Marcelo e Judite

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Gostei muito do embaraço com que o professor Marcelo abordou o tema “Judite Sousa vs Lorenzo”. Ele, sempre tão esclarecido de ideias, atrapalhou-se, engasgou-se, tentou ser o mais educado possível, e lá tratou de repetir tudo o que a colega havia dito à imprensa: que o tom não havia sido o mais correcto e que a entrevista fora demasiado longa.

Para dizer isto, professor, mais valia não ter dito nada.

15 Comentários

  1. Todos erram. Judite errou, apenas isso. Boa parte das pessoas deve andar desatenta, Judite sempre teve um estilo meio trapalhão e agressivo de fazer entrevistas, pessoalmente nunca gostei e achei que a entrevista de Lorenzo foi apenas um excesso, um abuso…mas não, de facto, algo surpreendente.

  2. Aquilo foi uma forma de branqueamento da situação e de sanarem o assunto.

    Viu-se meamo que foi combinado para os portugueses não falarem mais no assunto depois do "tau-tau" do Sr. Professor à menina Jidite.

    A televisão portuguesa trata os telespectadores como atrasados!

    A JS vê-se que anda ressabiada porque o carequinha lhe colocou umas anteninhas com uma ilustre desconhecida que é uma verdadeira alpinista laboral – vem da lista de Sintra directamente para Lisboa com o big boss (isto se os lisboetas deixarem, claro!).

  3. Apesar não conhecer as técnicas de entrevistas (porque sei que há estratégias e truques para "desarmar' alguns entrevistados espertalhões), como telespectadora gostaria que se destinguisse o "trigo do joio". Estes mocinhos que são muito ingénuos e que querem também aparecer, só são jovens e ainda vão aprender muita coisa com as júdites da vida (

  4. À boa maneira portuguesa, não conseguimos fazer uma critica.
    O Prof. Marcelo andou ali às voltas e a própria Judite limitou-se a dizer que teve uma sexta feira negra.
    Enfim, num local de trabalho sério isto era totalmente inadmissivel.
    Por outro lado, temos que perder o medo de criticar.
    Se for mesmo uma critica justa, é bom para quem esteve mal ouvir a critica e perceber isso mesmo.
    Mas como temos medo de criticar, porque não queremos ser vistos como o chato de serviço e como nunca se sabe se amanhã vamos ter que pedir um favor, ninguém critica ninguém, somos todos pseudo amigos e no final todos perdem.
    A Judite deveria ouvir criticas, porque esteve mal.
    Como ninguém a criticou, vai continuar assim.
    Aproveitando os posts sobre crianças e para demonstrar o que penso, é como se não conseguimos censurar o nosso filho quando comete um erro. Desde que seja justo, é de facto o melhor que nós pais temos que fazer. Se não lhe mostrarmos que errou, ele vai crescer sem nunca ter percebido isso.
    Só queria dizer isto.
    Agora, de volta ao trabalho.
    Hugs and kisses

  5. Concordo, achei o mesmo.
    Bastante "soft" o professor Marcelo 🙁
    Pena que as pessoas nao tem coragem de dizer o que pensam quando estão frente a frente com o "causador" do problema! Foi o caso dele.

  6. Os jornalistas(TODOS) deviam colocar neutralidade naquilo que escrevem/informam enquanto exercem o seu trabalho de jornalista.
    EXCEPTO quando não estão a fazer trabalho de jornalista, mas sim de homens e mulheres com outros afazeres(sejam um blogue, uma crónica, um livro).
    Esta moda do jornalismo que critica, que esmiúça, que julga, que reivindica… não é jornalismo…chamem-lhe outra coisa, mas não jornalismo.

  7. A Judite nunca brilhou pela sua mente de intelectual e boa jornalista, recordo-me de Paulo Portas por várias vezes a chamar de burra sem rodeios, ontem tb entrevistou uma rapariga nova fadista, Gisela creio eu, e foi uma entrevista estranha, sempre a bater na tecla da inveja de outras fadistas dela, enfim…pergunto-me foi para ser uma pivot de telejornal menos capacitada que ela foi para a tvi?

  8. Pior ainda: ter dito que tambem achou a atitude dele (de que gasta o dinheiro dele como bem entender) errada, em altura de crise.

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