A guerra “Daniel Oliveira”

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É muito comum lá por casa haver gostos diferentes em quase tudo, da comida à música passando pela literatura ou programas de televisão. Já aqui relatei a discussão “Luísa Sobral”. Eu acho-a o máximo, ela não a suporta.

Há dias, a história repetiu-se, mas a discussão não foi só a dois, meteu quase toda a família. Desta vez o assunto foi o Daniel “O que Dizem os Seus Olhos” Oliveira.

Ponto prévio (porque nestas coisas há sempre quem ache que há aqui amiguismos): não sou amigo do Daniel Oliveira, nunca trabalhámos juntos, embora tenhamos vários amigos em comum. Que me lembre, acho que só nos cumprimentámos uma vez, não há muito tempo, num torneio de futebol.

Eu acho o Daniel Oliveira um dos maiores talentos da televisão em Portugal, um homem que sabe o que as pessoas querem ver, perspicaz, inteligente, culto, versátil. Um homem que sabe pensar e planear um “Fama Show” mas também consegue conduzir (e bem) entrevistas com gente de todas as áreas. Ao contrário do que muita gente diz, com algum desdém, sobretudo no meio jornalístico, o “Alta Definição” – um título muito pouco humanista para o tipo de programa – não é só o momento em que os entrevistado vai para a televisão chorar. São entrevistas de fundo interessantes, humanas, que nos mostram um lado muitas vezes desconhecido de gente famosa. As conversas são conduzidas com grande bom senso, abordam assuntos incómodos e procuram surpreender e trazer histórias novas, inéditas, que é o que se pede numa entrevista de vida.

Na discussão lá de casa, havia duas facções, uma contrária, outra favorável ao Daniel Oliveira. Eu e o meu irmão, que também é jornalista, liderávamos a defesa. Claro que o assunto foi ter às conversas com os jogadores de futebol, consideradas, pelo lado que o atacava, como “puxa-saquismo”.

Assim de repente, acho que poucas pessoas no mundo conseguem juntar os melhores jogadores do mundo numa entrevista. Uma delas é o Daniel Oliveira. É só ele querer e tem à frente o Cristiano Ronaldo, o Pepe, o Fábio Coentrão, o Nani, o Nuno Gomes ou o Simão. E consegue pô-los a falar do que ele quiser.

Já vi conversas com vários jogadores em que são abordados aspectos familiares, de infância, de pobreza, de tristeza. As conversas não são todas cor-de-rosa e manipuladas. A diferença é que o Daniel Oliveira sabe conduzi-las com sensibilidade e inteligência, criando o ambiente propício para que os entrevistados se abram e desabafem com ele em frente às câmaras. E isso, digo-o por experiência própria, é complicadíssimo.

É muitas vezes difícil reconhecer valor a quem é popular, a quem sabe chegar às pessoas. Sempre achei isso um tique de superioridade ridículo e desprezível.

Houvesse mais Danieis Oliveiras nas televisões portuguesas.

daniel

45 Comentários

  1. Para mim o Daniel podia trabalhar na imprensa cor de rosa, penso que é o tipo de jornalismo que faz. Claro que o talento e sensibilidade ninguem lhe tira, mas que os famosos têm sentimentos e são pessoas como qualquer comum mortal é um assunto um pouco gasto. O que me interessa de ver um famoso a chorar? são humanos, e daí? alguma novidade? Nem que tirem a máscara de arrogância que têm por meia hora pra dar uma entrevista light.

  2. O Daniel Oliveira deixa o convidado brilhar. Parece-me um rapaz muito sério e competente. Desconfio que se fosse repórter ou pivot seria óptimo também!
    O Herman José tem muito a aprender com ele sobre como entrevistar um convidado! Acho piada ao Herman (mais no passado do que actualmente) mas ele não resiste a exibir-se e a tentar brilhar mais que os próprios convidados!

