5 Séries que ando a ver

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Há muito tempo que não me sentia tão vazio com o fim de uma série como quando vi o último episódio de “Breaking Bad”. Nos dias seguintes bateu-me assim uma nostalgia forte, uma sensação esquisita, já que andei quase um mês a ver dois, três e quatro episódios por dia, cada um melhor do que o outro. Acho que essa continuidade me aproximou ainda mais das personagens, das histórias, dos dramas, do humor, fez-me entrar na dimensão da série que se revelou uma das melhores, senão a melhor, que já vi na vida. Agora, umas semanas depois, dou por mim a ver vídeos de fãs que fazem uma espécie de últimas homenagens ao Walter White e ao Jessie Pinkman, ou a rever os momentos em que os actores ganharam os prémios mais importantes da televisão pelos seus papéis em “Breaking Bad”. Mas pronto, luto feito, tentei partir para coisas novas ou séries que andei a perder. E encontrei algumas coisas, que tenho andado a ver, umas melhor do que outras.

The Fall

Já vi os cinco episódios da primeira temporada, e gostei bastante. É uma série britânica, protagonizada pela Gillian Anderson e pelo ainda pouco conhecido Jamie Dornan, o ex da Keira Knightley, e que se tornará uma estrela em 2014 quando assumir o papel de Christian Grey no filme “As Cinquenta Sombras de Grey”. A série conta a história de um psicólogo, Paul Spector (Jamie Dornan), casado, com uma filha, que demonstra ser um pai e um marido atencioso, carinhoso, mas que esconde um monstro dentro dele: na verdade, é um cuidadoso serial killer que assassina mulheres usando sempre o mesmo método. Stella Gibson (Gillian Anderson) é a mulher que vai liderar a equipa de detectives responsável por investigar o caso e tentar perceber quem é este misterioso serial killer que nunca deixa uma pista e mostra ser extremamente profissional nos crimes que comete.

O ponto de partida não é surpreendente, mas a série tem uma dinâmica muito boa, com excelentes interpretações, e um lado negro muito forte, com os dramas familiares das várias personagens a misturarem-se com a trama. É uma daquelas séries que nos deixam com vontade de ver o episódio seguinte, e depois mais outro, e mais outro. Problema: quando a coisa se torna escaldante, ao fim de cinco episódios, a primeira temporada termina. Acredito que haverá uma segunda.

The Blacklist

A meio do episódio piloto torci o nariz. A ideia da série pareceu-me uma cópia do argumento “Silêncio dos Inocentes”. Um dos homens mais perigosos e procurados do mundo, Raymond Reddington (o maravilhoso James Spader), é capturado pelo FBI (na verdade é ele que se entrega) e oferece-se para os ajudar a apanhar os bandidos mais perigosos inscritos na Blacklist, a lista dos homens mais procurados pelos Estados Unidos. Mas com uma condições: só o faz se puder falar directamente com Elizabeth Keen (Megan Boone), uma agente do FBI novata e que ninguém conhece. Imediatamente me lembrei de Hannibal Lector e Clarice Starling no “Silêncio dos Inocentes”. Mas depois a coisa melhora. Os episódios seguem uma dinâmica muito americana, com um membro da lista negra a ser capturado em cada episódio. Não sendo brilhante, a série entretém e ganha brilhantismo através da personagem de Reddington, um bandido excêntrico e cheio de sentido de humor, interpretado de forma genial por James Spader (que saudades do Alan Shore, do “Boston Legal”). A primeira temporada vai no sexta episódio.

