação, falta de educação, seja o que for, devem de proteger o pequeno Mateus e até mesmo vocês! Os nossos filhos são sempre os mais bonitos, os mais perfeitos e lidar com gente mal formada que apenas dizem mal porque sim, não deve ser fácil.
    Aproveitem o momento 🙂
    beijinhos para os 3, vá para o manolo tb 🙂

    P.S. – Adoro o nome escolhido, mas sou suspeita, o meu filho mais novo (fez 3 aninhos ontem) também se chama Mateus 😉

  31. É realmente triste teres toda a razão… Iria vir muita gente só porque não valem nada, falar mal do Mateus. Sem pensarem sequer que se trata de uma criança que não tem qualquer culpa das frustrações das pessoas mesquinhas. E obviamente, nenhum pai ia gostar de estar a ler esse tipo de comentários.

    Um beijinho ao Mateus que deve ser, de certeza, muito bonito,um high five ao Henrique por ser do Benfica e muitas felicidades para vocês.

  32. É uma justificação extremamente legítima; por acaso opto por não expor a cara da minha filha, porque a situação com o pai dela é dramática, e portanto não concordo que ele tenha o direito de a expor a torto e a direito, logo uma vez que não concordo para ele, não iria ser eu a fazê-lo.

    Mas tão pouco critico quem o faça, ou quem não o faça – cada um tem as suas razões e as mesmas devem ser respeitadas.

    Agora essa questão da crueldade na blogosfera nem me tinha passado pela cabeça e é de facto algo a ter em conta, sem dúvida.

    BE

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