    Vera

  3. DO é um senhor! Um senhor!!!!

    E claro que repete muitas perguntas. Porque essa(s) pergunta(s) podem ser pertinentes para todos os convidados. Cada resposta será uma história diferente, porque o importante é o entrevistado. Esse é que tem algo para nos contar.
    Com o devido respeito que entenderão, e sem obviamente menosprezar o Daniel, ele já apareceu em 200 programas, já foi "convidado" da Clara de Sousa, numa excelente entrevista de parte-a-aparte. Já não tem "nada" para nos contar de novo (Era como eu seguir com atenção sempre os jogos do mesmo árbitro, em vez de ver os jogos do meu Sporting. Não faria sentido. Os árbitros são "apenas" bons/médios/maus moderadores. E nisso o Daniel é exímio)
    O fulcral no trabalho dele (salvo melhor opinião) é a forma como intervém. O momento. Ele por vezes quase que nem faz perguntas. Lança o género de "achas para a fogueira".

    Não querendo ser demasiado lírico, ele é um género de DJ. Percebe toda a envolvente que o rodeia, para colocar a pergunta mais perfeita naquela altura. (Lá está: Mesmo que já tenhamos ouvido a música, neste caso a pergunta.

    E claro, não esqueçamos a maravilhosa equipa que está à volta dele. MARAVILHOSA

    Portanto, também voto "a favor" 😀

    Cumprimentos
    Rómulo JArdim

  4. DO é um senhor! Um senhor!!!!

    E claro que repete muitas perguntas. Porque essa(s) pergunta(s) podem ser pertinentes para todos os convidados. Cada resposta será uma história diferente, porque o importante é o entrevistado. Esse é que tem algo para nos contar.
    Com o devido respeito que entenderão, e sem obviamente menosprezar o Daniel, ele já apareceu em 200 programas, já foi "convidado" da Clara de Sousa, numa excelente entrevista de parte-a-aparte. Já não tem "nada" para nos contar de novo (Era como eu seguir com atenção sempre os jogos do mesmo árbitro, em vez de ver os jogos do meu Sporting. Não faria sentido. Os árbitros são "apenas" bons/médios/maus moderadores. E nisso o Daniel é exímio)
    O fulcral no trabalho dele (salvo melhor opinião) é a forma como intervém. O momento. Ele por vezes quase que nem faz perguntas. Lança o género de "achas para a fogueira".

    Não querendo ser demasiado lírico, ele é um género de DJ. Percebe toda a envolvente que o rodeia, para colocar a pergunta mais perfeita naquela altura. (Lá está: Mesmo que já tenhamos ouvido a música, neste caso a pergunta.

    E claro, não esqueçamos a maravilhosa equipa que está à volta dele. MARAVILHOSA

    Portanto, também voto "a favor" 😀

    Cumprimentos
    Rómulo JArdim

  5. Eu também sou da mesma opinião,houvessem mais Danieis Oliveira, e menos emproados que pensam que tem o rei na barriga!!!

  6. Não tenho por hábito responder em domínios deste género, sobretudo responder a quem não se identifica, muito menos perderei tempo em contra argumentar opiniões, tão legítimas que correm o risco de serem minadas pela forma e argumentos utilizados que apenas ressoam dentro de quem os produz. Ainda assim foi feita uma questão que indicia uma resposta, que afinal é mais simples do que parece: Como é que eu entrei para a SIC? Simples, embora singular. Eu tinha 16 anos, vivia na Amadora e tinha criado com 13 um jornal que fazia sozinho e no qual entrevistava algumas personalidades. Nenhuma pessoa que me fosse próxima tinha contacto ou conhecimento com alguém do meio. Com vista em conseguir entrevistas com aquelas que eram as maiores estrelas da televisão dirigi-me à SIC várias vezes, onde, como se diz na gíria jornalística "as tentava apanhar". Persistente, esperei que algumas delas passassem no final das gravações, utilizava a marcação de entrevistas com umas para abordar outras, algo, bem sei, que o jornalismo de redação vai deixando cair em desuso. Uma dessas entrevistas agradou ao responsável pela editoria de desporto que me chamou para colaborar no programa Os Donos da Bola, como assistente de produção. Foi assim que entrei na SIC e trilhei o meu caminho. Tive como diretores em televisão pessoas tão distintas como Emídio Rangel, Nuno Santos, José Fragoso, Cândida Pinto, Ricardo Costa, Luís Marques ou Luís Andrade. Todos, uns mais tempo ou de forma mais directa que outra, me deram oportunidades às quais julgo ter correspondido, por sempre terem sido reiteradas. Nunca fui e presumo que não serei, acusado de ser um mau profissional e sempre apresentei resultados efectivos do meu trabalho. Quem não gosta de mim deve ter a consistência moral para não arranjar subterfúgios ignaros para justificar essa opinião. Melhores cumprimentos. Daniel Oliveira