Hostages

Mais uma série interessante, boa para passar o tempo, mas que está longe de ser brilhante. Aqui, uma cirurgiã, Dr. Ellen Sanders (Toni Collette), é contratada pela Casa Branca para liderar a equipa médica que irá operar o Presidente dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, Ellen Sanders é feita refém, juntamente com o marido e os dois filhos, dentro da própria casa, por três homens e uma mulher que ameaçam matar-lhe a família caso ela não faça com que o Presidente morra na operação. Os raptores instalam chips com GPS nas costas do marido e dos dois filhos da médica, instalam câmaras de vigilância nos locais de trabalho da médica e do marido e seguem todos os passos que eles dão monitorizando os GPS. Pelo meio, Ellen e o marido vão tentar saber mais sobre quem são aquelas pessoas que estão em casa deles, ao mesmo tempo que enfrentam e têm de lidar com problemas na relação do casal (há uma traição que é revelada) e na relação com os próprios filhos. A dinâmica entre a família e os raptores também é evolutiva e há um membro da equipa de raptores que é mais humano e simpatiza com os Sanders, o que irá criar novos problemas. Entre os raptores também há dramas pessoais, financeiros e de consciência. Mas mantém-se unidos devido à firmeza do líder, Duncan Carlile, que é afinal um agente do FBI, mas com intenções obscuras.

A série vai no sexto episódio da primeira temporada.

Marvel’s: Agents of S.H.I.E.L.D.

Sou um fã confesso do universo Marvel. Acho que vi praticamente todos os filmes da Marvel, gostei da maioria deles, e quando soube a Marvel iria estrear a sua primeira série de televisão fiquei bastante entusiasmado. Tão entusiasmado quanto desiludido, logo após ver o primeiro episódio. O que até é estranho, porque não tinha assim grandes expectativas, mas talvez estivesse à espera de uma coisa menos fantasiosa (o que é estúpido, até porque estamos a falar de um universo de super-heróis). Não sei ao certo o que não me convenceu, mas a série não me agarrou e deixei de a ver ao fim de dois episódios. Se calhar deveria dar-lhe uma segunda oportunidade, até porque está com uma boa nota no IMDB (7.6). Talvez o faça.

A história é de uma divisão especial que é criada para combater um mundo cheio de invasores altamente destrutíveis, como monstros ou bandidos tiranos com super-poders. Os Agents os SHIELD são uma espécie de equipa de elite recolhida por Phil Coulson que irá tentar derrotá-los e impedir que eles destruam o mundo ou a cidade. Cada um dos agentes tem um poder especial. Ou seja, é uma espécie de X-Men, mas com menos graça e sem o Wolverine.

American Horror Story

Por incrível que pareça, só agora é que estou a pegar nesta série que mistura o fantástico com terror e que tem o selo do genial Ryan Murphy (criador do Nip/Tuck). Ainda vou na primeira temporada mas já estou rendido às interpretações geniais da Jessica Lange e da Connie Britton e impressionado com o casting de uma série que reúne grandes estrelas de Hollywood como a Kathy Bates (ganhou um óscar com o “Misery”), a Chloë Sevigny (vencedora de um globo de ouro pelo “Big Love”), o Joseph Fiennes, o Zachary Quinto (nomeado para um Emmy neste “American Horror Story”), a Angela Basset (nomeada para um oscar com o “What’s Love Gotta to do With It”), entre muitos outros.

A série mistura várias histórias todas elas com um forte componente de mistério, sobrenatural, psicopatia, sangue e algum medo. O universo é o dos filmes de terror mas está ligeiramente aligeirado, acredito que para se tornar mais mainstream, o que acaba por funcionar, porque prende os que gostam de um bom terror, mas também chega aos que não gostam do género e ficam agarrados pelo lado do mistério.

A série já vai no final da terceira temporada, mas tem contrato renovado para mais um ano, pelo menos.

55 Comentários

  1. Bates Motel… Tem a 2ª série prevista (julgo n me enganar) para a primavera de 2014… Alia o suspense e o mistério com uma aura de terror (moderado)… Gostei muito e custou que a 1ª série tivesse tão poucos episódios…. Vale muito a pena “espreitar”

  2. Hello again… Aquando do teu post relacionado com o esgotar da série Breaking Bad, aconselhei-te a assistires à série “Justified”.
    Não sei se conheces, mas eu colocaria as minhas mãos no fogo em que irias devorar as 4 seasons com aquela mesma boa sensação que temos algo bom para ver…
    E pronto fica a 2ª tentativa… 🙂

  3. The Fall vai começar a produção da segunda temporada em Janeiro e as filmagens no fim de Janeiro inicio de Fevereiro.
    Agora é esperar que as filmagens do 50 shades não interfiram é que já foram adiadas mais um mês (eram para ter começado agora em Novembro) E se houver conflito que o Jamie seja esperto e opte pelo the fall 😀

  4. Anda a ver tanta série nova e não pegou em Masters of Sex, que a cada episódio fica mais brilhante, para além da abordagem completamente fresca que fazem ao sexo.

