Late Bloomers (ou “Três Vezes 20 Anos”)

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William Hurt e Isabella Rossellini continuam charmosos, mesmo aos 60

Uma história simples, bonita e bem contada sobre envelhecer, sobre peles que sobram e desafios que faltam, sobre rotina a mais e desafios a menos, sobre olhar para os outros e não ser olhado por ninguém.

Vale a pena.

1 Comentário

  1. Arrumadinho, desculpa, mas aqui o protagonismo vai todo para a história do Pai da Ana. Parabéns ao teu Pai, Ana. Sem dúvida um grande HOMEM.
    Two Shots of Expresso

  2. Fui ver e também gostei.
    Confesso que gostei mais da interpretação do William Hurt neste filme do que a do George Clooney no "The Descendants"!…
    Ao Anónimo do post anterior, escrevi há pouco tempo no meu blogue um post acerca da diferença de idades entre um casal.

  3. Arrumadinho gostava muito que escrevesse algo sobre a grande diferença de idades entre os casais, por exemplo: um homem 25 anos mais velho que a esposa. Qual a sua opinião?

  4. Há quem tenha 20 anos e pareça ter 60 por se acomodar.
    O meu pai tem 68 anos e parece um puto de 20: venceu um cancro, exercita-se todos os dias, perdeu um filho (meu irmão mais velho), perdeu a mulher (minha mãe), assistiu à degradação do meu irmão mais novo por causa de uma doença degenerativa…e é cego. É o meu herói! Se lhe perguntares a razão de ser assim, ele responde-te: "Galo de campo, não quer capoeira!" Estar preso, não é viver com uma limitação física; é viver com a crença que essa limitação é o fim de tudo! O meu pai, todos os dias, supera os limites.
    Desconheço a história que aqui sugeres, mas esta é a do meu pai e como ele me ensina, todos os dias, como se envelhece sem se ser velho.

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