  7. Completamente de acordo! O Daniel Oliveira é um excelente profissional, não tem tiques de vedeta e consegue chegar às pessoas de uma forma muito natural.
    Ora, nós vivemos num país de invejosos, cujo passatempo principal, a seguir às discussões violentíssimas sobre futebol, é deitar abaixo quem trabalha a sério e tem sucesso, portanto, para esses só há uma coisa a dizer: "Os cães ladram, mas a caravana passa"

  8. "Se alguém entra por cunha e se revela uma mais-valia, então, não vejo probelma nisso". Até eu que aprecio este blog e concordo com as suas ideias fiquei pasmo! O problema não está no fim, Ricardo, está precisamente no meio. Ou será que todos os fins justificam o meio? Não me parece que era isso que queria dizer e não me parece que o Ricardo seja assim, a ver pelo que costuma escrever. 🙂

  9. Concordo, as entrevistas do Daniel Oliveira são sempre completamente diferentes daquelas a que o público se habituou a assistir. E agrada-me muitíssimo a simplicidade que lhes confere (à custa de trabalho e muita preparação, estou certa).

  10. Daniel Oliveira sabe ouvir, dá espaço ao entrevistado, não interrompe de qualquer maneira e isso, parecendo que não, pois o tempo em televisão é escasso, é o que faz dele O melhor na sua área. Pelo menos, é o que dizem os meus olhos 😀

  11. Peço desculpa pela má compreensão que depositei na minha análise em relação aos seus argumentos.

    Eu também referi que o DO se formatou ao programa e ao critério que é exigido no horário em que o programa passa na tv. Se lhe avisto outras capacidades? Sim. De certeza que tem outra alma, outra alma com outras opções. Mas este género de programa cor-de-rosa é o que vende. é o que capta mais a atenção. É uma pena.
    Não é condição necessária e suficiente avaliar uma pessoa pelo tipo de programa que se faz.
    Aqui a questão é outra.
    É por existirem programazinhos destes na tv (aqui ou qualquer outra parte do globo) que as cabeças são formatadas a banalidades. Eu sei que é um tipo de conteúdo que não pode agradar a gregos e a troianos, mas uma vez que a essa hora, como refere até preguiça para mudar de canal há, porque não a tv apostar em conteúdo sério mas de igual leveza? O que importa o lado descontraido dos Vips? miudas giras? ah tá bem. situações descontraidas? numa festa. numa mostra de vinhos. numa mostra de cremes. numa mostra de sandálias?

    Isso é vazio.

    o azul é tramado. os 92 também. foi pena!!!!

  12. Assino por baixo. Só não vejo o alta definição, quando o entrevistado não me interessa. De resto, vejo sempre, principalmente quando entrevista pessoas já com uma certa idade, com muita tarimba. São, quase sempre, entrevistas muito interessantes.