  5. Eu tambem gostei mais da segunda (gostei o facto de ser mais assustadora e negra) e achei o fim de uma ambiguidade fabulosa! Apenas acho que enquanto guiao a primeira foi mais bem conseguido, com o fio condutor. A segunda foi um bocado “all over the place” e teve o problema por resolver dos aliens mas achei a performance da Sarah Paulson qualquer coisa de fantastico… Outra atriz muito pouco mencionada é a Lily rabe que em 3 temporadas apresenta 3 personagena fabulosas completamente diferentes em todos os aspetos!

  6. Não sei se já alguém a referiu, mas a Sherlock está muito boa, também. Tem dois actores de topo, e basta! Cada temporada tem apenas três episódios com cerca de uma hora e meia cada um, e cada um é como um filme, com um mistério, personagens e resolução próprios e moderadamente independentes uns dos outros. A terceira temporada estreia em Janeiro.

  7. também concordo. para mim, até agora, a segunda temporada foi a melhor (apesar de haver de facto algumas story lines um pouco desnecessárias)

  8. eu achei a segunda temporada de AHS bastante superior à primeira! também estou a gostar bastante desta terceira, que não vai no final mas sim a meio

  9. American Horror Story é das melhores mesmo!

    Mas enganaste-te numa coisa, a terceira temporada começou à pouco tempo, ainda só sairam 4 episódios .

    Depois quando acabasses de ver a série gostava de ver uma review tua arrumadinho! 🙂

  10. Espreita Orphan Black (BBC America ), Ripper Street (BBC), The Escape Artist (BBC) e Rectify Sundance Channel ).

    Os episódios duram cerca de uma hora, mas as temporadas são pequenas.
    Orphan Black é, provavelmente, a melhor série que começou este ano.

  11. Ainda não vi nenhuma das séries que menciona.
    Por enquanto estou a ver Arrow, no início custa a entrar mas depois revela-se bastante interessante.
    Homeland, muito boa sem dúvida.
    Revolution primeiro também um bocadinho estranha mas melhora muito e vale a pena.
    Walking Dead que sei costuma ver.
    Agora a melhor série sem dúvida que existe é a Game of Trones, se ainda não viu aconselho vivamente.

  12. Eu ainda estou a ver o Breaking Bad mas ao mesmo tempo sigo o “Homeland” que continua brilhante e “Revenge” muito bom também… estou a acompanhar os episodios à medida que vão estreando nos states… se não viste as temporadas anteriores digo-te… estás a falhar :)))

    Não sei se viste uma outra série “Revolution” muito boa… estamos à espera de uma proxima temporada!

    Dos que falaste ainda só vi a 1ª temporada do American Horror Story e adorei… está na calha para ver as proximas temporadas.

  13. Gostava que fizesse um post sobre o final de Breaking bad, para mim uma das melhores séries de sempre. O último episódio não me encheu as medidas e gostava de saber a sua opinião. maggy m.

  14. Arrumadinho, eu sei o que é a abstinência de uma série espectacular, como o Br Ba, e tentei colmatar esse vazio com várias, the americans, Orange is the new black, homeland… etc etc mas nenhuma me animou como HOUSE OF CARDS, já que não foi referida aqui nos comentários acredito que muita gente desconheça, e como tal agradecem me depois.. hehe

    Kevin Spacey brilhante, uma série dinâmica sobre os meandros do congresso e casa branca, jogos de poder e influências… viciante. Só tem um problema… só tem uma temporada, a 2a sai em 2014.

