Ideias fixes para o Natal #01: a nova Delta Q Qlip

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Quando recordo os momentos em que fui verdadeira e inocentemente feliz na vida vêm-me sempre à memória os tempos de miúdo em que passava grandes temporadas de férias em casa dos meus primos, em Elvas.

Eram dias intermináveis de brincadeiras intermináveis. Acordávamos à hora de almoço, comíamos qualquer coisa à pressa, e depois vinham as grandes decisões: ou jogávamos computador, ou íamos para a rua jogar futebol ou basquetebol, ou íamos para o tanque (era o mais próximo de uma piscina, mas que servia bem para atenuar os 42 graus que normalmente estavam em Agosto no Alentejo). Fosse qual fosse a decisão, invariavelmente acabávamos o dia no clube de video Vivas a alugar um ou dois filmes para vermos noite dentro.

Jantávamos em família, já com os meus tios, que eram médicos no hospital de Elvas e passavam o dia a trabalhar, e depois lá voltávamos às brincadeiras, aos jogos de computador e aos filmes até quase ao nascer do dia.

A vida era isto, e assim de repente, era tudo o que precisava para ser feliz.

De vez em quando, fugíamos à rotina e fazíamos uma coisa diferente. Volta e meia íamos à bola ver O Elvas jogar (por essa altura chegou a estar um ano na primeira divisão), mas também dávamos uns passeios a Badajoz, a Vila Viçosa ou a Campo Maior.

Em 2009, tive a oportunidade de visitar a África do Sul na companhia do simpático casal Nabeiro, patrões da Delta, a maior indústria de Campo Maior, uma das maiores empresas nacionais e responsáveis por um dos produtos mais adorados dos portugueses: o café. Mais: o nosso café. Não tem preço a sensação de estar há sei lá quantos dias no estrangeiro, a beber aquela mistela a que eles chamam “coffee” ou “kaffee” ou lá o que for, e de repente perceber que num qualquer spot há café Delta. Ou ir a um restaurante português e poder beber um café Delta. A viagem, muito divertida, ajudou-me ainda mais a ligar-me à Delta, até porque fiquei a conhecer melhor o funcionamento de uma empresa com uma dimensão gigante, mas que continua a ser gerida pela família Nabeiro, apaixonada pelo café e pelas coisas boas da nossa cultura (como o vinho ou a comida).

Um dos pontos altos da viagem: quando fomos conhecer o Cabo da Boa Esperança

Foi fascinante conhecer os senhores Nabeiro, gente simples e divertida, que percebe da coisa como poucos. Pouco tempo depois de lá ter estado, comprei a minha primeira Delta Q, uma máquina que me tem acompanhado um pouco por todo o lado por onde ando. Costumo trabalhar com uma máquina de café na secretária (sim, porque eu não confio naqueles cafés de empresa), tratei de arranjar uma para a minha mãe ter na casa da Comporta, para onde costumo ir de férias, tenho uma em casa, e outra na casa da minha sogra. Só naquela de prevenção.

Por isso, como sugestão de presente de Natal, acho que não podia deixar de fora a nova Delta Q Qlip, que não só tira os melhores cafés do mundo, como tem um design incrível — sou fã da amarelinha.

Desde que foram lançadas as Delta Q, com sistema de cápsulas, que nunca mais voltei a ter outro tipo de máquinas de café em casa e no trabalho. Não só o processo de tirar um café demora para aí 10 segundos (com as outras máquinas levava sempre uma eternidade), como é tudo muito mais limpo. As cápsulas da Delta Q têm uma particularidade: todo o processo de produção continua a ser feito em Campo Maior. É lá que o café é torrado, moído e depois encapsulado. Embora a mistura para as cápsulas seja diferente da mistura do café tradicional Delta, o sabor é igualmente ótimo, muito próximo daquele a que estamos habituados quando bebemos um café na rua.

Por tudo isto, e porque as máquinas têm uma pinta do caraças, fica a sugestão, que tanto dá para namorados oferecerem a namoradas, e vice-versa, para dar aos pais, a irmãos, filhos, no fundo acho que qualquer pessoa gostaria de receber uma.

Os três novos modelos da Delta Qlip: eu sou do team amarelinha
É uma máquina de café, mas também pode ser uma peça de design

Texto escrito em parceria com a Delta Q.

2 Comentários

  1. Parabéns pela escolha! Há que valorizar o que é nosso, e este ‘nosso’ café é mesmo de alta qualidade.

    Um beijinho,

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