  13. Se o meu filho tiver mérito terá a sua oportunidade de o mostrar. O problema das cunhas não é o elas abrirem portas a pessoas competentes, é quando elas dão espaço a gente incompetente. Se alguém entra por cunha e se revela uma mais-valia, então, não vejo problema nisso. Ou melhor, vejo, mas é um mal que veio por bem. Não devia haver cunhas, pois, estamos todos de acordo, mas é claro que as há, e isso não se muda de um dia para o outro. Ainda assim, continuo a acreditar que quem vai mais longe é quem tem mais qualidade.

  14. Caro anónimo. Se reler o que escrevi verá que não disse que o Fama Show é um programa "bem conduzido". Digo, sim, que é bem planeado. Ao contrário do que diz, também não é um programa que pretenda "trazer sabedoria" a ninguém, mas sim mostrar o lado descontraído dos VIP. O programa é o que é, e foi pensado para ser aquilo. Ninguém quis fazer um "Acontece" e saiu-lhe um "Fama Show".
    O que define a qualidade de quem pensa é, também, o tentar entender quem o vê, tentar perceber o que resulta ou não em televisão em determinado horário. E acho que o "Fama Show" resulta, é bem feito, tem miúdas giras, gente bonita, situações descontraídas, que é o que se pretende a um fim-de-semana depois de almoço, em que aterramos no sofá e temos preguiça, até, de fazer zapping.
    Embora não conheça o Daniel Oliveira, acredito que, na sua vida, as revistas cor-de-rosa não sejam a sua leitura preferida. Mas se ele vai fazer um programa desses, se o vai planear, editar, pensar, então, terá de o tentar fazer da melhor forma possível.
    Eu já trabalhei vários anos num jornal que tratava assuntos que me interessavam pouco. No entanto, tinha de o fazer, fazia-o com prazer, e tentava que o jornal fosse, naquele segmento, o melhor possível.

  15. Pois mas um dia talvez o teu filho(a) não tenha lugar por mérito porque outro(a) entrou por ser… mas isso estou a ser pequenino…

  16. o fama show um programa bem conduzido? discordo totalmente. é uma autentica revista cor-de-rosa em imagem. não é um programa que traga sabedoria. só conhecimento dos "VIP'S"….
    O Daniel Oliveira fazia um programa interessante na RTP. Agora formatou-se à tv independente. independente em nada…não preza, jamais, pela genialidade – tv, não ele-formatado, portanto!

  17. Apenas dizer que estou do lado contrário. Não gosto da forma como conduz as entrevistas, por vezes chega a ser desrespeitoso por não saber parar de puxar a lágrima. E o fama show, senhores….vazio.

  18. Cada vez mais me identifico com a Pipoca! Como ela, não suporto a sonsa da personagem Meredith Grey, e em relação ao Daniel Oliveira, nunca percebi porque é que toda a gente o adora. As perguntas que ele faz não são brilhantes, são as que esperamos que qualquer jornalista, melhor ou pior, faça numa entrevista mais intimista, ou não?
    Além disso, também acho que ele tem carinha de sonso. Também não sou apreciadora das indumentárias da Sofia Alves. Só falta saber se ela, como eu, também acha o Sócrates o político mais reles dos últimos tempos, e teremos a confirmação: somos almas gémeas!

  19. Acho isso totalmente irrelevante, e até mesquinho. O que é que interessa se ele entrou porque enviou um currículo, se foi lá bater à porta, se por piedade, se por cunha, se por ser o melhor aluno da faculdade? O que interessa é o trabalho que ele faz, e é por esse trabalho que ele deve ser avaliado. Já me passaram centenas de estagiários pela mão, chegados a mim de todas as formas. Os que ficaram, vingaram, foram os bons, não os que entraram por qualquer razão que alguém possa considerar obscura.
    Já ouvi algumas histórias sobre como ele foi parar à SIC, mas, sinceramente, nunca lhes prestei muita atenção, porque, por norma, essas coisas não me interessam. Explorar isso é ser pequenino.