    Bjs

  15. The Wire, a melhor série de sempre e Arrested Development
    Que estejam no ar: Archer, Bob’s burguers (de animação as duas, mas das melhores séries que por aí andam. E não, não são para crianças). Community, Parks, Girls, Sherlock, Downton Abbey, Masters of Sex

  16. Não concordo! Adoro o Ryan Murphy e fiquei rendida ao Nip Tuck do início ao fim 🙂 Ainda vejo Glee, mas apenas porque adoro o sarcasmo, também presente no AHS, que é brilhante.

  17. Do primeiro para o segundo episódio para mim existiu um decréscimo, no entanto adorei o primeiro episódio (só vi o segundo ontem, bem tarde!) mas creio que ainda vou dar uma oportunidade à série visto que é nova – pelo menos até ao hiatus de Natal – e quem sabe não melhora!

    A série não é má, não é. E a premissa é interessante (não fosse o Dracula do Bram Stoker um dos meus livros favoritos de sempre!) e apesar de algumas mudanças no plot da série em relação ao livro acho que a série tem tudo para dar certo. Vamos ver!

    No entanto outra série, se não gostou do Dracula, que aconselho é o Hannibal. Esta digam o que disserem para mim é fantástica! Veja um ou dois episódios a ver se gosta é um pouco gráfica e sangrenta, mas é muito boa. Ainda só tem uma temporada (a segunda sai em 2014).

  18. Olá, Arrumadinho! Nunca te ouvi falar por aqui da The Newsroom. Já viste algum episódio? Enquanto jornalista, muito provavelmente vai interessar-te. Tem um argumento inteligente e um Jeff Daniels brilhante. Vale muito a pena.

  19. Bom dia Ricardo, permite-me a familiaridade 😉

    Adorei o teu comentário à serie The Fall… que na minha opinião é BRILHANTE…Adoro a personagem da Gillian Aderson, que é monstruosa em talento.
    Fiquei francamente surpreendida com o desempenho do Jamie Dornan, uma vez que me lembrava vagamente da actuação dele, como Conde Fersen no filme Marie Antoinette realizado pela Sofia Coppola.
    No papel como o serial killer Paul Spector, o Jamie Dornan provoca-me sentimentos dúbios, pois dou comigo com uma vontade enorme de lhe “encher a cabeça de chumbo” face à crueza dos crimes que pratica, da preparação que faz, da forma como estuda a vitimas, etc,como dou comigo simultaneamente maravilhada com a interpretação dele…LOOOL…
    O restante elenco é também têm muito mérito no sucesso da serie…Estou ansiosa pela segunda temporada.

    Fiquei curiosa em relação à Blacklist…seguirei a sugestão 🙂

  20. Não me faz confusão nenhuma gostar de séries americanas, Eduardo. Os Estados Unidos são o maior produtor e exportador mundial de entretenimento, logo, é normal que as séries que tenhamos disponíveis sejam estas. O que não quer dizer que só veja séries americanas. Também vejo inglesas, suecas ou portuguesas, por exemplo. Problema de ver séries não faladas em inglês: muitas vezes não domino a língua e não tenho forma de arranjar legendas em português ou inglês, o que torna impossível de as entender.
    De qualquer forma, entre as séries americanas há coisas de enorme qualidade e valor, por isso, não, não me faz qualquer tipo de confusão.

  21. Não desistas. Pelo que tenho visto temos gostos muito parecidos em relação a séries. Vais adorar o Arrow. Uns episódios mais seca outro fantásticos. Principalmente na segunda season melhorou bastante, não há tanta novela.

  22. Não lhe faz confusão gostar muito de séries todas do mesmo país? Parece quase uma Revolução Cultural Maoista, mas auto-infligida…

  23. Sou uma agarrada às séries, crónica total.
    A dos Agents of Shield vi 2 episódios e parei, tenho lá os epipsódios à espera de dias melhores.
    Blacklist aborreceu-me um pouco, mas pontos extra pela óptima banda sonora.
    AHS vi as duas primeiras temporadas e estou para começar a terceira. Jessica Lange está impecável e é a minha personagem de eleição.
    Hostages acho que não terei paciência, já a The Fall parece-me interessante.