  20. Ele dá ao sopeiredo do subúrbio o que elas querem ver. Quer-me parecer que há ali muito tesão reprimido, encarnado na figura do mocinho.
    Gostei também da tua observação relativamente a ter o mundo do futebol aos seus, dele, pés. falta fazer uma entrevista ao messi, ao lampard

  21. Estou do seu lado, Arrumadinho.

    Não sou uma grande fã do programa mas ele já conseguiu que eu ficasse agarrada à TV quando entrevistou o Miguelângelo (de quem não gostava nada).

    Nesse entrevista consegui ver um lado extremamente interessante do cantor tendo sido surpreendida pela positiva.

  22. pode ser muito bom jornalista,
    mas a mania que é amigo da selecção nacional inteira e mais que venham
    e o mesmo rol de perguntas a puxar à lágrima e à comiseração..
    epá não mesmo!
    já estamos um bocadinho fartos..

  23. É fácil de perceber que a influência do Daniel só consegue ser tão grande porque tem o nome Sic por trás. Não é só ele por ele.

    De qualquer forma, detesto o estilo. Não gosto de ouvir sempre as mesmas perguntas, entrevista após entrevista. Não gosto do estilo puxar-à-lágrima.

  24. Enquanto jornalista, acho que o Daniel tem imenso talento. Não o posso negar. Seria injusto se o fizesse. Mesmo que não achasse o programa grande coisa, tinha de valorizar o mérito da sua criação que combina na perfeição com outros trabalhos.

    Agora, e também enquanto jornalista, digo que aquilo que ele faz pode ser feito por mais alguns jornalistas que conheço. A diferença é que muitos convidados não se abrem com os jornalistas como se abrem com ele.

    Isto deve-se ao facto de que ele está associado a um canal e não (tendo em conta os convidados e teor da conversa) a uma revista que tem uma linha editorial que pode ser agressiva para as pessoas.

    Mas, volto a dizer. Tem muito mérito e talento no que faz. É um programa que se vê muito bem. Gosto das conversas e da fluidez das mesmas.

    Quanto ao Fama Show, não sou fã do mesmo.

    homem sem blogue
    homemsemblogue.blogspot.pt

  25. Gosto tanto do Daniel que um amigo nosso um dia ofereceu-me uma foto dele para colar na minha sanita.
    'Lamento Dani, a par com o Quimbé, és um dos meus ódios de estimação'.
    É daquelas coisas irracionais, nada contra o pobre moço, até porque lhe reconheço talento de chegar onde chegou…não me peçam é para sintonizar o Alta definição.

  26. Há muita coisa que não concordo (no sentido saudável da palavra) com o Arrumadinho mas nisto… "estamo junto".
    Cá em casa as opiniões também se dividem…
    Boa quinta-feira!

  27. Subscrevo inteiramente as suas palavras. Só quem nunca entrevistou ninguém poderá achar que é fácil fazer o que o Daniel Oliveira ali faz todas as semanas. É extremamente difícil fazer parecer fácil. E Daniel Oliveira não é só o Alta Definição. E mesmo que fosse já não era pouco porque o que não falta por aí são entrevistadores que não sabem estar, não sabem ouvir e não sabem deixar falar os seus entrevistados. Eu já fui jornalista e sou fã de programas de entrevista. Daniel Oliveira é exemplar na arte de se tornar quase "invisível" para que o seu entrevistado abra a alma sem qualquer pudor ou medo. Houvesse mais…

  28. Também sou da vertente "a favor".
    Não vejo Fama Show mas aos sábados, em casa da sogra, vemos sempre o Alta Definição em família e acho que, tal como dizes, conduz muito bem as entrevistas. Nota-se que fez grande trabalho de preparação, consegu juntar o superficial ao profundo, o cómico ao trágico e as pessoas efetivamente falam.

    Também gostei muito dos programas com os jogadores na altura do euro 2008 e mundial, mas acredito que quem não goste de futebol não veja grande interesse e não consigam ver o lado "profissional" da coisa.

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