    Em termos de novas séries a dar uma hipótese: Under the Dome (com a assinatura do Stephen King), Masters of Sex (uma espécie de Relatório Kinsey) e Trophy Wife (comédia).

  24. Olá!
    A série Hostages foi cancelada, pelo que será sol de pouca dura.
    Já consideraste o Game of Thrones? É muito, muito, muito bom. O senhor cá de casa, que é um esquisito e tal como tu andou a sofrer com o abandono do BB, gosta muito.
    Sorriso!

  25. Nunca vi a Shameless original – shame on me – mas o remake americano está, de facto, muito bom. O William H. Macy é mesmo brilhante, e todos os actores, incluindo as crianças, são fantásticos nos seus papéis. É preciso ainda dizer que o Pêpê Rapazote faz uma participação especial na segunda temporada (a fazer de brasileiro, claaaaro) e também está muito bem!

  26. Curiosamente, vinha aqui dizer exactamente o contrário em relação à segunda temporada, que para mim foi uma salgalhada completa… Quiseram introduzir tantas histórias e tantos twists (anjos, demónios, nazis, serial killers, uma espécie de zombies, até aliens por lá aparecem) que, no fim, o produto foi tudo menos coeso. Da terceira, por agora estou a gostar! E de facto os actores são todos fenomenais, temporada após temporada, personagem após personagem.

  27. “Rescue me” e “Sons of Anarchy” (esta ultima ainda não acabou) ajuda(ra)m-me a ressacar do Breaking Bad, são ambas boas e Oz passada numa penitenciária tb é muito boa!
    Ficam as sugestões!

    O agents of shield não gostei.

    Do American Horror Story só vi a primeira temporada completa e 2 ou 3 episds. da segunda e desinteressei-me…

    Entretanto estou a ver The Unit (a rever a 1ª temporada, que já vi há imenso tempo, para depois ver as temporadas seguintes) e semanalmente o Scandal (adoro) e já espreitei 3 do Under the Dome (vê-se bem, sem grandes expectativas).

    Vou espreitar as suas sugestões (The Fall; Blacklist e Hostages)

  28. Concordo com a opinião sobre o Ryan Murphy, ora vejamos tanto o Glee como NIP TUCK foram fabulosas nas suas primeiras temporadas…mas a partir da metade da 2ª temporada começaram a perder o nexo.
    O que salva o AHS da perdida de rumo do Ryan Murphy é a série ser uma antologia de 10 episodios cada! Apesar de achar que em Asylum perdeu-se um bocado o rumo lá pra o episodio 7 e depois no 10 ele não resolveu temas como por exemplo os Aliens

  29. Olá,
    Partilho da sua opinião em relaçào à série da Marvell, mas não desisti de ver e as coisas estão a ficar encaminhaditas (mas ainda não promete muito!)

    Aconselho vivamente a Guerra dos Tronos! Confesso que o primeiro episódio é difícil de ver e ultrapassar (vi 3 vezes antes de conseguir acabar!) porque tem um início estranho, mas rapidamente conquista o espectador, especialmente com as personagens de Jon Snow e Daenerys Targaryen (apesar do pouco tempo de antena da última), para além de que as teorias dos fãs são incríveis!

  30. Não! Por muito que adore o JRM e o género de série…o segundo episodio quase adormeci
    Já agora AHS é do melhor que neste momento dá na televisão americana. Vi as 3 temporadas e acho que Murder House foi muito bem conseguida, melhor que Asylum. O que faltou a Asylum foi continuidade na história, mas em termos de terror o conteudo é mais pesado que a S1 (exorcismos, freiras demoniacas, experiencias com humanos, aliens (que achei a abordagem completamente ao lado, não se conseguiu compreender a finalidade desse tema)).
    Para mim esta terceira temporada é a melhor:é glamorosa e possui continuidade e uma dose de terror certa!A abordagem a temas como voodu,bruxas, tortura é feita sem se tornar caricato.
    A Jessica Lange é fantastica em qualquer das 3 versões e o Ricardo esqueceu-se de mencionar para mim a melhor atriz na segunda temporada SARAH PAULSON (que se têm afirmado em Hollywood, acredito que seja nomeada a GG ou Oscar por 12 years a slave) e a Angela Bassett têm excedido as minhas expetativas, simplesmente uma deusa!

  31. Adoro o American Horror Story! As primeiras duas séries são geniais, a terceira, pelo que vi, esmorece um bocadinho, mas ainda só vi 2 episódios, por isso espero que melhore! O tema também não é o que mais me agrada dentro do género de terror (bruxas), mas confio no Ryan Murphy (adorei o Nip/Tuck), ainda há-de dar a volta!

    Aconselho-te o Shameless, se ainda não viste, não sei se dá em Portugal. É a história de uma família completamente disfuncional, 6 irmãos abandonados pela mãe e entregues supostamente aos cuidados do pai (um William Macy brilhante), que os deixa à sua sorte, é um bêbado e inventa mil truques para ir ganhando dinheiro. Todos os irmãos, do mais novo à mais velha, que faz de mãe, fazem biscates mirabolantes para sobreviver. No entanto, dentro da miséria em que vivem, conseguem ser uma família unida e relativamente feliz – a série tem momentos muito tristes mas é geralmente uma comédia com grandes tiradas. Ainda não acabei a primeira série, sei que há a 2.ª e a 3.ª estreia em Janeiro. É fantástica!

  32. O Newsroom é bom, mas ao mesmo tempo irritante. É uma série do Sorkin e isso já diz quase tudo, mas também por ser do Sorkin sou obrigado a pedir mais, a querer mais. Ele já me deu o West Wing, por isso não me posso deliciar com o Newsroom. Apesar de muito bem escrita, acho que a série tem algumas personagens inconsistentes, algumas situações demasiado politicamente correctas e um bocadinho moralistas demais para meu gosto. Mas pronto, apesar de tudo isso, continua a ser do melhor que está por aí.

  33. Tens a mesma opinião que eu sobre Agents of S.H.I.E.L.D. Achei as personagens demasiado “ocas”, clichés, com pouca profundidade.

    Vejamos a equipa (pode ser ligeiramente considerado spoilers):
    – 2 nerds engraçadinhos e desajeitados.
    – 1 tipa durona que tem um trauma.
    – 1 tipo com a mania mas no fundo até é boa pessoa.
    – 1 moça que parece simpática mas anda a tramar alguma.

    Basicamente só gosto do Phil Coulson, mas vou continuar a ver com esperança que alguns dos Avengers façam uma participação especial, como a do Samuel L. Jackson e a Cobie Smulders e mesmo assim vai ser difícil porque o próprio enredo não me cativou muito.

    Quanto a AHS adoro. Se bem que o Ryan Murphy costuma perder-se pelo caminho nas suas séries (maior exemplo: glee, com uma primeira temporada muito boa e depois sempre a cair).

    O resto ainda não vi.

  34. Eu vi ontem o último episódio do Br Ba e estou, oficialmente, a ressacar as metanfetaminas azuis… Já ando à procura de entrevistas com os actores, vídeos, extras, sei lá, tudo o que tenha a ver com a série…
    Yooo Mr. White, I’ll miss you =(

  35. Só tenho a apontar que a série American Horror Story ainda não vai no final da terceira temporada, mas sim quase a meio. Ainda falando desta série antológica, em que cada temporada relata uma história diferente e independente, sou da opinião que a segunda temporada é totalmente brilhante em todos os aspectos: existe uma grande exploração das personagens, um cuidado intenso com os cenários, guarda roupa e planos de filmagem e uma linha completamente imprevisível e chocante de acção. A não perder!

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